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DECEA lança versão 1.8 do Sistema de Solicitação de Acesso ao Espaço Aéreo por UAS – SARPAS

É preciso certificar-se de atender todos os pré-requisitos previstos na legislação dos órgãos reguladores.

 

Estamos de volta, querendo aprimorar, refinar e avançar. Longe da métrica parecer repetitiva, as palavras sinônimas servem para ilustrar a complexidade e o tempo de maturação necessários para se alcançar a perfeição de um sistema, ou pelo menos, chegar o mais próximo deste ideal.

Tem sido assim com o Sistema de Solicitação de Acesso ao Espaço Aéreo por RPAS (SARPAS), lançado em dezembro de 2016, para trazer agilidade à tramitação dos pedidos de autorização de voo para aeronaves remotamente pilotadas (RPA), os drones.

“Não basta comprar um equipamento e, em seguida, fazer um teste de funcionamento, alcance e altura. Para acessar o espaço aéreo, o piloto de uma aeronave remotamente pilotada deve estar atento às regras que devem ser seguidas”, recomenda o Coronel Aviador Jorge Humberto Vargas Rainho, chefe da Divisão de Coordenação e Controle do Subdepartamento de Operações do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA).

Tanto as RPAs quanto os aeromodelos são considerados aeronaves e, por esta razão, devem seguir as regras previstas em legislação definida pelo DECEA, organização militar da Força Aérea Brasileira, responsável pelo controle e gerenciamento do espaço aéreo brasileiro.

Quanto ao cadastro, todas as aeronaves de uso não recreativo devem ser cadastradas no DECEA por meio do SARPAS. Para aquelas que forem de uso exclusivamente recreativo, só é necessário fazer este cadastro no DECEA se existir a pretensão de voar um aeromodelo fora das áreas consideradas adequadas.

Adicionalmente, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) estabeleceu regras para as operações civis de aeronaves não tripuladas, o Regulamento Brasileiro de Aviação Civil Especial nº 94 (RBAC-E nº 94), complementar à regulamentação do DECEA. É obrigatório cadastrar todas as aeronaves não tripuladas com peso acima de 250 g no Sistema de Aeronaves não Tripuladas (SISANT), da ANAC.

O proprietário de uma aeronave remotamente pilotada também precisa homologar seu equipamento junto à Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), no Sistema de Gestão de Certificação e Homologação. A medida serve para impedir que os transmissores de radiofrequência, presentes nos controles remotos dos equipamentos, gerem interferências em outros serviços, como as comunicações via satélite, ou sofram inferências, por exemplo.

A ideia é possibilitar a entrada destas aeronaves de forma coordenada e segura. É preciso saber que trafegam pelos céus do Brasil aeronaves de companhias aéreas, a chamada aviação regular, aviões de médio e pequeno porte da aviação geral, helicópteros, e, em lugares previamente autorizados e estabelecidos, asa-delta, parapentes e afins.

Além disso, o Brasil é signatário de acordos internacionais para garantia da segurança na aviação. Deste modo, para possibilitar o acesso à informação ou solicitação de voo, o DECEA definiu a necessidade de comprovação, em seu domínio, dos cadastros já realizados na ANAC, tanto de pilotos, quanto de aeronaves. Com o SARPAS, o DECEA faz o controle do que é de sua responsabilidade: a exploração do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB).

O DECEA trabalha para trazer melhorias aos usuários que acessam o espaço aéreo brasileiro, independentemente se o serviço é ou não tributado, por este motivo nasceu a versão 1.8 do SARPAS. Em sua versão 1.7 foi criado o cadastro de pessoas jurídicas. Agora, na nova versão, as pessoas jurídicas poderão solicitar operações para os pilotos, com os quais suas aeronaves tenham sido compartilhadas. Para tanto, basta uma autorização do piloto.

 

Principais Mudanças

Maior flexibilidade na definição preliminar de análise do voo – uma vez que os usuários vêm demonstrando grande maturidade nas ações que envolvem o acesso ao espaço aéreo, ao DECEA foi permitido aumentar o escopo de operações para as quais não se torna necessária uma análise de tráfego aéreo, uma vez que o usuário se compromete em cumprir todos os parâmetros previstos, mantendo a segurança do espaço aéreo, das pessoas, propriedades e animais no solo.

Atualização das normas em vigor, documentando tais parâmetros mais flexíveis.

Tanto uma Pessoa Física, quanto uma Pessoa Jurídica podem compartilhar suas aeronaves, criando, assim, a equipe para a qual os voos podem ser direcionados. Ao compartilhar sua aeronave com outro piloto, cabe a este último autorizar o direcionamento de voos.

Diminuição das áreas de No Fly Zone (NFZ) para o DECEA – os usuários poderão verificar que houve uma diminuição significativa nas áreas vermelhas apresentadas, as quais representam agora a realidade. Mostrando definitivamente ao piloto que o voo, nas condições em que se pretende, requerem maior atenção e uma análise mais apurada do possível impacto.

Adequação da distância de aeródromos e helipontos com a área solicitada para que a operação não gere impacto negativo na segurança.

Criação do campo: “Descrição de Operação” – por meio do preenchimento do campo, o usuário terá melhores condições de interagir com os Órgãos Regionais, informando os parâmetros solicitados e levantando observações que julgar necessário. Tal criação reforça a intenção do DECEA de se manter cada vez mais próximo de seus usuários.

Alteração nas Declarações – da mesma forma que ocorreu na revisão das Normas afetas ao acesso ao espaço aéreo por RPA e Aeromodelos. Cada vez mais o DECEA reconhece a maturação do setor de drones e seus usuários. Dessa forma, os pilotos terão condições de manter a flexibilização de acesso, deixando claro que estão cientes de suas responsabilidades como pilotos que são.

Um ponto muito importante é que, para flexibilizar os parâmetros, o DECEA atesta sua confiança nos pilotos, determinando como NFZ as distâncias de 2km de aeródromos e de 600m de helipontos, cabendo ao piloto verificar a necessidade de não operar em Zonas de Aproximação e de Decolagem.

Uso responsável

Os drones vieram para ficar e o uso responsável tem proporcionado uma infinidade de aplicações, as quais quando aplicadas de forma consciente, têm gerado empregos e sustentado famílias inteiras.

As alterações já foram reconhecidas por usuários cadastrados no SARPAS e foram muito bem recebidas.

O DECEA vem trabalhando em conjunto com Órgãos de Segurança Pública e os demais usuários, promovendo a conscientização necessária. Vale lembrar que o Estado Brasileiro é reconhecido como detentor de boas práticas em termos de regulamentação de acesso ao espaço aéreo por aeronaves que representam um novo segmento.

Recentemente, em um Simpósio realizado na China, representantes do DECEA mostraram o que tem sido feito internamente no Brasil e várias iniciativas têm sido vistas com bons olhos pela comunidade internacional, uma delas é a utilização de Sistemas como o SARPAS.

 

Recomendações

A segurança é fundamental para qualquer sobrevoo de aeronaves não tripuladas. Certifique-se, antes de iniciar um voo, das informações necessárias para planejar o deslocamento pretendido. Conheça previamente as características do equipamento e seu manual de operação.

Alguns voos necessitam de uma Avaliação de Risco Operacional e da contratação de Seguro. Tudo o que é exigido é simples de ser realizado. Logo, só operam fora das Normas aqueles que realmente não querem segui-las.

Avalie as condições meteorológicas dos locais envolvidos e a rota a ser voada. Faça um cálculo adequado da autonomia de bateria e o tempo previsto para o voo, principalmente se o ponto de decolagem e pouso estiverem na mesma posição geográfica. Outra dica: tenha um planejamento alternativo para o caso de não ser possível completar o percurso inicial.

É preciso certificar-se de atender todos os pré-requisitos previstos na legislação dos órgãos reguladores.

“Acessar ao espaço aéreo sem a homologação da ANATEL (todos os casos), sem a documentação prevista pela ANAC (todos os casos) e sem a uma mensagem de autorização ou notificação do DECEA (exceção feita aos voos de aeromodelos dentro de áreas adequadas à prática) é um ato ilícito e pode gerar consequências civis e criminais. O DECEA está junto com todos aqueles que pretendem fazer uso de drones com responsabilidade e maturidade”, alerta o Coronel Vargas.

 

Implicações

Para saber quais inferências podem ser ocasionadas pelo acesso não autorizado ao espaço aéreo, basta consultar os Artigos 132 e 261 do Código Penal, e os Artigos 32 e 35 da Lei das Contravenções Penais.

“Obviamente ninguém quer isso. Não queremos aplicar Sanções Administrativas e/ou criminais em usuários. O que o DECEA quer e não vai abrir mão é da SEGURANÇA no acesso ao espaço aéreo, por quaisquer aeronaves envolvidas. Portanto, voe de forma regular, procure as autoridades, tire suas dúvidas e pergunte sempre. Estamos à disposição para quaisquer situações e, se desejar, venha nos visitar, teremos imensa honra em recebê-los. Bons voos em segurança a todos. Um dia nos encontraremos pelas aerovias”, completou o oficial.

 

A GISCursos tem voltado ao trabalho com mapeamento, cursos básicos de operação, mapeamento e fotogramentria com drones.

Consulte-nos: http://www.giscursos.com.br/curso_drones-vants.html

 

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Drone Control instala tecnologia para detecção de drones em Campinas

Os sistemas de bloqueio de sinais de radiocomunicações foram regulamentados pela ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) através das Resoluções 306/2002 e 308/2002. Sua aplicação está restrita a presídios, cadeias e áreas de segurança.

A NEGER Telecom foi a empresa responsável pelo desenvolvimento da PLATAFORMA BRASILEIRA DE BLOQUEIO DE SINAIS DE RADIOCOMUNICAÇÕES, sistema capaz de bloquear os sinais das redes celulares em todas as tecnologias comercialmente disponíveis no país.

Também foi a empresa responsável pelo desenvolvimento do DroneControl, o primeiro Sistema de Proteção contra Veículos Aéreos Remotamente Pilotados (Drones) certificado no Brasil.

Estes sistemas foram resultado de projetos de pesquisa e desenvolvimento apoiados pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, além de parceria com a UNICAMP.

Os equipamentos foram submetidos a rigorosos testes nos laboratórios do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e aprovados para certificação e homologação junto à ANATEL (Certificado de Homologação 0039-10-5613).

A implantação de sistemas de bloqueio requer um complexo projeto de engenharia de radiofreqüência para garantir a efetividade do cancelamento do sinal no perímetro delineado e evitar a interferência indesejável fora dos limites da área de segurança.

As características construtivas de cada situação exigem um projeto individualizado para cada aplicação.

A NEGER Telecom lidera o mercado brasileiro neste tipo de aplicação, possuindo a mais experiente e qualificada equipe de engenharia especializada em projeto de sistemas de bloqueio de serviços de telecomunicações.

Fonte: http://www.neger.com.br/produtos/bloqueador-drone
#giscursos #cursosdemapeamentonoriodejaneiro #drones

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A Importância do Sistema de Informação Geográficas para as empresas.

O Sistema de Informação Geográfica (Geographic Information System – GIS) é uma tecnologia em processo de desenvolvimento, dificultando assim, uma definição que satisfaça a todos os envolvidos com o seu desenvolvimento, com as suas aplicações e usos e até mesmo com o marketing dessa ferramenta, que muitos consideram como ciência.
De acordo com a empresa líder mundial nessa tecnologia – GIS – a Environmental Systems Research Institute – ESRI, em seu manual de Melhores Práticas GIS – Ensaio de Geografia e GIS, de 2008 – tomar decisões baseadas na geografia é fundamental para o pensamento humano, uma vez que se usa esse conhecimento para um simples caso de ir até uma loja ou para um grande evento de lançamento de um equipamento em local preciso.
Um sistema de informação geográfica é uma ferramenta tecnológica para compreender a geografia e tomar decisões inteligentes (GETIS, 2008).

De acordo com a Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT (2010), o principal objetivo do GIS é a geração de informações espaciais tais como mapas, tabelas, relatórios, estatísticas, gráficos e outros, proporcionando condições mais satisfatórias de visualização, entendimento e suporte à tomada de decisões e reduzindo a subjetividade no processo de interpretação dos dados. Isso é possível considerando-se sua capacidade de integração e suas múltiplas alternativas de apresentação das informações aos usuários, o que potencializa a capacidade de abstração e simulação de resultados. No entanto, a utilização eficiente deste tipo de tecnologia requer o conhecimento de suas potencialidades e limitações, bem como dos passos necessários para sua implantação e utilização, de modo a obter o máximo de resultados possíveis.
O Sistema de Informação Geográfica organiza dados geográficos de forma que uma pessoa que lê um mapa pode selecionar os dados necessários para um projeto ou tarefa específica. Um mapa temático tem uma tabela de conteúdos que permite ao leitor adicionar camadas de informações para uma base cartográfica de localidades do mundo real. Com uma capacidade de combinar uma variedade de conjuntos de dados em um número infinito de formas, o GIS é uma ferramenta útil para quase todos os campos do conhecimento, da arqueologia à zoologia e também para a logística.

O GIS é um sistema de informação geográfica projetado para capturar, modelar, armazenar, manipular, atualizar, analisar, mapear dados espaciais, com as informações georreferenciadas, otimizando processos, através da implantação de um projeto que envolve hardware, software, dados geográficos e recursos humanos (GETIS, 2008).
Novas tecnologias, tais como sistemas de posicionamento global (GPS), sistemas de satélites multissensores, desenvolvimento da fotografia digital, integram com sistemas de informações geográficas, permitindo o armazenamento e gerenciamento eficiente desses dados como parte do conjunto das geoinformações disponíveis nos últimos anos (BLASCHKE; KUX, 2005).

Com o GIS, problemas de localização (pontos comerciais, fábricas, fornecedores, centro de distribuição, entre outros), roteamento de veículos, análise de sistemas logísticos, estão sendo resolvidos mais facilmente, em conjunto com outras variáveis, sendo que no roteamento de veículos tornou-se fundamental, pois permite ao usuário visualizar as rotas que foram geradas a partir de um algoritmo. Além dessas possibilidades, podem-se
identificar como possíveis de desenvolvimento, aquelas relacionadas com os sistemas de informação, controle do fluxo de mercadorias, controle de estoques, arranjo físico do armazenamento, manuseio de produtos, disponibilização de informações para os clientes on-line, entre outros. (ROCHA, 2008).
Mennecke (1997) discute que o GIS integrado a outras tecnologias formam uma ferramenta essencial para diminuir ou eliminar os gargalos da logística e do transporte. Essas tecnologias fornecem aplicações úteis para os gestores desenvolverem estratégias para reduzir os desperdícios, seja com pessoal, custos com combustíveis, tempo, rotas, proporcionando um melhor atendimento ao cliente (LAPALME et al., 1992; KUNZE, 1993, apud MENNECKE, 1997).
Alguns benefícios dessa poderosa ferramenta são destacados por Breternitz (2001, p. 39):

• aumenta nosso conhecimento acerca dos
recursos disponíveis em uma dada área
geográfica;
• facilita a formulação e a avaliação de
diferentes estratégias alternativas,
respondendo a questões do tipo “what if”
relativas a políticas, análises e distribuição
de recursos;
• reduz o tempo gasto para preparação de
relatórios, gráficos e mapas, o que melhora
a eficácia da informação geográfica usada
em análise de políticas e avaliação de
opções de planejamento;
• melhora o planejamento de futuras
pesquisas, por disponibilizar os dados já
existentes e estabelecer linhas mestras
para coleta, armazenagem e processamento
dos novos dados a serem capturados;
• melhora o tempo de resposta aos pedidos
de informações gerados por gerentes e
planejadores, por tornar as informações
mais acessíveis;
• produz novas informações pela sua
capacidade de manipular dados
anteriormente disponíveis, graças à
capacidade de manipulação de dados via
computador;
• facilita o desenvolvimento de modelos
dinâmicos para apoio ao planejamento;
• permite uma utilização mais adequada dos
recursos humanos disponíveis para coleta e
análise de dados – já se viu que os custos
desses recursos são altos – pela eliminação
de redundâncias e sobreposições de dados e
esforços.

Com a plataforma GIS integrada, é possível criar, servir e explorar o conhecimento geográfico nas aplicações logísticas, gerenciando a complexidade das informações no processo de entrada (criar), compilando essas informações com a utilização do GIS (servir), tornando a informação acessível para a tomada de decisão (explorar – com informações que auxiliam o entedimento do porquê e não apenas do como), gerando um fluxo de trabalho mais produtivo. Esta plataforma integrada é uma poderosa ferramenta para a tomada de decisão logística, apresentando dados com grande impacto, comunicação de mudanças (rotas, por exemplo), projeta as tendências (congestionamento, por exemplo), aumentando a produtividade com a otimização dos fluxos de trabalho (BORBA, 2011).

O conhecimento dos Sistemas de Informações Geográficas (SIG) é uma habilidade cada vez mais procurada em indústrias, e em todos os setores da economia desde que  as empresas entendam bem a sua utilidade.
A Especialização, oferecida pela GISCursos por exemplo com o uso do ArcGIS ou do Quantum GIS (QGIS) , ensinará as habilidades necessárias para usar com sucesso o software GIS em um ambiente profissional.
A capacitação em nossos cursos  proporcionará analisar seus dados espaciais, usar técnicas de cartografia para comunicar seus resultados em mapas e colaborar com colegas em campos dependentes de SIG/GIS. No projeto final da GISCursos, o  aluno criará uma peça de portfólio de GIS de qualidade profissional usando uma combinação de identificação e coleta de dados, desenvolvimento de mapa analítico e técnicas de análise espacial.
Na noss empresa GISSoluções, todas as empresas que necessitem contratar projetos de geoprocessamento terá todo o apoio no processo decisório em qualquer setor da economia que estiver inserido.

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DECEA lança três Circulares de Informações Aeronáuticas sobre aeronaves remotamente pilotadas

Nesta segunda-feira, dia 11 de junho, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) lançou três Circulares de Informações Aeronáuticas (AIC) sobre o uso de aeronaves remotamente pilotadas.

A AIC-N 17/18 regulamenta os procedimentos e responsabilidades necessários para o acesso ao Espaço Aéreo Brasileiro por aeronaves remotamente pilotadas com uso exclusivamente voltado à recreação – os chamados aeromodelos.

A AIC-N 23/18, por sua vez, diz respeito ao uso das aeronaves em proveito dos órgãos ligados aos Governos Federal, Estadual ou Municipal.

A terceira Circular, de número 24/18, é relativa às aeronaves para uso exclusivo em operações dos Órgãos de Segurança Pública (OSP), Defesa Civil (DC) e de Fiscalização da Receita Federal do Brasil (RFB).

As Circulares podem ser lidas na íntegra acessando o menu Publicações do Portal do DECEA na internet (www.decea.gov.br).

 

Fonte: Site DECEA
Assessoria de Comunicação Social do DECEA
Texto: Telma Penteado – jornalista
Fotos: Fábio Maciel

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Drone muda de forma para passar por lugares estreitos

Drone que encolhe

Drone muda de forma para passar por lugares estreitos

Se você quer fazer filmes para o Youtube mas tem medo de quebrar seu precioso drone fazendo-o voar em lugares estreitos, esta pode ser a solução que você estava procurando.

Inspirado na forma como as corujas ajustam suas asas para voar silenciosamente por entre as árvores, este robô aéreo é capaz de alterar seu perfil em pleno voo.

Ajustando seus braços, nos quais são fixadas as hélices, ele consegue reduzir drasticamente sua envergadura, podendo então voar por lugares apertados sem exigir que o controlador humano seja um ás de pilotagem – o drone encolhe os braços sozinho ao detectar uma passagem muito estreita.

Valentin Riviere e seus colegas da Universidade Aix-Marseille, na França, batizaram seu drone de Quad-Morphing, um quadricóptero morfológico.

Asa bioinspirada abre, trava e fecha sem usar energia

Redação do Site Inovação Tecnológica –  04/04/2018

Asa bioinspirada abre, trava e fecha sem uso de energia

Asa da tesourinha (Dermaptera), com sua incrível capacidade de dobra. [Imagem: Jakob Faber/ETH Zurich]
 

Asa biomimética

Todos conhecem o origami como a arte japonesa das dobraduras em papel, mas existem exemplos de origami também no mundo natural. A asa de uma tesourinha, por exemplo, é uma ilustração perfeita: seu elaborado desenho é muito mais engenhoso do que qualquer estrutura feita pelo homem.

Quando aberta, a asa da tesourinha torna-se 10 vezes maior do que quando fechada – uma das mais altas taxas de dobraduras no reino animal. A grande área da asa permite que o inseto voe, enquanto sua forma compacta, quando as asas se retraem, permite que a criatura se infiltre pelo subsolo sem danificar as asas.

O design da asa desse inseto tem outro recurso exclusivo: Em seu estado aberto, a asa “trava”, permanecendo rígida sem necessidade de força muscular para garantir estabilidade. Igualmente, com apenas um “clique”, a asa se dobra completamente, novamente sem atuação muscular.

Agora, a equipe do professor André Studart, um brasileiro que atualmente trabalha no Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, na Suíça, conseguiu criar uma estrutura artificial que funciona sob o mesmo princípio – o pesquisador é natural de Brasília e se formou em Ciência e Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de São Carlos, no interior de São Paulo.

André afirma que o modelo artificial biomimético poderá ter diversos usos, dos robôs e drones, à eletrônica de vestir e até na exploração espacial.

Mola de dupla função

A análise da asa da tesourinha mostrou que, se a asa operasse no princípio clássico do origami – usando dobras rígidas e retas com uma soma angular de 360 graus em suas interseções – o inseto só seria capaz de dobrar sua asa até um terço de seu tamanho. O fator crucial no projeto da asa do inseto são suas dobras elásticas, que podem funcionar de forma dupla, como uma mola extensora ou rotacional.

As juntas das asas artificiais foram feitas de camadas de um biopolímero elástico especial, a resilina, cuja disposição e espessura determinam o tipo de mola. Em alguns casos, as funções de extensão e rotação são combinadas na mesma junta.

As funções de mola nas dobras de conexão foram programadas no material para permitir que ele faça movimentos de extensão ou rotacional, imitando o modelo biológico.

Asa bioinspirada abre, trava e fecha sem uso de energia

Este é um dos modelos biomiméticos construídos pela equipe. [Imagem: Jakob Faber/ETH Zurich]

Eletrônica de vestir e velas solares

Os protótipos mostraram que essas estruturas de origami bioinspiradas, com travamento automático, economizam espaço, peso e energia, já que não requerem atuadores ou estabilizadores adicionais.

Uma aplicação potencial seria na eletrônica dobrável, das peles eletrônicas aos aparelhos de vestir. As viagens espaciais também têm a ganhar com esse projeto: Velas solares para satélites ou sondas espaciais poderiam ser transportadas dentro de um espaço muito pequeno e, em seguida, desfraldadas até seu tamanho total já no espaço.

 

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=asa-bioinspirada-abre-trava-fecha-sem-usar-energia&id=010180180404#.WyEPF6knaL4

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O poder da geolocalização para engajar consumidores

Com o objetivo de facilitar a compra de bens básicos e recorrentes com mais comodidade e rapidez. empresas e  startups visam o melhor custo benefício e experiência de compra satisfatória para seus usuários.

Por meio da geolocalização, o consumidor pode ter acesso aos serviços mais próximos de sua casa e, com isso, conciliar melhor o tempo das suas compras com a sua rotina diária. Dessa forma, é possível otimizar melhor suas atividades e garantir que os produtos frescos sejam entregues com a mesma qualidade. Plataformas reúnem “shoppers” que vão até locais mais próximos do endereço de entrega do cliente para escolher produtos de acordo com lista prévia e preferências.

De acordo com o grupo de pesquisa Kantar TNS, no Brasil, o uso de smartphones cresceu 3,5 vezes, passando de 14%, em 2012, para 62% em 2016.

Segundo dados revelados pelo IBGE, mais de 92% dos brasileiros usam o smartphone como principal meio de acesso à internet e as buscas usadas ‘próximo de mim’ aumentaram 75% em 2017, o que mostra que cada vez mais os consumidores estão buscando por serviços que ofereçam a melhor experiência em curto prazo na sua decisão de compra baseadas na geolocalização.

Com a expansão dessa tecnologia, as marcas têm buscado uma maior aproximação com seus clientes por meio de serviços que tornam mais agradável a jornada do cliente.

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gis

O que é SIG?

GIS é um sistema que pretende capturar, armazenar, gerenciar, manipular, analisar, os dados geográficos.

O termo GIS raramente usado para ciência da informação geográfica (Geociências) se relaciona com o sistema acadêmico que estuda os sistemas de informação GIS . É um vasto domínio dentro da disciplina acadêmica mais ampla da Geo-informática. O que vai além de um SIG é uma infraestrutura de dados espaciais, um conceito que não possui limites tão limitantes.

O sistema de informação GIS é um caso particular de sistemas de informação em que o banco de dados inclui observações sobre recursos, atividades ou eventos espacialmente detalhados, que são definidos no espaço como pontos, linhas ou áreas.

Um sistema de informação geográfica (GIS) gerencia dados sobre essas áreas, pontos e linhas, ajudando assim na recuperação de informações de dados.

O sistema de informação GIS já influenciou a maioria de nós em algumas das outras maneiras, sem que nós o reconheçamos. Se você já usou um programa de mapeamento da Internet para encontrar instruções, parabéns, você usou pessoalmente o GIS!

A última cadeia de supermercados na esquina aparentemente estava localizada usando GIS, portanto, ajudou na determinação do local mais efetivo para atender a demanda do cliente.

Abaixo estão os usos básicos do SIG:

Usos do SIG

Mapeamento de dados: a função primária de um sistema de informação SIG é apresentar uma representação visual de dados. Assim, o GIS mostra a coleta de dados e, em seguida, o representa no formato de mapa visual.

Análise de proximidade: uma análise de proximidade é um procedimento analítico que ajuda na determinação da relação entre um determinado local e outros locais, bem como pontos que estão em conexão uns com os outros de alguma forma. Várias organizações empresariais também usam Análise de Proximidade para identificar sites adequados para estabelecimentos comerciais.

Buffering: o buffer é a técnica usualmente usada com análise de proximidade para mostrar a esfera de influência de um determinado ponto. O buffer não é apenas útil para construir uma zona em torno de uma determinada característica geográfica para além disso, mas também para investigação usando o método de sobreposição.

Localizar Clusters: um cluster pode envolver membros onde uma distância entre eles é decididamente menor do que uma determinada quantidade ou áreas em que os pontos são densos, mais significativos do que um nível específico.

Encontrar o mais próximo: um procedimento que é usado para medir as distâncias dentro de um ponto e a borda de um elemento particular que define como um polígono usando pontos vetoriais.

Análise de localização: o melhor método para classificar um local para uma nova tomada local. O procedimento que se desenvolveu a partir de abordagens teóricas pode ser usado para explicar as condições detectadas em um algoritmo para identificar locais ótimos.

Ferramenta GIS:

Os aplicativos GIS são ferramentas que permitem aos usuários não só criar consultas interativas ou pesquisas criadas pelo usuário, mas também permitir a análise de informações espaciais, editar dados em mapas e apresentar os resultados de todas essas operações.

Abaixo está a lista de ferramentas de GIS usadas mais comumente, elas são:

  • Superposição e proximidade
  • Superfícies
  • Estatísticas espaciais e não espaciais
  • Gerenciamento de tabela
  • Seleção e extração

Abaixo estão as vantagens do GIS que, portanto, são úteis -

As principais vantagens do SIG são as seguintes:

Melhora a tomada de decisões – as decisões são mais acessíveis devido à informação particular e completa apresentada sobre um ou mais locais.

Diminuir os custos e aumentar a eficiência - principalmente no que se refere aos horários de manutenção, ao progresso da frota ou aos horários agendados.

Uma comunicação facilmente compreensível entre a organização e os departamentos podem ser visualizados no formato visual.

Secure Managing records - As mudanças geológicas são registradas pelos sistemas GIS que são confiáveis ​​para documentar mudanças.

Gerenciando geograficamente - entender o que é e o que ocorrerá em um espaço geográfico, portanto, ajudará a planejar um curso de ação.

Essas são algumas das vantagens que não só poderia fornecer o uso da tecnologia SIG, mas também pode ser uma ótima decisão para usá-la.

O GIS confiou em modificações feitas em muitos tipos diferentes de sistemas GIS:

  • Geografia
  • Cartografia
  • Fotogrametria
  • Sensoriamento remoto
  • Levantamento
  • Geodésia
  • Engenharia Civil
  • Estatisticas
  • Ciência da Computação
  • Pesquisa de operações
  • Inteligência artificial
  • Demografia, e muitos outros ramos ou tipos de SIG.

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mata atlantica

Mapeamento de áreas e ações prioritárias da Mata Atlântica.

Até 15 de janeiro, o Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ) e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) recebeu a colaboração de profissionais que atuam em organizações da sociedade civil, governo e empresas para a construção do Mapa das Áreas e Ações Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade Brasileira – Bioma Mata Atlântica.
Por meio do link www.ipe.org.br/areasprioritarias foi possível acessar um formulário para avaliar o impacto do atual mapa de áreas prioritárias da Mata Atlântica e construir um novo documento.
O objetivo é que o documento sirva como fonte de informação para profissionais e tomada de decisões para a conservação socioambiental do bioma. As organizações participantes terão os devidos créditos inseridos na pesquisa e no resultado final do mapa, que terá acesso livre. Essa, que é a segunda atualização do mapa, deve se encerrar em 2018. A primeira ocorreu em 2007.
Os trabalhos estão sendo desenvolvidos pelo IPÊ, por meio de uma parceria com o MMA e com o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), no contexto da Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável Brasil-Alemanha.
O processo recebe apoio da Iniciativa Internacional de Proteção do Clima (IKI), do Ministério Federal do Meio Ambiente e Proteção da Natureza, Construção e Segurança Nuclear (BMUB) da Alemanha.
Obs: O link do formulário não aceita mais inscrições.
Fonte: FGV

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IBGE atualiza mapas políticos das regiões brasileiras

Versão abrange os 5.570 municípios brasileiros e traz informações acerca dos limites geográficos estaduais e internacionais, do sistema rodoviário e das feições hidrográficas do Brasil.

O IBGE acaba de atualizar a versão dos mapas políticos das regiões brasileiras. A última atualização foi realizada em 2009. Produzidos para serem impressos no tamanho A0 (1,18 metro de largura por 84,1 cm de altura), os mapas estão disponíveis a partir de hoje, em formato PDF, aqui.

O mapa abrange os 5.570 municípios brasileiros e traz informações acerca dos limites geográficos estaduais e internacionais, do sistema rodoviário e das feições hidrográficas do Brasil, além de símbolos que permitem identificar portos, aeroportos e municípios conforme o tamanho da população.

Para a produção da versão 2017 dos mapas, o IBGE utilizou informações da Base Cartográfica Contínua do Brasil, ao milionésimo – uma plataforma digital com a representação cartográfica do país, atualizada regularmente. Os dados usados são referentes a 2016.

Mapas Políticos Regionais
Os Mapas Políticos Regionais são mapas murais de cada uma das cinco regiões do
Brasil, que contemplam os limites estaduais e internacionais, as sedes de todos os
municípios de cada estado, os principais elementos do sistema de transportes e as
feições hidrográficas.
Mapa Mural é a publicação com escala de maior detalhamento possível que cobre todo o
território da unidade representada em dimensões manuseáveis.
Os mapas políticos regionais proporcionam uma visão geral e integrada dos
aspectos políticos e geográficos de cada região, com diversas possibilidades de uso como
atividades escolares, gestão pública e privada, planejamentos diversos e logística.
Os mapas foram produzidos a partir da Base Cartográfica Contínua do Brasil, ao
milionésimo, BCIM – versão 2016.
As informações cartográficas retratadas nos mapas políticos regionais são
classificadas conforme as seguintes categorias:
 Hidrografia – corpos d’água, ilhas, recifes e áreas sujeitas

As informações cartográficas retratadas nos mapas políticos regionais são classificadas conforme as seguintes categorias:

• Hidrografia – corpos d’água, ilhas, recifes e áreas sujeitas à inundação

• Sistema de transportes – rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos

• Localidades – todos os municípios do país, classificados em cinco níveis, segundo a quantidade de habitantes

• Limites – internacionais (caráter informativo) e estaduais

• Mar Territorial

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Ceperj lança novo mapa alterando a Região Metropolitana do Rio de Janeiro

Representação gráfica inclui municípios de Rio Bonito e Cachoeiras de Macacu

A Região Metropolitana do Rio de Janeiro tem nova composição. E a Fundação Ceperj (Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro) produziu o novo mapa oficial do Estado, incorporando à RMRJ os municípios de Rio Bonito e Cachoeiras de Macacu, que já está disponibilizado no portal www.ceperj.rj.gov.br.

Popularmente conhecida como Grande Rio, a RMRJ foi instituída pela Lei Complementar nº 20, de 1º de julho de 1974, após a fusão dos antigos estados do Rio de Janeiro e da Guanabara, unindo as então regiões metropolitanas do Grande Rio Fluminense e da Grande Niterói. É a segunda maior área metropolitana do Brasil, terceira da América do Sul e 20ª maior do mundo, de acordo com o Censo 2010.

Os municípios de Rio Bonito e Cachoeiras de Macacu  pertenciam à Região das Baixadas Litorâneas. Foi com a Lei Complementar nº 158, de 26 de dezembro de 2013, que as duas cidades foram incorporadas pela RMRJ.  Agora, compõem  essa região os seguintes municípios: Rio de Janeiro, Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Japeri, Magé, Maricá, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Paracambi,Queimados, São Gonçalo, São João de Meriti, Seropédica, Tanguá, Itaguaí, Rio Bonito e Cachoeiras de Macacu, “com vistas à organização, ao planejamento e à execução de funções públicas e serviços de interesse metropolitano ou comum”.

Desde a fusão dos antigos estados do Rio de Janeiro e da Guanabara, a RMRJ passou por várias alterações, sendo todas elas registradas em mapas elaborados sob a responsabilidade de técnicos da Coordenadoria de Geociências do Centro de Estatísticas, Estudos e Pesquisas (Ceep). Além da produção cartográfica, essa diretoria da Fundação Ceperj também acompanha, mensalmente, a economia do Estado, fornecendo subsídios ao gestor público para tomada de decisões.

De acordo com alguns historiadores, a região onde hoje se localiza Rio Bonito teria sido visitada por homens de Américo Vespúcio quando aportaram na região de Cabo Frio, por volta de 1504. Numa outra versão, o território teria sido desbravado por sete capitães portugueses, no início do século XVIII. O nome deve-se ao fato de um belo riacho que atravessava a região ter impressionado esses militares, que lutaram na expulsão dos franceses da Baía de Guanabara. Os registros mais antigos sobre Cachoeiras de Macacu datam do final do século XVI, quando os primeiros exploradores subiram o rio Macacu,  após a expulsão dos franceses do Rio de Janeiro.

Segundo o Censo 2010, Rio Bonito tinha uma população de 55.551 habitantes, enquanto  em Cachoeiras de Macacu o total era de 54.273 pessoas. Com a incorporação das duas cidades pela Região Metropolitana do Rio de Janeiro, esses homens e mulheres poderão usufruir de benefícios em serviços de saneamento básico, transporte coletivo, e nas áreas de saúde, educação e segurança.

 FonteL: http://www.ceperj.rj.gov.br/noticias/Mar_14/27/novo_mapa.html

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