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DECEA lança versão 1.8 do Sistema de Solicitação de Acesso ao Espaço Aéreo por UAS – SARPAS

É preciso certificar-se de atender todos os pré-requisitos previstos na legislação dos órgãos reguladores.

 

Estamos de volta, querendo aprimorar, refinar e avançar. Longe da métrica parecer repetitiva, as palavras sinônimas servem para ilustrar a complexidade e o tempo de maturação necessários para se alcançar a perfeição de um sistema, ou pelo menos, chegar o mais próximo deste ideal.

Tem sido assim com o Sistema de Solicitação de Acesso ao Espaço Aéreo por RPAS (SARPAS), lançado em dezembro de 2016, para trazer agilidade à tramitação dos pedidos de autorização de voo para aeronaves remotamente pilotadas (RPA), os drones.

“Não basta comprar um equipamento e, em seguida, fazer um teste de funcionamento, alcance e altura. Para acessar o espaço aéreo, o piloto de uma aeronave remotamente pilotada deve estar atento às regras que devem ser seguidas”, recomenda o Coronel Aviador Jorge Humberto Vargas Rainho, chefe da Divisão de Coordenação e Controle do Subdepartamento de Operações do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA).

Tanto as RPAs quanto os aeromodelos são considerados aeronaves e, por esta razão, devem seguir as regras previstas em legislação definida pelo DECEA, organização militar da Força Aérea Brasileira, responsável pelo controle e gerenciamento do espaço aéreo brasileiro.

Quanto ao cadastro, todas as aeronaves de uso não recreativo devem ser cadastradas no DECEA por meio do SARPAS. Para aquelas que forem de uso exclusivamente recreativo, só é necessário fazer este cadastro no DECEA se existir a pretensão de voar um aeromodelo fora das áreas consideradas adequadas.

Adicionalmente, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) estabeleceu regras para as operações civis de aeronaves não tripuladas, o Regulamento Brasileiro de Aviação Civil Especial nº 94 (RBAC-E nº 94), complementar à regulamentação do DECEA. É obrigatório cadastrar todas as aeronaves não tripuladas com peso acima de 250 g no Sistema de Aeronaves não Tripuladas (SISANT), da ANAC.

O proprietário de uma aeronave remotamente pilotada também precisa homologar seu equipamento junto à Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), no Sistema de Gestão de Certificação e Homologação. A medida serve para impedir que os transmissores de radiofrequência, presentes nos controles remotos dos equipamentos, gerem interferências em outros serviços, como as comunicações via satélite, ou sofram inferências, por exemplo.

A ideia é possibilitar a entrada destas aeronaves de forma coordenada e segura. É preciso saber que trafegam pelos céus do Brasil aeronaves de companhias aéreas, a chamada aviação regular, aviões de médio e pequeno porte da aviação geral, helicópteros, e, em lugares previamente autorizados e estabelecidos, asa-delta, parapentes e afins.

Além disso, o Brasil é signatário de acordos internacionais para garantia da segurança na aviação. Deste modo, para possibilitar o acesso à informação ou solicitação de voo, o DECEA definiu a necessidade de comprovação, em seu domínio, dos cadastros já realizados na ANAC, tanto de pilotos, quanto de aeronaves. Com o SARPAS, o DECEA faz o controle do que é de sua responsabilidade: a exploração do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB).

O DECEA trabalha para trazer melhorias aos usuários que acessam o espaço aéreo brasileiro, independentemente se o serviço é ou não tributado, por este motivo nasceu a versão 1.8 do SARPAS. Em sua versão 1.7 foi criado o cadastro de pessoas jurídicas. Agora, na nova versão, as pessoas jurídicas poderão solicitar operações para os pilotos, com os quais suas aeronaves tenham sido compartilhadas. Para tanto, basta uma autorização do piloto.

 

Principais Mudanças

Maior flexibilidade na definição preliminar de análise do voo – uma vez que os usuários vêm demonstrando grande maturidade nas ações que envolvem o acesso ao espaço aéreo, ao DECEA foi permitido aumentar o escopo de operações para as quais não se torna necessária uma análise de tráfego aéreo, uma vez que o usuário se compromete em cumprir todos os parâmetros previstos, mantendo a segurança do espaço aéreo, das pessoas, propriedades e animais no solo.

Atualização das normas em vigor, documentando tais parâmetros mais flexíveis.

Tanto uma Pessoa Física, quanto uma Pessoa Jurídica podem compartilhar suas aeronaves, criando, assim, a equipe para a qual os voos podem ser direcionados. Ao compartilhar sua aeronave com outro piloto, cabe a este último autorizar o direcionamento de voos.

Diminuição das áreas de No Fly Zone (NFZ) para o DECEA – os usuários poderão verificar que houve uma diminuição significativa nas áreas vermelhas apresentadas, as quais representam agora a realidade. Mostrando definitivamente ao piloto que o voo, nas condições em que se pretende, requerem maior atenção e uma análise mais apurada do possível impacto.

Adequação da distância de aeródromos e helipontos com a área solicitada para que a operação não gere impacto negativo na segurança.

Criação do campo: “Descrição de Operação” – por meio do preenchimento do campo, o usuário terá melhores condições de interagir com os Órgãos Regionais, informando os parâmetros solicitados e levantando observações que julgar necessário. Tal criação reforça a intenção do DECEA de se manter cada vez mais próximo de seus usuários.

Alteração nas Declarações – da mesma forma que ocorreu na revisão das Normas afetas ao acesso ao espaço aéreo por RPA e Aeromodelos. Cada vez mais o DECEA reconhece a maturação do setor de drones e seus usuários. Dessa forma, os pilotos terão condições de manter a flexibilização de acesso, deixando claro que estão cientes de suas responsabilidades como pilotos que são.

Um ponto muito importante é que, para flexibilizar os parâmetros, o DECEA atesta sua confiança nos pilotos, determinando como NFZ as distâncias de 2km de aeródromos e de 600m de helipontos, cabendo ao piloto verificar a necessidade de não operar em Zonas de Aproximação e de Decolagem.

Uso responsável

Os drones vieram para ficar e o uso responsável tem proporcionado uma infinidade de aplicações, as quais quando aplicadas de forma consciente, têm gerado empregos e sustentado famílias inteiras.

As alterações já foram reconhecidas por usuários cadastrados no SARPAS e foram muito bem recebidas.

O DECEA vem trabalhando em conjunto com Órgãos de Segurança Pública e os demais usuários, promovendo a conscientização necessária. Vale lembrar que o Estado Brasileiro é reconhecido como detentor de boas práticas em termos de regulamentação de acesso ao espaço aéreo por aeronaves que representam um novo segmento.

Recentemente, em um Simpósio realizado na China, representantes do DECEA mostraram o que tem sido feito internamente no Brasil e várias iniciativas têm sido vistas com bons olhos pela comunidade internacional, uma delas é a utilização de Sistemas como o SARPAS.

 

Recomendações

A segurança é fundamental para qualquer sobrevoo de aeronaves não tripuladas. Certifique-se, antes de iniciar um voo, das informações necessárias para planejar o deslocamento pretendido. Conheça previamente as características do equipamento e seu manual de operação.

Alguns voos necessitam de uma Avaliação de Risco Operacional e da contratação de Seguro. Tudo o que é exigido é simples de ser realizado. Logo, só operam fora das Normas aqueles que realmente não querem segui-las.

Avalie as condições meteorológicas dos locais envolvidos e a rota a ser voada. Faça um cálculo adequado da autonomia de bateria e o tempo previsto para o voo, principalmente se o ponto de decolagem e pouso estiverem na mesma posição geográfica. Outra dica: tenha um planejamento alternativo para o caso de não ser possível completar o percurso inicial.

É preciso certificar-se de atender todos os pré-requisitos previstos na legislação dos órgãos reguladores.

“Acessar ao espaço aéreo sem a homologação da ANATEL (todos os casos), sem a documentação prevista pela ANAC (todos os casos) e sem a uma mensagem de autorização ou notificação do DECEA (exceção feita aos voos de aeromodelos dentro de áreas adequadas à prática) é um ato ilícito e pode gerar consequências civis e criminais. O DECEA está junto com todos aqueles que pretendem fazer uso de drones com responsabilidade e maturidade”, alerta o Coronel Vargas.

 

Implicações

Para saber quais inferências podem ser ocasionadas pelo acesso não autorizado ao espaço aéreo, basta consultar os Artigos 132 e 261 do Código Penal, e os Artigos 32 e 35 da Lei das Contravenções Penais.

“Obviamente ninguém quer isso. Não queremos aplicar Sanções Administrativas e/ou criminais em usuários. O que o DECEA quer e não vai abrir mão é da SEGURANÇA no acesso ao espaço aéreo, por quaisquer aeronaves envolvidas. Portanto, voe de forma regular, procure as autoridades, tire suas dúvidas e pergunte sempre. Estamos à disposição para quaisquer situações e, se desejar, venha nos visitar, teremos imensa honra em recebê-los. Bons voos em segurança a todos. Um dia nos encontraremos pelas aerovias”, completou o oficial.

 

A GISCursos tem voltado ao trabalho com mapeamento, cursos básicos de operação, mapeamento e fotogramentria com drones.

Consulte-nos: http://www.giscursos.com.br/curso_drones-vants.html

 

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Dronecontrol 3

Drone Control instala tecnologia para detecção de drones em Campinas

Os sistemas de bloqueio de sinais de radiocomunicações foram regulamentados pela ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) através das Resoluções 306/2002 e 308/2002. Sua aplicação está restrita a presídios, cadeias e áreas de segurança.

A NEGER Telecom foi a empresa responsável pelo desenvolvimento da PLATAFORMA BRASILEIRA DE BLOQUEIO DE SINAIS DE RADIOCOMUNICAÇÕES, sistema capaz de bloquear os sinais das redes celulares em todas as tecnologias comercialmente disponíveis no país.

Também foi a empresa responsável pelo desenvolvimento do DroneControl, o primeiro Sistema de Proteção contra Veículos Aéreos Remotamente Pilotados (Drones) certificado no Brasil.

Estes sistemas foram resultado de projetos de pesquisa e desenvolvimento apoiados pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, além de parceria com a UNICAMP.

Os equipamentos foram submetidos a rigorosos testes nos laboratórios do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e aprovados para certificação e homologação junto à ANATEL (Certificado de Homologação 0039-10-5613).

A implantação de sistemas de bloqueio requer um complexo projeto de engenharia de radiofreqüência para garantir a efetividade do cancelamento do sinal no perímetro delineado e evitar a interferência indesejável fora dos limites da área de segurança.

As características construtivas de cada situação exigem um projeto individualizado para cada aplicação.

A NEGER Telecom lidera o mercado brasileiro neste tipo de aplicação, possuindo a mais experiente e qualificada equipe de engenharia especializada em projeto de sistemas de bloqueio de serviços de telecomunicações.

Fonte: http://www.neger.com.br/produtos/bloqueador-drone
#giscursos #cursosdemapeamentonoriodejaneiro #drones

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gis

O que é SIG?

GIS é um sistema que pretende capturar, armazenar, gerenciar, manipular, analisar, os dados geográficos.

O termo GIS raramente usado para ciência da informação geográfica (Geociências) se relaciona com o sistema acadêmico que estuda os sistemas de informação GIS . É um vasto domínio dentro da disciplina acadêmica mais ampla da Geo-informática. O que vai além de um SIG é uma infraestrutura de dados espaciais, um conceito que não possui limites tão limitantes.

O sistema de informação GIS é um caso particular de sistemas de informação em que o banco de dados inclui observações sobre recursos, atividades ou eventos espacialmente detalhados, que são definidos no espaço como pontos, linhas ou áreas.

Um sistema de informação geográfica (GIS) gerencia dados sobre essas áreas, pontos e linhas, ajudando assim na recuperação de informações de dados.

O sistema de informação GIS já influenciou a maioria de nós em algumas das outras maneiras, sem que nós o reconheçamos. Se você já usou um programa de mapeamento da Internet para encontrar instruções, parabéns, você usou pessoalmente o GIS!

A última cadeia de supermercados na esquina aparentemente estava localizada usando GIS, portanto, ajudou na determinação do local mais efetivo para atender a demanda do cliente.

Abaixo estão os usos básicos do SIG:

Usos do SIG

Mapeamento de dados: a função primária de um sistema de informação SIG é apresentar uma representação visual de dados. Assim, o GIS mostra a coleta de dados e, em seguida, o representa no formato de mapa visual.

Análise de proximidade: uma análise de proximidade é um procedimento analítico que ajuda na determinação da relação entre um determinado local e outros locais, bem como pontos que estão em conexão uns com os outros de alguma forma. Várias organizações empresariais também usam Análise de Proximidade para identificar sites adequados para estabelecimentos comerciais.

Buffering: o buffer é a técnica usualmente usada com análise de proximidade para mostrar a esfera de influência de um determinado ponto. O buffer não é apenas útil para construir uma zona em torno de uma determinada característica geográfica para além disso, mas também para investigação usando o método de sobreposição.

Localizar Clusters: um cluster pode envolver membros onde uma distância entre eles é decididamente menor do que uma determinada quantidade ou áreas em que os pontos são densos, mais significativos do que um nível específico.

Encontrar o mais próximo: um procedimento que é usado para medir as distâncias dentro de um ponto e a borda de um elemento particular que define como um polígono usando pontos vetoriais.

Análise de localização: o melhor método para classificar um local para uma nova tomada local. O procedimento que se desenvolveu a partir de abordagens teóricas pode ser usado para explicar as condições detectadas em um algoritmo para identificar locais ótimos.

Ferramenta GIS:

Os aplicativos GIS são ferramentas que permitem aos usuários não só criar consultas interativas ou pesquisas criadas pelo usuário, mas também permitir a análise de informações espaciais, editar dados em mapas e apresentar os resultados de todas essas operações.

Abaixo está a lista de ferramentas de GIS usadas mais comumente, elas são:

  • Superposição e proximidade
  • Superfícies
  • Estatísticas espaciais e não espaciais
  • Gerenciamento de tabela
  • Seleção e extração

Abaixo estão as vantagens do GIS que, portanto, são úteis -

As principais vantagens do SIG são as seguintes:

Melhora a tomada de decisões – as decisões são mais acessíveis devido à informação particular e completa apresentada sobre um ou mais locais.

Diminuir os custos e aumentar a eficiência - principalmente no que se refere aos horários de manutenção, ao progresso da frota ou aos horários agendados.

Uma comunicação facilmente compreensível entre a organização e os departamentos podem ser visualizados no formato visual.

Secure Managing records - As mudanças geológicas são registradas pelos sistemas GIS que são confiáveis ​​para documentar mudanças.

Gerenciando geograficamente - entender o que é e o que ocorrerá em um espaço geográfico, portanto, ajudará a planejar um curso de ação.

Essas são algumas das vantagens que não só poderia fornecer o uso da tecnologia SIG, mas também pode ser uma ótima decisão para usá-la.

O GIS confiou em modificações feitas em muitos tipos diferentes de sistemas GIS:

  • Geografia
  • Cartografia
  • Fotogrametria
  • Sensoriamento remoto
  • Levantamento
  • Geodésia
  • Engenharia Civil
  • Estatisticas
  • Ciência da Computação
  • Pesquisa de operações
  • Inteligência artificial
  • Demografia, e muitos outros ramos ou tipos de SIG.

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IBGE atualiza mapas políticos das regiões brasileiras

Versão abrange os 5.570 municípios brasileiros e traz informações acerca dos limites geográficos estaduais e internacionais, do sistema rodoviário e das feições hidrográficas do Brasil.

O IBGE acaba de atualizar a versão dos mapas políticos das regiões brasileiras. A última atualização foi realizada em 2009. Produzidos para serem impressos no tamanho A0 (1,18 metro de largura por 84,1 cm de altura), os mapas estão disponíveis a partir de hoje, em formato PDF, aqui.

O mapa abrange os 5.570 municípios brasileiros e traz informações acerca dos limites geográficos estaduais e internacionais, do sistema rodoviário e das feições hidrográficas do Brasil, além de símbolos que permitem identificar portos, aeroportos e municípios conforme o tamanho da população.

Para a produção da versão 2017 dos mapas, o IBGE utilizou informações da Base Cartográfica Contínua do Brasil, ao milionésimo – uma plataforma digital com a representação cartográfica do país, atualizada regularmente. Os dados usados são referentes a 2016.

Mapas Políticos Regionais
Os Mapas Políticos Regionais são mapas murais de cada uma das cinco regiões do
Brasil, que contemplam os limites estaduais e internacionais, as sedes de todos os
municípios de cada estado, os principais elementos do sistema de transportes e as
feições hidrográficas.
Mapa Mural é a publicação com escala de maior detalhamento possível que cobre todo o
território da unidade representada em dimensões manuseáveis.
Os mapas políticos regionais proporcionam uma visão geral e integrada dos
aspectos políticos e geográficos de cada região, com diversas possibilidades de uso como
atividades escolares, gestão pública e privada, planejamentos diversos e logística.
Os mapas foram produzidos a partir da Base Cartográfica Contínua do Brasil, ao
milionésimo, BCIM – versão 2016.
As informações cartográficas retratadas nos mapas políticos regionais são
classificadas conforme as seguintes categorias:
 Hidrografia – corpos d’água, ilhas, recifes e áreas sujeitas

As informações cartográficas retratadas nos mapas políticos regionais são classificadas conforme as seguintes categorias:

• Hidrografia – corpos d’água, ilhas, recifes e áreas sujeitas à inundação

• Sistema de transportes – rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos

• Localidades – todos os municípios do país, classificados em cinco níveis, segundo a quantidade de habitantes

• Limites – internacionais (caráter informativo) e estaduais

• Mar Territorial

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Impactos Ambientais e Riscos ambientais

Evento da GISCursos abordará as técnicas de modelagem de Impactos ambientais e Análise de Riscos Ambientais.

Impactos Ambientais e Riscos ambientais
Impactos Ambientais e Riscos ambientais

Como dimensionar o risco geográfico?

Nos últimos anos, a preocupação com o surgimento de novas áreas de risco, paralelo ao agravamento da situação nas áreas já ocupadas, se mostra crescente. Os principais fatores que contribuem para esta situação são: o adensamento populacional em locais de risco, o crescimento desordenado da urbanização e a forte exclusão socioespacial da população de baixa renda. Diante disso, a incapacidade do Estado em suprir as necessidades urbanas se torna patente, a partir do momento que o estado não dispõe de técnicas para dimensionar o risco.

O risco, por sua vez, se define quando todas as variáveis de uma situação são conhecidas e você consegue calcular as probabilidades de cada uma delas acontecerem. Assim, ao combinar os resultados, o usuário dispõe da medida precisa de chances do objeto do risco (deslizamento, erosão, implantação de infra-estrutura) resultar na indicação de áreas com o perfil positivo e negativo.

Um outro fator de avaliação de risco é a adaptação das áreas de interesse aos dispositivos previstos em lei. A legislação ambiental, por sua vez, apoia os gestores estabelecendo critérios espaciais de modelagem de risco. O fator declividade, por exemplo, se mostra fundamental na indicação de áreas restritivas e, consequentemente, na avaliação de determinados usos do solo dentro destas áreas. A tecnologia SIG (Sistemas de Informação Geográfica) tem o papel de apontar estas áreas de risco.

Esta tecnologia oferece um conjunto de ferramentas que nos permite relacionar as variáveis que fazem parte da situação avaliada. A aplicação dos critérios, previstos em lei, se mostra favorável neste ambiente, pois, utilizando de dados geográficos, o projeto exibe o comportamento espacial da área de interesse com qualidade métrica e posicional.

Neste treinamento, serão abordadas as técnicas de modelagem de risco, as ferramentas de aplicação de critérios espaciais previstos em lei e a confecção do produto cartográfico, essencial na comunicação de risco a população envolvida com o projeto. Dessa maneira, o aluno terá o conhecimento técnico necessário para modelar qualquer situação relevante dentro de uma área de interesse e, por conseguinte, subsidiar na aplicação de políticas públicas.

Valor do Curso: R$650,00
Forma de pagamento com cartão ou boleto com PagSeguro em até 3 vezes sem juros, acesse o link abaixo:

http://www.giscursos.com.br/curso_qgis.html

Deposito Bancário entre em contato: 21988549132 – WhatsApp inclusive.

FONTE: Divulgação GISCursos.

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Conheça a GISCursos

O potencial do QGIS no seu projeto!

O QGIS é um dos mais conhecidos softwares livres de geotecnologias disponíveis na web. Consiste em uma solução colaborativa open source e multiplataforma que permite a integração de qualquer ferramenta ou aplicativo ao seu sistema. A ausência de custo e a capacidade de desempenho em qualquer sistema operacional reforça seu papel inclusivo dentro do cenário das geotecnologias.

É muito comum enxergar somente a vantagem financeira no seu uso, por se tratar de um software livre. Entretanto a flexibilidade de se implementar plug-ins ou qualquer ferramenta de transformação de dados geográficos se mostra uma vantagem promissora a longo prazo. Por permitir a integração de ferramentas, qualquer usuário, com conhecimentos de programação, é capaz de moldar o ambiente do QGIS ao seu gosto. Isso garante precisão e facilidade na elaboração de qualquer projeto. No entanto, essa situação está orientada a usuários avançados e experientes.

Se tratando do profissional iniciante, o uso do QGIS se assemelha em muitos aspectos ao uso das soluções proprietárias. As operações de edição, visualização, geoprocessamento, consulta e análise de qualquer dado georreferenciado pode ser desempenhada pelo QGIS. Operações com Web Services também são possíveis e largamente utilizados, proporcionando acesso a um conjunto robusto de dados geográficos. Dessa forma, frente as soluções pagas, o QGIS não se mostra limitado. Pode-se dizer que o adjetivo “limitado” não se encaixa na definição do QGIS por ser uma plataforma open source, isto é, descentralizado na sua estruturação.

A qualidade do QGIS é indiscutível. Em momentos de redução de custo, seu uso é justificado. Sua atuação em diversos projetos GIS proporciona ganhos de produtividade e eficiência que o faz competitivo no cenário das geotecnologias. O curso de Introdução ao QGIS, realizado pela GISCursos, aprofunda os conhecimentos e técnicas desta solução na manipulação de dados geográficos. O aluno será capaz de realizar diversas operações de geoprocessamento, edição e consulta em qualquer tipo de dado geográfico (Shapefile, raster, Imagens Orbitais etc). Não deixem de conferir.

Por Arthur Paiva.

CURSO-QGIS
Curso Geotecnologias com o Uso do QUANTUM GIS será nos dias 10/10, 17/10 e 31/10
Investimento: R$280,00
Este curso está com 20% de desconto.
Pague inclusive em 3 vezes sem juros
Inscrições: https://goo.gl/XW4QWJ
Faça seu pagamento pelo site pelo PagSeguro.

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Ou entre em contato para agendarmos pagamento na unidade:
2198854-9132 (Cel) (WhatsApp)

Rua Conde de Bonfim 120/713 – Tijuca/RJ
Próximo ao metrô São Francisco Xavier.

 

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