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O IBGE lança hoje a versão WEB do Atlas Geográfico das Zonas Costeiras e Oceânicas do Brasil.

Em parceria com a Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), a nova versão é voltada para estudantes e o público em geral, e contém informações sobre os oceanos e o litoral brasileiro, as dimensões histórica, demográfica, econômica, social, cultural e natural. Clique aqui para acessar o aplicativo.

De forma interativa, a versão digital do Atlas tem todas as informações da versão física, publicada em 2011. O objetivo é incentivar a sociedade a pensar, conhecer e valorizar o uso racional da biodiversidade e dos recursos minerais e energéticos presentes nas águas oceânicas, solo e subsolo marinhos, que constituem parte fundamental do desenvolvimento socioeconômico e da sustentabilidade ambiental do país em consonância ao ODS 14 “Vida no Mar” que trata da conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.

Aplicativo permite navegação em ambiente interativo

A nova versão dá ao usuário acesso ao conjunto de mais de 120 mapas editorados e também às bases de dados. Também é permitido fazer download e consulta aos dados geográficos, estatísticos, além de analisar os mapas, podendo fazer navegação, alteração da escala de visualização, visualização e exportação de tabelas e arquivos gráficos, personalização do mapa, gerar imagens e salvar o ambiente de estudo.

Fonte: IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia

 

O Atlas é estruturado em sete temas. O mar na história do Brasil ressalta a questão da expansão colonial portuguesa e a importância do mar na organização do espaço brasileiro. O Mapa geopolítico do Brasil aborda a posição relativa do Brasil no Atlântico e na América do Sul, explicitando os seus limites do Mar territorial, Zona contígua e Zona econômica exclusiva.

Ponta do Seixas, em João Pessoa (PB), é o extremo leste do Brasil
Foto: Marco Antônio de Carvalho Oliveira

 

A Evolução geológica dos oceanos detalha a origem e a estrutura tectônica atual das bacias oceânicas, assim como alguns resultados das últimas pesquisas na plataforma continental brasileira, além da questão do potencial de seus recursos minerais. As Características oceanográficas apresentam um quadro geral dos fenômenos oceanográficos no Atlântico, fundamentais ao entendimento das questões ambientais, costeiras e marinhas, no Brasil.

O tema Ecossistemas costeiros e marinhos ressalta a diversidade de ambientes costeiros e marinhos brasileiros, com particular relevância das áreas para conservação e uso sustentável de ecossistemas. A Diversidade de aspectos do litoral brasileiro apresenta mapas de 14 áreas de detalhe da costa brasileira, abrangendo diferentes ambientes e quatro mapas das ilhas oceânicas, e da distribuição de áreas urbanizadas no litoral brasileiro.

Por fim, o capítulo Questões transversais no estudo dos ambientes costeiros e oceânicos trata de vários temas socioeconômicos e sua relação com esses ambientes, abrangendo questões populacionais, turismo, balneabilidade, recursos pesqueiros, estrutura portuária, logística do petróleo e áreas de preservação e proteção ambiental.

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Coleta de dados em campo com auxílio de dispositivos móveis

A coleta de dados de campo representa, muitas vezes, uma etapa crucial em projetos de pesquisa. Levantamentos, como informações socioeconômicas, caracterizações de uso e cobertura da terra, identificação de infestações de pragas e doenças, entre outros dados, só podem ser obtidos com a ida do pesquisador ou de uma equipe capacitada ao campo, o que implica elevados custos e dispêndio de tempo. A fim de padronizar e agilizar o processo de coleta de dados em campo, muitos utilizam planilhas e questionários preestabelecidos, nos quais os dados de interesse são anotados e, posteriormente, tabulados para uso no projeto. Com o surgimento dos dispositivos móveis, essas ferramentas têm sido empregadas para agilizar o processo de coleta e organização dos dados no campo, além de acelerar a etapa de tabulação e processamento efetuada no escritório. Um exemplo do uso de dispositivos móveis para coleta de dados foi o Censo 2010, feito pelo IBGE. Essa aplicação é considerada a primeira operação completamente digital em grande escala – atingiu quase 200 milhões de habitantes –, e foi reconhecida e premiada por organismos internacionais (IBGE, 2010). Outros exemplos incluem sistemas desenvolvidos para questionários da área médica  e testes comparativos entre coleta de dados usando métodos tradicionais em papel e em dispositivos móveis. Nesses testes, os autores verificaram que os dados coletados das duas formas não apresentaram diferenças (concordância maior que 95%), e que anotações feitas utilizando dispositivos móveis têm a vantagem de agilizar a tabulação dos dados. Aparelhos mais modernos apresentam novas formas de inserir dados textuais e, além disso, hoje em dia, a utilização de tais tecnologias é mais difundida. Dessa forma, a coleta de informações textuais está mais fácil, e pode substituir, com vantagens, o papel e lápis.

 

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Dia da Terra

Hoje é o DIA DA TERRA!

O Dia da Terra foi criado pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, no dia 22 de Abril de 1970.

Tendo por finalidade criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra.

História

A primeira manifestação teve lugar em 22 de abril de 1970. Foi iniciada pelo senador Gaylord Nelson, ativista ambiental, para a criação de uma agenda ambiental. Para esta manifestação participaram duas mil universidades, dez mil escolas primárias e secundárias e centenas de comunidades. A pressão social teve seus sucessos e o governos dos Estados Unidos criaram a Agencia de Proteção Ambiental (Environmental Protection Agency) e uma série de leis destinadas à proteção do meio ambiente.

  • Em 1972 se celebrou a primeira conferência internacional sobre o meio ambiente: a Conferência de Estocolmo, cujo objetivo foi sensibilizar aos líderes mundiais sobre a magnitude dos problemas ambientais e que se instituíssem as políticas necessárias para erradicá-los.
  • O Dia da Terra é uma festa que pertence ao povo e não está regulada por somente uma entidade ou organismo, tampouco está relacionado com reivindicações políticas, nacionais, religiosas ou ideológicas.
  • O Dia da Terra refere-se à tomada de consciência dos recursos naturais da Terra e seu manejo, à educação ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.
  • No Dia da Terra todos estamos convidados a participar em atividades que promovam a saúde do nosso planeta. tanto a nível global como regional e local.
  • “A Terra é nossa casa e a casa de todos os seres vivos. A Terra mesma está viva. Somos partes de um universo em evolução. Somos membros de uma comunidade de vida independente com uma magnífica diversidade de formas de vida e culturas. Nos sentimos humildes ante a beleza da Terra e compartilhamos uma reverência pela vida e as fontes do nosso ser…”

Surgiu como um movimento universitário, o Dia da Terra se converteu em um importante acontecimento educativo e informativo. Os grupos ecologistas o utilizam como ocasião para avaliar os problemas do meio ambiente do planeta: a contaminação do ar, água e solos, a destruição de ecossistemas, centenas de milhares de plantas e espécies animais dizimadas, e o esgotamento de recursos não renováveis. Utiliza-se este dia também para insistir em soluções que permitam eliminar os efeitos negativos das atividades humanas. Estas soluções incluem a reciclagem de materiais manufaturados, preservação de recursos naturais como o petróleo e a energia, a proibição de utilizar produtos químicos danosos, o fim da destruição de habitats fundamentais como as florestas tropicais e a proteção de espécies ameaçadas. Por esta razão é o Dia da Terra.

Este dia não era reconhecido pela ONU até 2009, quando a mesma reconheceu a importância da data e instituiu o Dia Internacional da Mãe Terra, celebrado em 22 de abril.

Fonte: Wikipédia

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Quer saber qual é o seu animal? O Google responde

O motor de busca da Google tem hoje um doodle bastante interativo e que promete revelar um pouco da personalidade dos utilizadores.

Para celebrar o Dia da Terra, o Google disponibilizou, esta quarta-feira, um doodle bastante interativo. Trata-se de um questionário que, no final, irá revelar que animal o utilizador é.

Ao clicar no doodle, o motor de busca sugere um pequeno jogo com cinco perguntas. E para cada questão existem quatro possibilidades de resposta.

Na primeira pergunta, o Google quer saber ‘o que planeia para uma sexta-feira normal‘, podendo, aqui, escolher ficar ‘sozinho na toca’, ser ‘raramente visto no exterior’, ‘mostrar o que valho’ ou ‘seguir o rebanho’. Depois, surge uma nova questão: ‘aparece numa festa com roupa igual à do seu melhor amigo. Qual a sua reação?‘.

As respostas variam entre ‘nada de especial’, ‘que vergonha!’, ‘luta!’ e ‘mudança de roupa’.

E sem qualquer tipo de relação com a questão anterior, o Google quer que ‘escolha um lanche’: ‘marisco’, ‘frutas e/ou insetos’, ‘carne’ e ‘salada’.

Posto isto, é-lhe perguntado ‘o que procura num parceiro‘, podendo escolher entre ‘cores vivas’, ‘grunhidos altos’, ‘um sistema complexo de glândulas’ e ‘valores antiquados’.

Por fim, ‘escolha um passatempo’: ‘provas de força’, ‘trabalhar por casa’, ‘natação’ ou ‘nenhuma das opções’ anteriores’.

Et voilà! O Google diz-lhe o animal que é e ainda sugere que faça uma pequena pesquisa sobre a criatura que melhor o descreve.

Clique nas imagens, veja o questionário e alguns dos resultados possíveis.

Questionário do Dia da Terra 2015 Google Doodle – Veja o vídeo:

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Como analisar a paisagem com SIG

A análise da paisagem por meio do Sistema de Informação Geográfica (SIG) – conjunto de hardware, software, informação espacial e procedimentos computacionais que permite e facilita a análise, gestão ou representação do espaço e dos fenômenos que nele ocorrem – é o tema do livro dos geógrafos e cientistas alemães Stefan Lang e Thomas Blaschke, lançado pela Oficina de Textos. Análise da Paisagem com SIG é destinada a estudantes e profissionais das áreas de ecologia, geografia, biologia, SR e geoprocessamento, interessados nos conceitos que fundamentam a Ecologia de Paisagens.

Com efetividade, o livro oferece ao brasileiro uma metodologia particularmente pertinente ao País. Com extenso território, riqueza de paisagens de grande valor ecológico e graves lacunas em levantamentos primários, os métodos da geoinformática associados à aquisição de dados de forma remota, permitem avaliar as estruturas da paisagem, subsidiando as tomadas de decisão e o processo de planejamento e monitoramento ambientais.

O livro se complementa com o hot site http://ofitexto.arquivos.s3.amazonaws.com/analisedapaisagem/index.html, que oferece exercícios e aplicativos de livre uso.

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