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Drone Control instala tecnologia para detecção de drones em Campinas

Os sistemas de bloqueio de sinais de radiocomunicações foram regulamentados pela ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) através das Resoluções 306/2002 e 308/2002. Sua aplicação está restrita a presídios, cadeias e áreas de segurança.

A NEGER Telecom foi a empresa responsável pelo desenvolvimento da PLATAFORMA BRASILEIRA DE BLOQUEIO DE SINAIS DE RADIOCOMUNICAÇÕES, sistema capaz de bloquear os sinais das redes celulares em todas as tecnologias comercialmente disponíveis no país.

Também foi a empresa responsável pelo desenvolvimento do DroneControl, o primeiro Sistema de Proteção contra Veículos Aéreos Remotamente Pilotados (Drones) certificado no Brasil.

Estes sistemas foram resultado de projetos de pesquisa e desenvolvimento apoiados pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, além de parceria com a UNICAMP.

Os equipamentos foram submetidos a rigorosos testes nos laboratórios do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e aprovados para certificação e homologação junto à ANATEL (Certificado de Homologação 0039-10-5613).

A implantação de sistemas de bloqueio requer um complexo projeto de engenharia de radiofreqüência para garantir a efetividade do cancelamento do sinal no perímetro delineado e evitar a interferência indesejável fora dos limites da área de segurança.

As características construtivas de cada situação exigem um projeto individualizado para cada aplicação.

A NEGER Telecom lidera o mercado brasileiro neste tipo de aplicação, possuindo a mais experiente e qualificada equipe de engenharia especializada em projeto de sistemas de bloqueio de serviços de telecomunicações.

Fonte: http://www.neger.com.br/produtos/bloqueador-drone
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Drone muda de forma para passar por lugares estreitos

Drone que encolhe

Drone muda de forma para passar por lugares estreitos

Se você quer fazer filmes para o Youtube mas tem medo de quebrar seu precioso drone fazendo-o voar em lugares estreitos, esta pode ser a solução que você estava procurando.

Inspirado na forma como as corujas ajustam suas asas para voar silenciosamente por entre as árvores, este robô aéreo é capaz de alterar seu perfil em pleno voo.

Ajustando seus braços, nos quais são fixadas as hélices, ele consegue reduzir drasticamente sua envergadura, podendo então voar por lugares apertados sem exigir que o controlador humano seja um ás de pilotagem – o drone encolhe os braços sozinho ao detectar uma passagem muito estreita.

Valentin Riviere e seus colegas da Universidade Aix-Marseille, na França, batizaram seu drone de Quad-Morphing, um quadricóptero morfológico.

Asa bioinspirada abre, trava e fecha sem usar energia

Redação do Site Inovação Tecnológica –  04/04/2018

Asa bioinspirada abre, trava e fecha sem uso de energia

Asa da tesourinha (Dermaptera), com sua incrível capacidade de dobra. [Imagem: Jakob Faber/ETH Zurich]
 

Asa biomimética

Todos conhecem o origami como a arte japonesa das dobraduras em papel, mas existem exemplos de origami também no mundo natural. A asa de uma tesourinha, por exemplo, é uma ilustração perfeita: seu elaborado desenho é muito mais engenhoso do que qualquer estrutura feita pelo homem.

Quando aberta, a asa da tesourinha torna-se 10 vezes maior do que quando fechada – uma das mais altas taxas de dobraduras no reino animal. A grande área da asa permite que o inseto voe, enquanto sua forma compacta, quando as asas se retraem, permite que a criatura se infiltre pelo subsolo sem danificar as asas.

O design da asa desse inseto tem outro recurso exclusivo: Em seu estado aberto, a asa “trava”, permanecendo rígida sem necessidade de força muscular para garantir estabilidade. Igualmente, com apenas um “clique”, a asa se dobra completamente, novamente sem atuação muscular.

Agora, a equipe do professor André Studart, um brasileiro que atualmente trabalha no Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, na Suíça, conseguiu criar uma estrutura artificial que funciona sob o mesmo princípio – o pesquisador é natural de Brasília e se formou em Ciência e Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de São Carlos, no interior de São Paulo.

André afirma que o modelo artificial biomimético poderá ter diversos usos, dos robôs e drones, à eletrônica de vestir e até na exploração espacial.

Mola de dupla função

A análise da asa da tesourinha mostrou que, se a asa operasse no princípio clássico do origami – usando dobras rígidas e retas com uma soma angular de 360 graus em suas interseções – o inseto só seria capaz de dobrar sua asa até um terço de seu tamanho. O fator crucial no projeto da asa do inseto são suas dobras elásticas, que podem funcionar de forma dupla, como uma mola extensora ou rotacional.

As juntas das asas artificiais foram feitas de camadas de um biopolímero elástico especial, a resilina, cuja disposição e espessura determinam o tipo de mola. Em alguns casos, as funções de extensão e rotação são combinadas na mesma junta.

As funções de mola nas dobras de conexão foram programadas no material para permitir que ele faça movimentos de extensão ou rotacional, imitando o modelo biológico.

Asa bioinspirada abre, trava e fecha sem uso de energia

Este é um dos modelos biomiméticos construídos pela equipe. [Imagem: Jakob Faber/ETH Zurich]

Eletrônica de vestir e velas solares

Os protótipos mostraram que essas estruturas de origami bioinspiradas, com travamento automático, economizam espaço, peso e energia, já que não requerem atuadores ou estabilizadores adicionais.

Uma aplicação potencial seria na eletrônica dobrável, das peles eletrônicas aos aparelhos de vestir. As viagens espaciais também têm a ganhar com esse projeto: Velas solares para satélites ou sondas espaciais poderiam ser transportadas dentro de um espaço muito pequeno e, em seguida, desfraldadas até seu tamanho total já no espaço.

 

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=asa-bioinspirada-abre-trava-fecha-sem-usar-energia&id=010180180404#.WyEPF6knaL4

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replantio com drones

Startup vai usar drones para semear 1 bilhão de árvores por ano e reflorestar o planeta

Corte de madeira, mineração, agropecuária e a cada vez maior expansão dos centros urbanos em direção às florestas são responsáveis por levar ao chão aproximadamente 26 bilhões de árvores por ano.

Para reverter este cenário de destruição, o americano Lauren Fletcher sonha em fazer um replantio em escala industrial: semear 1 bilhão de árvores por ano usando drones. “Há anos eu e meu time estudamos as mudanças climáticas. Com esta tecnologia, acreditamos que poderemos mudar o mundo”, afirma o visionário.

Fletcher, engenheiro que trabalhou durante 20 anos na Agência Aeroespacial Americana (Nasa), é o CEO da BioCarbon Engineering, sediada em Oxford, na Inglaterra. A startup desenvolveu um projeto que utiliza a tecnologia dos drones para mapear, plantar e monitorar o crescimento das mudas.

No ar, os drones farão o mapeamento preciso das áreas que precisam ser replantadas, gerando imagens em alta resolução e mapas em 3D. Em seguida, o equipamento será usado para o plantio de sementes germinadas, que tem índice de absorção na terra muito mais alto quando comparado a técnicas que fazem dispersão aérea de sementes secas.

O sistema é bastante sofisticado. Os drones descem a dois ou três metros acima do solo e lançam uma espécie de casulo, que contem sementes pré-germinadas, cobertas por um hidrogel com nutrientes. O veículo aéreo tem capacidade para plantar dez sementes por minuto. Fletcher acredita que será possível plantar 36 mil mudas de árvores por dia.

A técnica de agricultura de precisão garantirá o replantio em larga escala. Segundo a BioCarbon Engineering, o plantio manual é caro e lento e o que espalha sementes secas apresenta baixo índice de germinação.

Numa última etapa, os drones servirão para monitorar as áreas que foram replantadas. Esta informação ajudará a fornecer avaliações da saúde do ecossistema ao longo do tempo.

No ano passado, o projeto da BioCarbon Engineering recebeu um prêmio da Skoll Foundation, fundação americana que investe na inovação e empreendedorismo social. Mais recentemente, ficou com o terceiro lugar na competição Drones for Good, nos Emirados Árabes Unidos.

A intenção do engenheiro americano é que até o meio do ano os drones já estejam no ar, semeando novas florestas pelo planeta. Que bons ventos os levem!

Assista abaixo ao vídeo em que Lauren Fletcher explica, em inglês, como funcionará o replantio de árvores com drones:

UAE Drones for Good England from zee on Vimeo.

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Drone Restrictions

Acordo entre Portugal e Brasil produzirá VANTs com mais tecnologia.

Mais e mais o país precisará de profissionais capacitados. O formação profissional se fará imprescindível.

Os Ministros da Defesa do Brasil, Jacques Wagner, e de Portugal, José Pedro Aguiar Branco, participam da assinatura de um acordo de cooperação entre as empresas Santos Lab do Brasil e o Grupo português Tekever, para desenvolvimento de aviões não tripulados brasileiros ainda mais modernos. O acordo será assinado nesta terça-feira, dia 14, às 11:30 hs, no Pavilhão 2 do Riocentro, no dia de abertura da LAAD, a mais importante feira de defesa da América do Sul.

A Santos Lab é a mais importante empresa brasileira e líder no segmento de produção de veículos aéreos não tripulados, com seus aviões equipando a Marinha do Brasil. O Grupo tecnológico português TEKEVER é o mais importante no segmento de defesa de Portugal. As duas empresas vão integrar tecnologia e conhecimento no desenvolvimento de novos produtos e unir esforços comerciais a nível global, com particular enfoque nos mercados sul-americanos.

O AR2 Carcará é o primeiro produto a resultar desta parceria entre as duas empresas. Este VANT já está ao serviço de missões de vigilância marítima da Marinha Brasileira. O AR2 Carcará inclui uma estrutura totalmente à prova de água, concebida e produzida pela Santos Lab, especificamente destinada a operações marítimas e anfíbias. Ele está ainda equipado também com avançados sistemas de bordo, sistemas de comunicação e estações terrestres fornecidos pela TEKEVER, permitindo uma nova gama de capacidades operacionais.

Gilberto Buffara, CEO da Santos Lab, acredita em boas perspectivas para os negócios da Santos Lab com esta nova parceria:

“Estamos muito felizes com esta parceria. Ao passarem a incorporar os sistemas da TEKEVER, os nossos produtos ganham flexibilidade, versatilidade e um grau de segurança adicional, o que irá beneficiar de forma muito clara os nossos clientes. Passamos a ter uma enorme vantagem competitiva, não só no mercado brasileiro, como no restante mercado sul americano, e passamos também a ter acesso ao mercado global através da estrutura internacional do Grupo TEKEVER”,

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Inscrições Abertas para curso de Drones e VANTS

Para interessados em trabalhar com VANTS e Drones em fotometria, em executar projetos comerciais com o uso de aeronaves não tripuladas e para mapeamento e monitoramento.

divulgação_cursos_drones

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Drone Restrictions

O Chile instaurou uma norma pioneira na América Latina para regular o voo de drones.

O Chile instaurou uma norma pioneira na América Latina para regular o voo de drones, tanto em seu uso público quanto privado, de grande popularidade hoje no país.

“Os drones são aeronaves que estavam fora de qualquer norma. Com esta regulamentação, pioneira ao menos na América Latina, seu uso será regulado”, disse à AFP Maximiliano Larraechea, responsável pela Direção Geral da Aeronáutica Civil (DGAC), após apresentar o novo regulamento.

Nenhum outro país da América Latina tem hoje uma norma para drones. A Organização Aviação Civil Internacional (OACI) estima que entregará um regulamento internacional apenas em 2018, de acordo com a DGAC.

A norma chilena, conhecida como DAN 151, regula o uso de drones com fins públicos principalmente de empresas e meios de comunicação, proibindo o uso de aeronaves de mais de 6 quilos e tornando obrigatório o uso de um paraquedas para evitar acidentes.

Se um drone de sete quilos cair de uma altura de 10 metros, seu impacto no chão será de 70 quilos. “Isso mata uma pessoa, por isso exigimos o paraquedas e limitamos o peso”, explicou Larraechea.

Os drones não poderão voar a uma altura maior de 130 metros, nem a mais de 500 metros de distância do operador e não poderão ser utilizados de noite, sendo proibidos de sobrevoar eventos de massa e devem fazê-lo ao menos a dois quilômetros de um aeroporto. Além disso, deverão ser registrados ante a DGAC e seus operadores precisarão obter uma licença de voo.

Os que desrespeitarem estas normas deverão pagar multas que chegam a 36.000 dólares.

Diante da grande popularidade de pequenos modelos de drones entre usuários privados, a DGAC determinou que estas aeronaves poderão ser colocadas em funcionamento nas casas de seus donos, mas não a mais de 130 metros de altura, ou fora de zonas urbanas. Seu voo ficou proibido em espaços públicos em cidades.

Larraechea também indicou que será proibido o uso de drones para fins comerciais, diferentemente do que ocorre nos Estados Unidos, onde foram realizados testes para utilizá-los na entrega de produtos ou para fornecer internet.

Fonte: Yahoo Notícias

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