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Dronecontrol 3

Drone Control instala tecnologia para detecção de drones em Campinas

Os sistemas de bloqueio de sinais de radiocomunicações foram regulamentados pela ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) através das Resoluções 306/2002 e 308/2002. Sua aplicação está restrita a presídios, cadeias e áreas de segurança.

A NEGER Telecom foi a empresa responsável pelo desenvolvimento da PLATAFORMA BRASILEIRA DE BLOQUEIO DE SINAIS DE RADIOCOMUNICAÇÕES, sistema capaz de bloquear os sinais das redes celulares em todas as tecnologias comercialmente disponíveis no país.

Também foi a empresa responsável pelo desenvolvimento do DroneControl, o primeiro Sistema de Proteção contra Veículos Aéreos Remotamente Pilotados (Drones) certificado no Brasil.

Estes sistemas foram resultado de projetos de pesquisa e desenvolvimento apoiados pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, além de parceria com a UNICAMP.

Os equipamentos foram submetidos a rigorosos testes nos laboratórios do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e aprovados para certificação e homologação junto à ANATEL (Certificado de Homologação 0039-10-5613).

A implantação de sistemas de bloqueio requer um complexo projeto de engenharia de radiofreqüência para garantir a efetividade do cancelamento do sinal no perímetro delineado e evitar a interferência indesejável fora dos limites da área de segurança.

As características construtivas de cada situação exigem um projeto individualizado para cada aplicação.

A NEGER Telecom lidera o mercado brasileiro neste tipo de aplicação, possuindo a mais experiente e qualificada equipe de engenharia especializada em projeto de sistemas de bloqueio de serviços de telecomunicações.

Fonte: http://www.neger.com.br/produtos/bloqueador-drone
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gis

O que é SIG?

GIS é um sistema que pretende capturar, armazenar, gerenciar, manipular, analisar, os dados geográficos.

O termo GIS raramente usado para ciência da informação geográfica (Geociências) se relaciona com o sistema acadêmico que estuda os sistemas de informação GIS . É um vasto domínio dentro da disciplina acadêmica mais ampla da Geo-informática. O que vai além de um SIG é uma infraestrutura de dados espaciais, um conceito que não possui limites tão limitantes.

O sistema de informação GIS é um caso particular de sistemas de informação em que o banco de dados inclui observações sobre recursos, atividades ou eventos espacialmente detalhados, que são definidos no espaço como pontos, linhas ou áreas.

Um sistema de informação geográfica (GIS) gerencia dados sobre essas áreas, pontos e linhas, ajudando assim na recuperação de informações de dados.

O sistema de informação GIS já influenciou a maioria de nós em algumas das outras maneiras, sem que nós o reconheçamos. Se você já usou um programa de mapeamento da Internet para encontrar instruções, parabéns, você usou pessoalmente o GIS!

A última cadeia de supermercados na esquina aparentemente estava localizada usando GIS, portanto, ajudou na determinação do local mais efetivo para atender a demanda do cliente.

Abaixo estão os usos básicos do SIG:

Usos do SIG

Mapeamento de dados: a função primária de um sistema de informação SIG é apresentar uma representação visual de dados. Assim, o GIS mostra a coleta de dados e, em seguida, o representa no formato de mapa visual.

Análise de proximidade: uma análise de proximidade é um procedimento analítico que ajuda na determinação da relação entre um determinado local e outros locais, bem como pontos que estão em conexão uns com os outros de alguma forma. Várias organizações empresariais também usam Análise de Proximidade para identificar sites adequados para estabelecimentos comerciais.

Buffering: o buffer é a técnica usualmente usada com análise de proximidade para mostrar a esfera de influência de um determinado ponto. O buffer não é apenas útil para construir uma zona em torno de uma determinada característica geográfica para além disso, mas também para investigação usando o método de sobreposição.

Localizar Clusters: um cluster pode envolver membros onde uma distância entre eles é decididamente menor do que uma determinada quantidade ou áreas em que os pontos são densos, mais significativos do que um nível específico.

Encontrar o mais próximo: um procedimento que é usado para medir as distâncias dentro de um ponto e a borda de um elemento particular que define como um polígono usando pontos vetoriais.

Análise de localização: o melhor método para classificar um local para uma nova tomada local. O procedimento que se desenvolveu a partir de abordagens teóricas pode ser usado para explicar as condições detectadas em um algoritmo para identificar locais ótimos.

Ferramenta GIS:

Os aplicativos GIS são ferramentas que permitem aos usuários não só criar consultas interativas ou pesquisas criadas pelo usuário, mas também permitir a análise de informações espaciais, editar dados em mapas e apresentar os resultados de todas essas operações.

Abaixo está a lista de ferramentas de GIS usadas mais comumente, elas são:

  • Superposição e proximidade
  • Superfícies
  • Estatísticas espaciais e não espaciais
  • Gerenciamento de tabela
  • Seleção e extração

Abaixo estão as vantagens do GIS que, portanto, são úteis -

As principais vantagens do SIG são as seguintes:

Melhora a tomada de decisões – as decisões são mais acessíveis devido à informação particular e completa apresentada sobre um ou mais locais.

Diminuir os custos e aumentar a eficiência - principalmente no que se refere aos horários de manutenção, ao progresso da frota ou aos horários agendados.

Uma comunicação facilmente compreensível entre a organização e os departamentos podem ser visualizados no formato visual.

Secure Managing records - As mudanças geológicas são registradas pelos sistemas GIS que são confiáveis ​​para documentar mudanças.

Gerenciando geograficamente - entender o que é e o que ocorrerá em um espaço geográfico, portanto, ajudará a planejar um curso de ação.

Essas são algumas das vantagens que não só poderia fornecer o uso da tecnologia SIG, mas também pode ser uma ótima decisão para usá-la.

O GIS confiou em modificações feitas em muitos tipos diferentes de sistemas GIS:

  • Geografia
  • Cartografia
  • Fotogrametria
  • Sensoriamento remoto
  • Levantamento
  • Geodésia
  • Engenharia Civil
  • Estatisticas
  • Ciência da Computação
  • Pesquisa de operações
  • Inteligência artificial
  • Demografia, e muitos outros ramos ou tipos de SIG.

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SPRING

Software do INPE conquista mais de 200 mil usuários

O SPRING, software livre desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), ultrapassou em setembro de 2014 a marca de 200 mil usuários e continua registrando  downloads  para seus interessados.

Destinado a aplicações de sensoriamento remoto e mapeamento, o SPRING é o software livre de informação geográfica mais utilizado no Brasil por pesquisadores e estudantes.  O sistema também é utilizado por milhares de usuários da Colômbia, Estados Unidos, Espanha, Argentina, Portugal, França, México, Peru, Índia, Venezuela, Itália, Chile e Alemanha, entre outros países.

Com funções de processamento de imagens, análise espacial, modelagem numérica de terreno e consulta a bancos de dados espaciais, o SPRING pode ser utilizado em áreas diversas como agricultura, gestão ambiental, estudos de florestas, geografia, geologia, planejamento urbano e regional.

A GISCursos realiza capacitação em SPRING presencial, de Introdução ao Processamento Digital de Imagens (PDI) com prática no software SPRING.

Com introdução teórica breve  e totalmente prática com projetos reais, o curso apresenta as funções de processamento de imagens, análise espacial, modelagem numérica de terreno e consulta a bancos de dados espaciais no software SPRING. Através do ambiente desenvolvido por nossos mestres docentes, o aluno completa as etapas do curso e produz seus próprios produtos cartográficos.

O curso de Introdução ao PDI – Prática com SPRING foi programado para um total de no mínimo 10 horas de estudo, sem contar os acessos aos conteúdos complementares (artigos, tutoriais, webinars, etc.).

Mais informações: www.giscursos.com.br

 

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Pesquisadores usam Kinect para gerar mapa interativo.

mapa_kinect
A Universidade da Califórnia utilizou o aparelho Kinect, da Microsoft, para criar um mapa interativo de realidade aumentada dentro de uma caixa de areia

O Departamento de Geologia da Universidade da Califórnia desenvolveu um projeto bem interessante que utiliza o Kinect, chamado “Augmented Reality Sandbox” (traduzido para “Caixa de Areia de Realidade Aumentada”). Eles colocaram um Kinect voltado para o interior de uma caixa de areia e, dependendo de como a areia for movida, um projetor cria um mapa dentro da caixa, baseado no relevo captado pelo Kinect.

Quando o aparelho Kinect foi lançado, muita gente pensava que ele iria revolucionar o universo dos games. Alguns anos depois, apesar da revolução não estar acontecendo da forma como todo mundo imaginava, algumas startups e organizações estão aproveitando o aparelho para realizarem suas próprias pesquisas, como é o caso da “Sandbox”.

Todos os créditos para: http://likeanerd.pop.com.br/pesquisadores-usam-kinetic-para-gerar-mapa-interativo/

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replantio com drones

Startup vai usar drones para semear 1 bilhão de árvores por ano e reflorestar o planeta

Corte de madeira, mineração, agropecuária e a cada vez maior expansão dos centros urbanos em direção às florestas são responsáveis por levar ao chão aproximadamente 26 bilhões de árvores por ano.

Para reverter este cenário de destruição, o americano Lauren Fletcher sonha em fazer um replantio em escala industrial: semear 1 bilhão de árvores por ano usando drones. “Há anos eu e meu time estudamos as mudanças climáticas. Com esta tecnologia, acreditamos que poderemos mudar o mundo”, afirma o visionário.

Fletcher, engenheiro que trabalhou durante 20 anos na Agência Aeroespacial Americana (Nasa), é o CEO da BioCarbon Engineering, sediada em Oxford, na Inglaterra. A startup desenvolveu um projeto que utiliza a tecnologia dos drones para mapear, plantar e monitorar o crescimento das mudas.

No ar, os drones farão o mapeamento preciso das áreas que precisam ser replantadas, gerando imagens em alta resolução e mapas em 3D. Em seguida, o equipamento será usado para o plantio de sementes germinadas, que tem índice de absorção na terra muito mais alto quando comparado a técnicas que fazem dispersão aérea de sementes secas.

O sistema é bastante sofisticado. Os drones descem a dois ou três metros acima do solo e lançam uma espécie de casulo, que contem sementes pré-germinadas, cobertas por um hidrogel com nutrientes. O veículo aéreo tem capacidade para plantar dez sementes por minuto. Fletcher acredita que será possível plantar 36 mil mudas de árvores por dia.

A técnica de agricultura de precisão garantirá o replantio em larga escala. Segundo a BioCarbon Engineering, o plantio manual é caro e lento e o que espalha sementes secas apresenta baixo índice de germinação.

Numa última etapa, os drones servirão para monitorar as áreas que foram replantadas. Esta informação ajudará a fornecer avaliações da saúde do ecossistema ao longo do tempo.

No ano passado, o projeto da BioCarbon Engineering recebeu um prêmio da Skoll Foundation, fundação americana que investe na inovação e empreendedorismo social. Mais recentemente, ficou com o terceiro lugar na competição Drones for Good, nos Emirados Árabes Unidos.

A intenção do engenheiro americano é que até o meio do ano os drones já estejam no ar, semeando novas florestas pelo planeta. Que bons ventos os levem!

Assista abaixo ao vídeo em que Lauren Fletcher explica, em inglês, como funcionará o replantio de árvores com drones:

UAE Drones for Good England from zee on Vimeo.

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