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A Importância do Sistema de Informação Geográficas para as empresas.

O Sistema de Informação Geográfica (Geographic Information System – GIS) é uma tecnologia em processo de desenvolvimento, dificultando assim, uma definição que satisfaça a todos os envolvidos com o seu desenvolvimento, com as suas aplicações e usos e até mesmo com o marketing dessa ferramenta, que muitos consideram como ciência.
De acordo com a empresa líder mundial nessa tecnologia – GIS – a Environmental Systems Research Institute – ESRI, em seu manual de Melhores Práticas GIS – Ensaio de Geografia e GIS, de 2008 – tomar decisões baseadas na geografia é fundamental para o pensamento humano, uma vez que se usa esse conhecimento para um simples caso de ir até uma loja ou para um grande evento de lançamento de um equipamento em local preciso.
Um sistema de informação geográfica é uma ferramenta tecnológica para compreender a geografia e tomar decisões inteligentes (GETIS, 2008).

De acordo com a Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT (2010), o principal objetivo do GIS é a geração de informações espaciais tais como mapas, tabelas, relatórios, estatísticas, gráficos e outros, proporcionando condições mais satisfatórias de visualização, entendimento e suporte à tomada de decisões e reduzindo a subjetividade no processo de interpretação dos dados. Isso é possível considerando-se sua capacidade de integração e suas múltiplas alternativas de apresentação das informações aos usuários, o que potencializa a capacidade de abstração e simulação de resultados. No entanto, a utilização eficiente deste tipo de tecnologia requer o conhecimento de suas potencialidades e limitações, bem como dos passos necessários para sua implantação e utilização, de modo a obter o máximo de resultados possíveis.
O Sistema de Informação Geográfica organiza dados geográficos de forma que uma pessoa que lê um mapa pode selecionar os dados necessários para um projeto ou tarefa específica. Um mapa temático tem uma tabela de conteúdos que permite ao leitor adicionar camadas de informações para uma base cartográfica de localidades do mundo real. Com uma capacidade de combinar uma variedade de conjuntos de dados em um número infinito de formas, o GIS é uma ferramenta útil para quase todos os campos do conhecimento, da arqueologia à zoologia e também para a logística.

O GIS é um sistema de informação geográfica projetado para capturar, modelar, armazenar, manipular, atualizar, analisar, mapear dados espaciais, com as informações georreferenciadas, otimizando processos, através da implantação de um projeto que envolve hardware, software, dados geográficos e recursos humanos (GETIS, 2008).
Novas tecnologias, tais como sistemas de posicionamento global (GPS), sistemas de satélites multissensores, desenvolvimento da fotografia digital, integram com sistemas de informações geográficas, permitindo o armazenamento e gerenciamento eficiente desses dados como parte do conjunto das geoinformações disponíveis nos últimos anos (BLASCHKE; KUX, 2005).

Com o GIS, problemas de localização (pontos comerciais, fábricas, fornecedores, centro de distribuição, entre outros), roteamento de veículos, análise de sistemas logísticos, estão sendo resolvidos mais facilmente, em conjunto com outras variáveis, sendo que no roteamento de veículos tornou-se fundamental, pois permite ao usuário visualizar as rotas que foram geradas a partir de um algoritmo. Além dessas possibilidades, podem-se
identificar como possíveis de desenvolvimento, aquelas relacionadas com os sistemas de informação, controle do fluxo de mercadorias, controle de estoques, arranjo físico do armazenamento, manuseio de produtos, disponibilização de informações para os clientes on-line, entre outros. (ROCHA, 2008).
Mennecke (1997) discute que o GIS integrado a outras tecnologias formam uma ferramenta essencial para diminuir ou eliminar os gargalos da logística e do transporte. Essas tecnologias fornecem aplicações úteis para os gestores desenvolverem estratégias para reduzir os desperdícios, seja com pessoal, custos com combustíveis, tempo, rotas, proporcionando um melhor atendimento ao cliente (LAPALME et al., 1992; KUNZE, 1993, apud MENNECKE, 1997).
Alguns benefícios dessa poderosa ferramenta são destacados por Breternitz (2001, p. 39):

• aumenta nosso conhecimento acerca dos
recursos disponíveis em uma dada área
geográfica;
• facilita a formulação e a avaliação de
diferentes estratégias alternativas,
respondendo a questões do tipo “what if”
relativas a políticas, análises e distribuição
de recursos;
• reduz o tempo gasto para preparação de
relatórios, gráficos e mapas, o que melhora
a eficácia da informação geográfica usada
em análise de políticas e avaliação de
opções de planejamento;
• melhora o planejamento de futuras
pesquisas, por disponibilizar os dados já
existentes e estabelecer linhas mestras
para coleta, armazenagem e processamento
dos novos dados a serem capturados;
• melhora o tempo de resposta aos pedidos
de informações gerados por gerentes e
planejadores, por tornar as informações
mais acessíveis;
• produz novas informações pela sua
capacidade de manipular dados
anteriormente disponíveis, graças à
capacidade de manipulação de dados via
computador;
• facilita o desenvolvimento de modelos
dinâmicos para apoio ao planejamento;
• permite uma utilização mais adequada dos
recursos humanos disponíveis para coleta e
análise de dados – já se viu que os custos
desses recursos são altos – pela eliminação
de redundâncias e sobreposições de dados e
esforços.

Com a plataforma GIS integrada, é possível criar, servir e explorar o conhecimento geográfico nas aplicações logísticas, gerenciando a complexidade das informações no processo de entrada (criar), compilando essas informações com a utilização do GIS (servir), tornando a informação acessível para a tomada de decisão (explorar – com informações que auxiliam o entedimento do porquê e não apenas do como), gerando um fluxo de trabalho mais produtivo. Esta plataforma integrada é uma poderosa ferramenta para a tomada de decisão logística, apresentando dados com grande impacto, comunicação de mudanças (rotas, por exemplo), projeta as tendências (congestionamento, por exemplo), aumentando a produtividade com a otimização dos fluxos de trabalho (BORBA, 2011).

O conhecimento dos Sistemas de Informações Geográficas (SIG) é uma habilidade cada vez mais procurada em indústrias, e em todos os setores da economia desde que  as empresas entendam bem a sua utilidade.
A Especialização, oferecida pela GISCursos por exemplo com o uso do ArcGIS ou do Quantum GIS (QGIS) , ensinará as habilidades necessárias para usar com sucesso o software GIS em um ambiente profissional.
A capacitação em nossos cursos  proporcionará analisar seus dados espaciais, usar técnicas de cartografia para comunicar seus resultados em mapas e colaborar com colegas em campos dependentes de SIG/GIS. No projeto final da GISCursos, o  aluno criará uma peça de portfólio de GIS de qualidade profissional usando uma combinação de identificação e coleta de dados, desenvolvimento de mapa analítico e técnicas de análise espacial.
Na noss empresa GISSoluções, todas as empresas que necessitem contratar projetos de geoprocessamento terá todo o apoio no processo decisório em qualquer setor da economia que estiver inserido.

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gis

O que é SIG?

GIS é um sistema que pretende capturar, armazenar, gerenciar, manipular, analisar, os dados geográficos.

O termo GIS raramente usado para ciência da informação geográfica (Geociências) se relaciona com o sistema acadêmico que estuda os sistemas de informação GIS . É um vasto domínio dentro da disciplina acadêmica mais ampla da Geo-informática. O que vai além de um SIG é uma infraestrutura de dados espaciais, um conceito que não possui limites tão limitantes.

O sistema de informação GIS é um caso particular de sistemas de informação em que o banco de dados inclui observações sobre recursos, atividades ou eventos espacialmente detalhados, que são definidos no espaço como pontos, linhas ou áreas.

Um sistema de informação geográfica (GIS) gerencia dados sobre essas áreas, pontos e linhas, ajudando assim na recuperação de informações de dados.

O sistema de informação GIS já influenciou a maioria de nós em algumas das outras maneiras, sem que nós o reconheçamos. Se você já usou um programa de mapeamento da Internet para encontrar instruções, parabéns, você usou pessoalmente o GIS!

A última cadeia de supermercados na esquina aparentemente estava localizada usando GIS, portanto, ajudou na determinação do local mais efetivo para atender a demanda do cliente.

Abaixo estão os usos básicos do SIG:

Usos do SIG

Mapeamento de dados: a função primária de um sistema de informação SIG é apresentar uma representação visual de dados. Assim, o GIS mostra a coleta de dados e, em seguida, o representa no formato de mapa visual.

Análise de proximidade: uma análise de proximidade é um procedimento analítico que ajuda na determinação da relação entre um determinado local e outros locais, bem como pontos que estão em conexão uns com os outros de alguma forma. Várias organizações empresariais também usam Análise de Proximidade para identificar sites adequados para estabelecimentos comerciais.

Buffering: o buffer é a técnica usualmente usada com análise de proximidade para mostrar a esfera de influência de um determinado ponto. O buffer não é apenas útil para construir uma zona em torno de uma determinada característica geográfica para além disso, mas também para investigação usando o método de sobreposição.

Localizar Clusters: um cluster pode envolver membros onde uma distância entre eles é decididamente menor do que uma determinada quantidade ou áreas em que os pontos são densos, mais significativos do que um nível específico.

Encontrar o mais próximo: um procedimento que é usado para medir as distâncias dentro de um ponto e a borda de um elemento particular que define como um polígono usando pontos vetoriais.

Análise de localização: o melhor método para classificar um local para uma nova tomada local. O procedimento que se desenvolveu a partir de abordagens teóricas pode ser usado para explicar as condições detectadas em um algoritmo para identificar locais ótimos.

Ferramenta GIS:

Os aplicativos GIS são ferramentas que permitem aos usuários não só criar consultas interativas ou pesquisas criadas pelo usuário, mas também permitir a análise de informações espaciais, editar dados em mapas e apresentar os resultados de todas essas operações.

Abaixo está a lista de ferramentas de GIS usadas mais comumente, elas são:

  • Superposição e proximidade
  • Superfícies
  • Estatísticas espaciais e não espaciais
  • Gerenciamento de tabela
  • Seleção e extração

Abaixo estão as vantagens do GIS que, portanto, são úteis -

As principais vantagens do SIG são as seguintes:

Melhora a tomada de decisões – as decisões são mais acessíveis devido à informação particular e completa apresentada sobre um ou mais locais.

Diminuir os custos e aumentar a eficiência - principalmente no que se refere aos horários de manutenção, ao progresso da frota ou aos horários agendados.

Uma comunicação facilmente compreensível entre a organização e os departamentos podem ser visualizados no formato visual.

Secure Managing records - As mudanças geológicas são registradas pelos sistemas GIS que são confiáveis ​​para documentar mudanças.

Gerenciando geograficamente - entender o que é e o que ocorrerá em um espaço geográfico, portanto, ajudará a planejar um curso de ação.

Essas são algumas das vantagens que não só poderia fornecer o uso da tecnologia SIG, mas também pode ser uma ótima decisão para usá-la.

O GIS confiou em modificações feitas em muitos tipos diferentes de sistemas GIS:

  • Geografia
  • Cartografia
  • Fotogrametria
  • Sensoriamento remoto
  • Levantamento
  • Geodésia
  • Engenharia Civil
  • Estatisticas
  • Ciência da Computação
  • Pesquisa de operações
  • Inteligência artificial
  • Demografia, e muitos outros ramos ou tipos de SIG.

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fereramentas de geoprocessamento

Ferramentas de análise da morfodinâmica

O monitoramento e análise do comportamento dinâmico dos processos ambientais são trabalhos considerados atualmente, muito importantes. Para realizá-los com mais eficiência e qualidade, é preciso sempre utilizar escalas adequadas para alcançar o detalhamento necessário, exigido pela temática da pesquisa. Outros aspectos a considerar são o tempo de acompanhamento do processo e a precisão empregada.
Existem muitas metodologias e, frequentemente, novos equipamentos, instrumentos e tecnologias que são empregados para trabalhos de pesquisa em várias áreas do conhecimento e no acompanhamento de processos naturais. A produção e a utilização dessas ferramentas comuns também se orientam na necessidade de atender os objetivos de aplicações inerentes às temáticas específicas de cada uma dessas áreas de conhecimento.
Para acompanhar o comportamento dos processos ambientais hoje,é indispensável o uso de sistemas globais de posicionamento (GPS); sensoriamento remoto com as imagens; o geoprocessamento empregando bancos de dados e sistemas geográficos de informação (SGI) ou (SIG).
No caso das praias por exemplo, estabelecer comparações entre suas áreas ao longo do tempo e a criação de mapas, com o emprego de imagens de satélite e geoprocessamento é também um procedimento eficiente e usual, para mapear e responder onde, como e quanto a praia aumentou em área por deposição ou diminuiu por erosão.
A cada dia, instrumentos e equipamentos antigos são aperfeiçoados ou aparecem novos. As novas tecnologias permitem aprimorar a qualidade dos resultados obtidos. Além disso, são criadas novas aplicações, visando atender a demanda de melhor conhecer os fenômenos naturais ou induzidos pela ação humana.
Softwares como o ArcGIS, o Quantum GIS, Spring software livre desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) entre outros são importantes para o auxílio ao levantamento e a pesquisa.
Venha para a GISCursos e capacite-se em Geoprocessamento com cursos presenciais totalmente práticos com nossos profissionais, todos a nível mestres e doutores em diversas áreas.

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DIG_geoprocessamento

DIG: uma proposta de disseminação do Geoprocessamento para estudantes e profissionais da Geografia.

O projeto tem por objetivo apoiar, incentivar e desenvolver atividades de ensino do Geoprocessamento no âmbito das Geociências, envolvendo a realização de cursos de capacitação (presenciais e à distância) de professores e alunos. A metodologia utilizada para atender os objetivos, consiste na elaboração de apostilas e/ou tutoriais sobre o programa Quantum GIS, a plataforma de ArcGIS online, entre outras. Os materiais didáticos (apostilas e vídeo-aulas) ficam disponíveis em uma plataforma de ensino à distância, viabilizada por uma parceria entre a GISCURSOS e a DIG-UERJ, que permitiram a utilização de seu site online (http://www.giscursos.com.br/online) onde foi criado um curso de Geotecnologias aplicadas ao ensino fundamental e(ou) médio.

Como apoio à disseminação do conteúdo do projeto e de divulgação dos cursos, criou-se um Blog (http://www.diguerj.wordpress.com), onde também são postados artigos contendo conceitos e novidades. Portanto, o projeto vem conseguindo resultados importantes na disseminação da geotecnologia entre alunos da licenciatura e professores formados, seguindo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) em Geografia.

Para o presente curso, é necessário o preenchimento de um formulário, onde os alunos inscritos dirão suas informações e seus níveis de conhecimento em informática e em geoprocessamento. Logo após, os alunos serão submetidos à uma avaliação dos coordenadores do curso para então serem, efetivamente, inscritos. As turmas terão o limite de 20 alunos inscritos, e o curso terá a duração de aproximadamente 1 mês, e é inteiramente grátis.

O link do formulário para pré-inscrição é: https://goo.gl/1FTli1

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gisAndroid

Aplicativos de GIS interessantes para Android.

Top 5 aplicativos de GIS que não podem faltar no seu Android.

5 aplicativos que não podem faltar no seu celular Android.

1. QGIS: criar, editar, visualizar, analisar e publicar informação geoespacial. É praticamente o software QGIS completo, adaptado para dispositivos móveis.
QGIS
2. QField for QGIS: combina um design minimalista com sofisticada tecnologia para obter dados a partir do campo para o escritório de uma forma confortável e fácil. Desencadeia todo o poder do QGIS styling para trazer seus mapas personalizados para o campo, recolher atributos para recursos com widgets editar configurados como listas de valores, caixas, texto livre ou fotos tiradas com a câmera do dispositivo. QField é um projeto open source, que podem ser encontrado na internet.
Qfield for QGIS
3. Colletor for ArcGIS: utilize mapas em qualquer lugar para verificar seus dados, fazer observações e responder por eventos. Você irá melhorar a eficiência da sua mão-de-obra em campo e a precisão do seu GIS. Com o Colletor você pode coletar e atualizar dados utilizando o mapa ou GPS; baixar mapas no seu dispositivo e trabalhar offline; coletar pontos, linhas, áreas e dados relacionados; preencher os formulários de mapa dinâmicos de fácil uso; anexar fotos  e muito mais.
Colletor for ArcGIS
4. MapIt – Coletor de dados SIG: uma ferramenta desenvolvida para a coleta de dados para Sistemas de Informação Geográfica (SIG) com base em GPS ou mapas. É uma ferramenta SIG móvel utilizada para coleta de dados no campo por profissionais da área ambiental ou que utilizam outros tipos de dados geográficos. O MapIt torna a coleta de dados para os SIG uma tarefa fácil, rápida e mais eficiente.
MapIt
5. Mappt – Solução GIS Móvel: poderosa solução SIG móvel para Android fácil de usar e que foge da dependência tradicional dos pacotes pré-existentes para desktop. Usado em mais de 100 países, em indústrias que vão de educação a agricultura, mineração e defesa. Construído de forma agnóstica e interoperável. Essa flexibilidade dá aos usuários a confiança de uma aplicação robusta que consegue lidar com todo o tipo de ambiente de trabalho – incluindo áreas remotas, uma vez que o também funciona offline.
MapptVeja nossa pagina no facebook.

Consulte-nos para capacitação em Geoprocessamento:
Rua Conde de Bonfim 120/713.
Tijuca- Tijuca Office Center
Tel: 213687-3976/ 3576-0691/98854-9132 WhatsApp.

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professores

Projeto desenvolvido por professores do AM é apresentado em conferência na França.

Os professores Aldemir Malveira e Newton Lima, da Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino do Amazonas (Seduc/AM), participaram da 9ª Conferência Internacional em Geografia Avançada – Sistemas de Informação, Aplicações e Serviços, que foi realizada na cidade de Nice, na França.

Na ocasião, os professores apresentaram o trabalho intitulado “Expedição Fluvial – Rio Amazonas (Peru-Brasil): Relato do tempo presente da biosfera-atmosfera no Rio Amazonas em período de seca (Julho 2016), com uso de geoprocessamento e transformada em Ondeleta de Morlet”.

Para a realização da parte prática do projeto, os professores, juntamente de uma equipe de pesquisadores, saíram em uma expedição, fazendo um relato do tempo presente em período de seca do rio Amazonas, de Iquitos (Peru) até Manaus (Brasil).

Durante a viagem, foram feitas coletas de amostra de água, medidas de temperatura, umidade do ar, pressão atmosférica, temperatura à superfície do rio, direção do vento e precipitação de chuva com todos os dados georreferenciados. O trabalho foi feito entre os dias 13 e 30 de julho de 2016.

De acordo com o professor Aldemir Malveira, a proposta do trabalho foi mapear a trajetória do rio Amazonas, confrontando com os dados da Agência Espacial Americana (Nasa).

“A ideia do trabalho surgiu a partir da Nasa, que faz todo o mapeamento do espaço, através do geoprocessamento, mapeando toda a trajetória do rio Amazonas vindo de Iquitos (Peru) até o desaguar no oceano. A nossa proposta foi confrontar os dados da Nasa, fazendo esse levantamento no próprio rio. Então fomos até Iquitos e fizemos a coleta dos dados até Macapá. Depois de processar os resultados, verificamos que os dados “batem” com os da Nasa, pois apesar de serem medidos pelo espaço, eles são precisos”, explicou o professor.

Contribuição

Ainda segundo o professor Aldemir, a trajetória que eles fizeram foi a mesma que realizou o explorador espanhol Francisco de Orellana, quando fez toda a exploração do rio Amazonas.

“A grande contribuição para a academia do geoprocessamento é que os dados foram medidos em nível de água e não em nível de espaço e os resultados batem com os dados apresentados pela Nasa. Outras universidades fizeram pesquisas semelhantes, mas sempre do espaço. Nesse formato, conhecendo a trajetória do rio, é a primeira vez que foi realizado”, contou o professor.

Aldemir afirma ainda que o trabalho tem impacto positivo na rede estadual do Amazonas. “Esse é mais um trabalho da rede estadual do Amazonas e reforça as estações de geoprocessamento que as escolas possuem, que é um projeto do Governo do Estado, em que algumas unidades de ensino têm essas estações de geoprocessamento e referenciamento, contribuindo para o sucesso desse trabalho e dando projeções positivas para a Secretaria de Educação”, concluiu.

Conferência Internacional

A Associação Internacional de Academia, Pesquisa e Indústria (Iaria), organizadora da conferência, promove intercâmbios científicos e industriais entre membros de associações existentes, organismos de normalização e fóruns e estabelecer pontes entre diferentes culturas científicas, acadêmicas e industriais.

A Iaria está se concentrando em tecnologias avançadas, produtos do amanhã e invenções, promovendo-os através de vários eventos e publicações. A maioria dos eventos está direcionando resultados avançados.

Com informações da assessoria.

Fonte: http://www.emtempo.com.br/

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GIS-Workstation

Os melhores Componentes do computador para uma estação de trabalho GIS

O ponto focal de uma SIG sólida reside no software … A GISCursos por exemplo tem equipamentos robustos que permitem o aprendizado efetivo e rápido.

… Porque é o que você usa para criar, editar, gerenciar e exibir dados geográficos.

Mas o software GIS precisa ser executado em uma estação de trabalho poderosa GIS. É a espinha dorsal do seu software GIS.

Armazenamento de dados, placas gráficas nítidas, processamento poderoso e dispositivos de entrada e saída – estes componentes GIS são essenciais para um ambiente GIS funcional.

Vamos olhar para as demandas de software GIS sobre hardware:

GIS Workstation Hardware típica

Camadas de dados GIS

Como analista de GIS, você trabalha com um monte de dados – quase tudo geoespacial na natureza.

Você faz tudo com os dados. Você exibir, capturar, editar, compartilhar, visualizar, gerenciar, apagar dados GIS.

Se você estiver no mercado para comprar ou construir uma estação de trabalho GIS a partir do zero … Você está fazendo essencialmente um investimento em sua carreira.

Aqui está o que você deve procurar em uma estação de trabalho GIS ideal:

1. Dual Monitores – Vendo o dobro

Dois monitores

Todo analista GIS gosta de trabalhar com dois monitores. Eu não encontrei uma que não o faz.

O analista eficiente GIS utiliza dois monitores em vez de um único monitor grande. Com a quantidade pesada de multitarefa que você estará fazendo em GIS, você precisa de duas telas para visão ideal e organização de tarefas.

Quando você edita dados GIS, os analistas separar seus visuais GIS e atributos em telas separadas. Mãos para baixo – duas telas bater um único monitor grande.

2. Unidade Central de Processamento (CPU) – Seu Laboratório

CPU GIS Hardware

GIS é pesado CPU. A unidade de processamento central (CPU) é o seu cavalo de trabalho. A CPU é a sua sede para o processamento de dados. Quando você executa um processo de GIS intensivo, o sistema fica totalmente cheio. Overclocking é comum no mundo do GIS e desempenho da CPU reduz.

Os computadores modernos de processamento de múltiplos núcleos de modo que é possível efectuar mais do que uma tarefa ao mesmo tempo. Vários núcleos dividir as tarefas em partes separadas. Enquanto o programa de software são escritos para tirar proveito dos múltiplos núcleos, isso pode aumentar a velocidade geral.

3. Random Access Memory (RAM) – memória temporária

RAM GIS Hardware

Computadores de dados processam dado muito rapidamente. Mas os discos rígidos são muito lento em comparação. Se você ler e escrever todos os seus dados processados ​​diretamente do seu disco rígido, computadores ficaram muito lento porque o disco rígido não podia manter-se com a velocidade do processador.

RAM aborda este problema. RAM é o local onde os dados são armazenados temporariamente que é rápido a ler e escrever. RAM é extremamente rápido e é o melhor lugar para armazenar dados usados ​​com freqüência. Quando os programas de software de GIS estão ativos para espaços de trabalho na memória, os dados são armazenados na memória interna do sistema (RAM).

4. Unidades de Disco Rígido (HDD) – armazenamento permanente

Drive de disco rígido

Os discos rígidos geralmente armazenar dados em discos magnéticos girando como armazenamento secundário. Unidades de disco são usados ​​para transferir grandes blocos de dados e permanece na memória até que seja necessário. Isso depende de rotações por minuto. Os discos rígidos são muito mais barato porque não tem que se mover rapidamente dados como RAM.

Drives de estado sólido são um novo tipo de disco rígido e são muito mais rápidas. A tecnologia que eles usam são como unidades flash sem partes móveis como discos giratórios. Ele depende da quantidade de dados que pode ler / escrever por segundo.

Se você trabalha com LiDAR e outros grandes conjuntos de dados, o seu disco rígido vai encher-se muito rapidamente.

5. Graphics Processing Unit – Visualize mais rápido

Placa de vídeo

A GPU trabalha para exibição GIS e gráficos, tais como zoom e visão panorâmica de um mapa. Uma boa unidade de processamento gráfico torna múltiplos mapas em camadas e simbologia sem problemas. Ele ajuda dos dados de exibição em 3D com facilidade.

Embora muita atenção é colocada na CPU, GPU em última análise, os seus poderes camadas para desenhar no seu monitor de alta resolução. Ao trabalhar com grandes conjuntos de dados como LiDAR e tecido de encomendas, uma boa GPU realmente começa a brilhar para redesenhar, zoom e visão panorâmica de dados.

6. Flash Drives – Breve armazenamento externo

USB Pen Drive GIS

Drives Flash armazenam dados em memória de estado sólido. Basta inserir o seu cartão de memória USB e transferir arquivos como uma brisa.

Eles não têm partes móveis e não exigem poder de reter dados. Drives flash são fáceis de transferir e para trás, eles são muito portátil e estão se tornando uma opção barata para armazenar dados.

7. CD-ROM, DVD e Blu-Ray – External Storage Permanente

DVD GIS extra

CD-ROMs pode ser obsoleto, mas DVDs e discos Blu-Ray ainda estão indo forte (tanto quanto eu sei). Geralmente, CD-ROMs, DVDs e discos Blu-Ray são usados ​​para armazenar dados permanentes. Gravar dados em um disco, esse disco e provavelmente será para sempre inalterada.

Eles são dispositivos de armazenamento removíveis. Ao contrário de flash drives, esses dispositivos utilizam discos giratórios para armazenar dados. Eles são opções baratas para armazenamento de dados, mas são muito mais lentos do que drives flash e discos rígidos.

GIS Computadores pessoais de Opções

Mesmo que você não precisa entender todos os detalhes de hardware do computador, você deve ter alguma compreensão do que acontece nos bastidores.

Os computadores se tornaram baratos. Eles são quase todos os lugares.

Na maioria das vezes, o dispositivo que você vai trabalhar em em GIS é um computador desktop ou laptop comum. O termo computador pessoal (PC) abrange dispositivos como desktops e laptops.

Estes são os tipos mais comuns de computadores que existem hoje:

Desktops

GIS desktop do computador

Um computador de mesa é projetado para ser não-portáteis e sentar-se ao lado da mesa de um. Eles não têm baterias e geralmente têm teclados externos.

Torres incluir os principais componentes de um computador, excluindo o monitor, o teclado e o rato. As estações de trabalho são desktops poderosos com recursos extras, como espaço em disco e placas gráficas.

Laptops

Computador portátil

Laptops são computadores portáteis muitas vezes rodando em baterias. Eles podem ser usados ​​em praticamente qualquer lugar, porque eles têm telas integradas e teclados.

Laptops muitas vezes funcionam com baterias. Em frente do teclado, computadores portáteis têm geralmente um touchpad ou trackball que pode ser usado como um mouse.

Notebooks

Caderno

Em um momento, os notebooks foram versões de laptops em escala reduzida. Eles eram leves, portáteis, telas menores sem unidades de CD-ROM ou DVD. Eles comprometidam desempenho para a portabilidade.

Agora, os termos laptops e notebooks tornaram-se quase sinônimo de muito pouca separação entre os dois tipos de computadores.

Tablets

GIS Tablet

Tablets são computadores ultra portátil. Eles são geralmente mais caros e podem ter o mesmo processamento, memória e disco rígido como computadores portáteis.

Eles são geralmente equipados com um teclado na tela ou stylus tornando-os ideais para ambientes específicos. Os comprimidos podem reconhecer caligrafia e têm teclados virtuais.

Mainframes

Mainframe GIS

Mainframes são computadores centralizadas que suportam numerosas estações de trabalho. As grandes organizações usam mainframes com cada usuário se conectar a um terminal burro.

Centenas de usuários podem ter atualizações de software do servidor central. A computação em nuvem envolve usuários conectar remotamente através de um browser. Aplicações e armazenamento de dados são mantidos em um servidor central.

Servidores

GIS servidor

Os servidores são computadores que suportam múltiplos usuários acessando aplicativos cliente simultaneamente. Ele executa uma instância do software e aceita solicitações de clientes.

Mainframes, servidores de nuvem e minis são exemplos de servidores. Os usuários podem acessar esses servidores e informações é realizada centralmente, onde os usuários podem compartilhar e acessar dados de forma colaborativa.

Como Central Processing Units Trabalho

CPU GIS Hardware

A unidade de processamento central (CPU) tem instruções do sistema operacional (OS). A CPU leva este conjunto de instruções e passa por um ciclo de repetição

Buscar Instrução: Arquivos executáveis ​​são arquivos binários com instruções para a CPU. As cópias do sistema operacional o programa na RAM, em seguida, começa a alimentar as instruções da CPU.

Decodificação: Cada instrução é em números binários – (1 = on e 0 = off). A CPU decodifica as cordas de código binário.

Execução: A CPU executa a operação real. Isso é feito pela Unidade Lógica Aritmética.

Esse ciclo se repete a partir de a busca de instruções.

Lei de Moore em GIS

Na década de 1960, o tamanho dos computadores eram verdadeiros elefantes brancos. Eles eram volumosos, sem a capacidade e sem mobilidade.

Um sujeito com o nome de Gordon Moore observou que o mesmo chip dobraria de tamanho e velocidade a cada 18 meses.

Como um relógio, essa previsão se confirmou e cunhou o termo “Lei de Moore”.

O que o futuro guarda?

A computação quântica? Realidade Virtual GIS?

Conclusão

Nós analisamos alguns dos componentes essenciais de hardware GIS – CPUs, dois monitores, memória RAM, disco rígido e GPUs.

Todos desempenham um papel fundamental na forma como a sua escolha em software GIS será executado.

 

A fonte deste artigo é GISGeography

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Coleta de dados em campo com auxílio de dispositivos móveis

A coleta de dados de campo representa, muitas vezes, uma etapa crucial em projetos de pesquisa. Levantamentos, como informações socioeconômicas, caracterizações de uso e cobertura da terra, identificação de infestações de pragas e doenças, entre outros dados, só podem ser obtidos com a ida do pesquisador ou de uma equipe capacitada ao campo, o que implica elevados custos e dispêndio de tempo. A fim de padronizar e agilizar o processo de coleta de dados em campo, muitos utilizam planilhas e questionários preestabelecidos, nos quais os dados de interesse são anotados e, posteriormente, tabulados para uso no projeto. Com o surgimento dos dispositivos móveis, essas ferramentas têm sido empregadas para agilizar o processo de coleta e organização dos dados no campo, além de acelerar a etapa de tabulação e processamento efetuada no escritório. Um exemplo do uso de dispositivos móveis para coleta de dados foi o Censo 2010, feito pelo IBGE. Essa aplicação é considerada a primeira operação completamente digital em grande escala – atingiu quase 200 milhões de habitantes –, e foi reconhecida e premiada por organismos internacionais (IBGE, 2010). Outros exemplos incluem sistemas desenvolvidos para questionários da área médica  e testes comparativos entre coleta de dados usando métodos tradicionais em papel e em dispositivos móveis. Nesses testes, os autores verificaram que os dados coletados das duas formas não apresentaram diferenças (concordância maior que 95%), e que anotações feitas utilizando dispositivos móveis têm a vantagem de agilizar a tabulação dos dados. Aparelhos mais modernos apresentam novas formas de inserir dados textuais e, além disso, hoje em dia, a utilização de tais tecnologias é mais difundida. Dessa forma, a coleta de informações textuais está mais fácil, e pode substituir, com vantagens, o papel e lápis.

 

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Conheça a GISCursos

Curso Introdução ao QGIS

Estão abertas as inscrições para o curso de Q-GIS. Este curso destina-se a um grande universo de áreas de atuação, tais como, ambiente, arquitetura, planejamento, arqueologia, bem como para técnicos da administração pública, de empresas privadas, e estudantes e licenciados .

O curso será nos dias 22,23 e 24 a noite de 18:00 às 21:45.

Investimento: R$450,00

Informações: 21 3689-3796 / 3576-0691 / 988549132 (WhatsUp)

Conteúdo Programático

Quantum GIS 2.8 – Apresentação

Instalação Quantum GIS 2.8

Prática 01 – O ambiente utilizado

Prática 02 – Criação de Projetos

Prática 03 – Aquisição de dados na web

Prática 04 – Trabalhando com dados vetoriais

Prática 04 – Trabalhando com a tabela de atributos

Prática 05 – Trabalhando com dados Raster

Prática 06 – Trabalhando com projeções

Prática 07 – Selecionando feição

Prática 08 – Exportando feição selecionada

Prática 09 – Utilizando a ferramenta de corte

Prática 10 – Utilizando a ferramenta de Buffer

Prática 11 – Cálculo de área

Prática 12 – Cálculo de distância

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