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Ceperj lança novo mapa alterando a Região Metropolitana do Rio de Janeiro

Representação gráfica inclui municípios de Rio Bonito e Cachoeiras de Macacu

A Região Metropolitana do Rio de Janeiro tem nova composição. E a Fundação Ceperj (Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro) produziu o novo mapa oficial do Estado, incorporando à RMRJ os municípios de Rio Bonito e Cachoeiras de Macacu, que já está disponibilizado no portal www.ceperj.rj.gov.br.

Popularmente conhecida como Grande Rio, a RMRJ foi instituída pela Lei Complementar nº 20, de 1º de julho de 1974, após a fusão dos antigos estados do Rio de Janeiro e da Guanabara, unindo as então regiões metropolitanas do Grande Rio Fluminense e da Grande Niterói. É a segunda maior área metropolitana do Brasil, terceira da América do Sul e 20ª maior do mundo, de acordo com o Censo 2010.

Os municípios de Rio Bonito e Cachoeiras de Macacu  pertenciam à Região das Baixadas Litorâneas. Foi com a Lei Complementar nº 158, de 26 de dezembro de 2013, que as duas cidades foram incorporadas pela RMRJ.  Agora, compõem  essa região os seguintes municípios: Rio de Janeiro, Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Japeri, Magé, Maricá, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Paracambi,Queimados, São Gonçalo, São João de Meriti, Seropédica, Tanguá, Itaguaí, Rio Bonito e Cachoeiras de Macacu, “com vistas à organização, ao planejamento e à execução de funções públicas e serviços de interesse metropolitano ou comum”.

Desde a fusão dos antigos estados do Rio de Janeiro e da Guanabara, a RMRJ passou por várias alterações, sendo todas elas registradas em mapas elaborados sob a responsabilidade de técnicos da Coordenadoria de Geociências do Centro de Estatísticas, Estudos e Pesquisas (Ceep). Além da produção cartográfica, essa diretoria da Fundação Ceperj também acompanha, mensalmente, a economia do Estado, fornecendo subsídios ao gestor público para tomada de decisões.

De acordo com alguns historiadores, a região onde hoje se localiza Rio Bonito teria sido visitada por homens de Américo Vespúcio quando aportaram na região de Cabo Frio, por volta de 1504. Numa outra versão, o território teria sido desbravado por sete capitães portugueses, no início do século XVIII. O nome deve-se ao fato de um belo riacho que atravessava a região ter impressionado esses militares, que lutaram na expulsão dos franceses da Baía de Guanabara. Os registros mais antigos sobre Cachoeiras de Macacu datam do final do século XVI, quando os primeiros exploradores subiram o rio Macacu,  após a expulsão dos franceses do Rio de Janeiro.

Segundo o Censo 2010, Rio Bonito tinha uma população de 55.551 habitantes, enquanto  em Cachoeiras de Macacu o total era de 54.273 pessoas. Com a incorporação das duas cidades pela Região Metropolitana do Rio de Janeiro, esses homens e mulheres poderão usufruir de benefícios em serviços de saneamento básico, transporte coletivo, e nas áreas de saúde, educação e segurança.

 FonteL: http://www.ceperj.rj.gov.br/noticias/Mar_14/27/novo_mapa.html

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atlas IBGE

O IBGE lança hoje a versão WEB do Atlas Geográfico das Zonas Costeiras e Oceânicas do Brasil.

Em parceria com a Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), a nova versão é voltada para estudantes e o público em geral, e contém informações sobre os oceanos e o litoral brasileiro, as dimensões histórica, demográfica, econômica, social, cultural e natural. Clique aqui para acessar o aplicativo.

De forma interativa, a versão digital do Atlas tem todas as informações da versão física, publicada em 2011. O objetivo é incentivar a sociedade a pensar, conhecer e valorizar o uso racional da biodiversidade e dos recursos minerais e energéticos presentes nas águas oceânicas, solo e subsolo marinhos, que constituem parte fundamental do desenvolvimento socioeconômico e da sustentabilidade ambiental do país em consonância ao ODS 14 “Vida no Mar” que trata da conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.

Aplicativo permite navegação em ambiente interativo

A nova versão dá ao usuário acesso ao conjunto de mais de 120 mapas editorados e também às bases de dados. Também é permitido fazer download e consulta aos dados geográficos, estatísticos, além de analisar os mapas, podendo fazer navegação, alteração da escala de visualização, visualização e exportação de tabelas e arquivos gráficos, personalização do mapa, gerar imagens e salvar o ambiente de estudo.

Fonte: IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia

 

O Atlas é estruturado em sete temas. O mar na história do Brasil ressalta a questão da expansão colonial portuguesa e a importância do mar na organização do espaço brasileiro. O Mapa geopolítico do Brasil aborda a posição relativa do Brasil no Atlântico e na América do Sul, explicitando os seus limites do Mar territorial, Zona contígua e Zona econômica exclusiva.

Ponta do Seixas, em João Pessoa (PB), é o extremo leste do Brasil
Foto: Marco Antônio de Carvalho Oliveira

 

A Evolução geológica dos oceanos detalha a origem e a estrutura tectônica atual das bacias oceânicas, assim como alguns resultados das últimas pesquisas na plataforma continental brasileira, além da questão do potencial de seus recursos minerais. As Características oceanográficas apresentam um quadro geral dos fenômenos oceanográficos no Atlântico, fundamentais ao entendimento das questões ambientais, costeiras e marinhas, no Brasil.

O tema Ecossistemas costeiros e marinhos ressalta a diversidade de ambientes costeiros e marinhos brasileiros, com particular relevância das áreas para conservação e uso sustentável de ecossistemas. A Diversidade de aspectos do litoral brasileiro apresenta mapas de 14 áreas de detalhe da costa brasileira, abrangendo diferentes ambientes e quatro mapas das ilhas oceânicas, e da distribuição de áreas urbanizadas no litoral brasileiro.

Por fim, o capítulo Questões transversais no estudo dos ambientes costeiros e oceânicos trata de vários temas socioeconômicos e sua relação com esses ambientes, abrangendo questões populacionais, turismo, balneabilidade, recursos pesqueiros, estrutura portuária, logística do petróleo e áreas de preservação e proteção ambiental.

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DIG_geoprocessamento

DIG: uma proposta de disseminação do Geoprocessamento para estudantes e profissionais da Geografia.

O projeto tem por objetivo apoiar, incentivar e desenvolver atividades de ensino do Geoprocessamento no âmbito das Geociências, envolvendo a realização de cursos de capacitação (presenciais e à distância) de professores e alunos. A metodologia utilizada para atender os objetivos, consiste na elaboração de apostilas e/ou tutoriais sobre o programa Quantum GIS, a plataforma de ArcGIS online, entre outras. Os materiais didáticos (apostilas e vídeo-aulas) ficam disponíveis em uma plataforma de ensino à distância, viabilizada por uma parceria entre a GISCURSOS e a DIG-UERJ, que permitiram a utilização de seu site online (http://www.giscursos.com.br/online) onde foi criado um curso de Geotecnologias aplicadas ao ensino fundamental e(ou) médio.

Como apoio à disseminação do conteúdo do projeto e de divulgação dos cursos, criou-se um Blog (http://www.diguerj.wordpress.com), onde também são postados artigos contendo conceitos e novidades. Portanto, o projeto vem conseguindo resultados importantes na disseminação da geotecnologia entre alunos da licenciatura e professores formados, seguindo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) em Geografia.

Para o presente curso, é necessário o preenchimento de um formulário, onde os alunos inscritos dirão suas informações e seus níveis de conhecimento em informática e em geoprocessamento. Logo após, os alunos serão submetidos à uma avaliação dos coordenadores do curso para então serem, efetivamente, inscritos. As turmas terão o limite de 20 alunos inscritos, e o curso terá a duração de aproximadamente 1 mês, e é inteiramente grátis.

O link do formulário para pré-inscrição é: https://goo.gl/1FTli1

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Conheça a GISCursos

Curso Introdução ao QGIS

Estão abertas as inscrições para o curso de Q-GIS. Este curso destina-se a um grande universo de áreas de atuação, tais como, ambiente, arquitetura, planejamento, arqueologia, bem como para técnicos da administração pública, de empresas privadas, e estudantes e licenciados .

O curso será nos dias 22,23 e 24 a noite de 18:00 às 21:45.

Investimento: R$450,00

Informações: 21 3689-3796 / 3576-0691 / 988549132 (WhatsUp)

Conteúdo Programático

Quantum GIS 2.8 – Apresentação

Instalação Quantum GIS 2.8

Prática 01 – O ambiente utilizado

Prática 02 – Criação de Projetos

Prática 03 – Aquisição de dados na web

Prática 04 – Trabalhando com dados vetoriais

Prática 04 – Trabalhando com a tabela de atributos

Prática 05 – Trabalhando com dados Raster

Prática 06 – Trabalhando com projeções

Prática 07 – Selecionando feição

Prática 08 – Exportando feição selecionada

Prática 09 – Utilizando a ferramenta de corte

Prática 10 – Utilizando a ferramenta de Buffer

Prática 11 – Cálculo de área

Prática 12 – Cálculo de distância

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