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Drone muda de forma para passar por lugares estreitos

Drone que encolhe

Drone muda de forma para passar por lugares estreitos

Se você quer fazer filmes para o Youtube mas tem medo de quebrar seu precioso drone fazendo-o voar em lugares estreitos, esta pode ser a solução que você estava procurando.

Inspirado na forma como as corujas ajustam suas asas para voar silenciosamente por entre as árvores, este robô aéreo é capaz de alterar seu perfil em pleno voo.

Ajustando seus braços, nos quais são fixadas as hélices, ele consegue reduzir drasticamente sua envergadura, podendo então voar por lugares apertados sem exigir que o controlador humano seja um ás de pilotagem – o drone encolhe os braços sozinho ao detectar uma passagem muito estreita.

Valentin Riviere e seus colegas da Universidade Aix-Marseille, na França, batizaram seu drone de Quad-Morphing, um quadricóptero morfológico.

Asa bioinspirada abre, trava e fecha sem usar energia

Redação do Site Inovação Tecnológica –  04/04/2018

Asa bioinspirada abre, trava e fecha sem uso de energia

Asa da tesourinha (Dermaptera), com sua incrível capacidade de dobra. [Imagem: Jakob Faber/ETH Zurich]
 

Asa biomimética

Todos conhecem o origami como a arte japonesa das dobraduras em papel, mas existem exemplos de origami também no mundo natural. A asa de uma tesourinha, por exemplo, é uma ilustração perfeita: seu elaborado desenho é muito mais engenhoso do que qualquer estrutura feita pelo homem.

Quando aberta, a asa da tesourinha torna-se 10 vezes maior do que quando fechada – uma das mais altas taxas de dobraduras no reino animal. A grande área da asa permite que o inseto voe, enquanto sua forma compacta, quando as asas se retraem, permite que a criatura se infiltre pelo subsolo sem danificar as asas.

O design da asa desse inseto tem outro recurso exclusivo: Em seu estado aberto, a asa “trava”, permanecendo rígida sem necessidade de força muscular para garantir estabilidade. Igualmente, com apenas um “clique”, a asa se dobra completamente, novamente sem atuação muscular.

Agora, a equipe do professor André Studart, um brasileiro que atualmente trabalha no Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, na Suíça, conseguiu criar uma estrutura artificial que funciona sob o mesmo princípio – o pesquisador é natural de Brasília e se formou em Ciência e Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de São Carlos, no interior de São Paulo.

André afirma que o modelo artificial biomimético poderá ter diversos usos, dos robôs e drones, à eletrônica de vestir e até na exploração espacial.

Mola de dupla função

A análise da asa da tesourinha mostrou que, se a asa operasse no princípio clássico do origami – usando dobras rígidas e retas com uma soma angular de 360 graus em suas interseções – o inseto só seria capaz de dobrar sua asa até um terço de seu tamanho. O fator crucial no projeto da asa do inseto são suas dobras elásticas, que podem funcionar de forma dupla, como uma mola extensora ou rotacional.

As juntas das asas artificiais foram feitas de camadas de um biopolímero elástico especial, a resilina, cuja disposição e espessura determinam o tipo de mola. Em alguns casos, as funções de extensão e rotação são combinadas na mesma junta.

As funções de mola nas dobras de conexão foram programadas no material para permitir que ele faça movimentos de extensão ou rotacional, imitando o modelo biológico.

Asa bioinspirada abre, trava e fecha sem uso de energia

Este é um dos modelos biomiméticos construídos pela equipe. [Imagem: Jakob Faber/ETH Zurich]

Eletrônica de vestir e velas solares

Os protótipos mostraram que essas estruturas de origami bioinspiradas, com travamento automático, economizam espaço, peso e energia, já que não requerem atuadores ou estabilizadores adicionais.

Uma aplicação potencial seria na eletrônica dobrável, das peles eletrônicas aos aparelhos de vestir. As viagens espaciais também têm a ganhar com esse projeto: Velas solares para satélites ou sondas espaciais poderiam ser transportadas dentro de um espaço muito pequeno e, em seguida, desfraldadas até seu tamanho total já no espaço.

 

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=asa-bioinspirada-abre-trava-fecha-sem-usar-energia&id=010180180404#.WyEPF6knaL4

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O poder da geolocalização para engajar consumidores

Com o objetivo de facilitar a compra de bens básicos e recorrentes com mais comodidade e rapidez. empresas e  startups visam o melhor custo benefício e experiência de compra satisfatória para seus usuários.

Por meio da geolocalização, o consumidor pode ter acesso aos serviços mais próximos de sua casa e, com isso, conciliar melhor o tempo das suas compras com a sua rotina diária. Dessa forma, é possível otimizar melhor suas atividades e garantir que os produtos frescos sejam entregues com a mesma qualidade. Plataformas reúnem “shoppers” que vão até locais mais próximos do endereço de entrega do cliente para escolher produtos de acordo com lista prévia e preferências.

De acordo com o grupo de pesquisa Kantar TNS, no Brasil, o uso de smartphones cresceu 3,5 vezes, passando de 14%, em 2012, para 62% em 2016.

Segundo dados revelados pelo IBGE, mais de 92% dos brasileiros usam o smartphone como principal meio de acesso à internet e as buscas usadas ‘próximo de mim’ aumentaram 75% em 2017, o que mostra que cada vez mais os consumidores estão buscando por serviços que ofereçam a melhor experiência em curto prazo na sua decisão de compra baseadas na geolocalização.

Com a expansão dessa tecnologia, as marcas têm buscado uma maior aproximação com seus clientes por meio de serviços que tornam mais agradável a jornada do cliente.

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gis

O que é SIG?

GIS é um sistema que pretende capturar, armazenar, gerenciar, manipular, analisar, os dados geográficos.

O termo GIS raramente usado para ciência da informação geográfica (Geociências) se relaciona com o sistema acadêmico que estuda os sistemas de informação GIS . É um vasto domínio dentro da disciplina acadêmica mais ampla da Geo-informática. O que vai além de um SIG é uma infraestrutura de dados espaciais, um conceito que não possui limites tão limitantes.

O sistema de informação GIS é um caso particular de sistemas de informação em que o banco de dados inclui observações sobre recursos, atividades ou eventos espacialmente detalhados, que são definidos no espaço como pontos, linhas ou áreas.

Um sistema de informação geográfica (GIS) gerencia dados sobre essas áreas, pontos e linhas, ajudando assim na recuperação de informações de dados.

O sistema de informação GIS já influenciou a maioria de nós em algumas das outras maneiras, sem que nós o reconheçamos. Se você já usou um programa de mapeamento da Internet para encontrar instruções, parabéns, você usou pessoalmente o GIS!

A última cadeia de supermercados na esquina aparentemente estava localizada usando GIS, portanto, ajudou na determinação do local mais efetivo para atender a demanda do cliente.

Abaixo estão os usos básicos do SIG:

Usos do SIG

Mapeamento de dados: a função primária de um sistema de informação SIG é apresentar uma representação visual de dados. Assim, o GIS mostra a coleta de dados e, em seguida, o representa no formato de mapa visual.

Análise de proximidade: uma análise de proximidade é um procedimento analítico que ajuda na determinação da relação entre um determinado local e outros locais, bem como pontos que estão em conexão uns com os outros de alguma forma. Várias organizações empresariais também usam Análise de Proximidade para identificar sites adequados para estabelecimentos comerciais.

Buffering: o buffer é a técnica usualmente usada com análise de proximidade para mostrar a esfera de influência de um determinado ponto. O buffer não é apenas útil para construir uma zona em torno de uma determinada característica geográfica para além disso, mas também para investigação usando o método de sobreposição.

Localizar Clusters: um cluster pode envolver membros onde uma distância entre eles é decididamente menor do que uma determinada quantidade ou áreas em que os pontos são densos, mais significativos do que um nível específico.

Encontrar o mais próximo: um procedimento que é usado para medir as distâncias dentro de um ponto e a borda de um elemento particular que define como um polígono usando pontos vetoriais.

Análise de localização: o melhor método para classificar um local para uma nova tomada local. O procedimento que se desenvolveu a partir de abordagens teóricas pode ser usado para explicar as condições detectadas em um algoritmo para identificar locais ótimos.

Ferramenta GIS:

Os aplicativos GIS são ferramentas que permitem aos usuários não só criar consultas interativas ou pesquisas criadas pelo usuário, mas também permitir a análise de informações espaciais, editar dados em mapas e apresentar os resultados de todas essas operações.

Abaixo está a lista de ferramentas de GIS usadas mais comumente, elas são:

  • Superposição e proximidade
  • Superfícies
  • Estatísticas espaciais e não espaciais
  • Gerenciamento de tabela
  • Seleção e extração

Abaixo estão as vantagens do GIS que, portanto, são úteis -

As principais vantagens do SIG são as seguintes:

Melhora a tomada de decisões – as decisões são mais acessíveis devido à informação particular e completa apresentada sobre um ou mais locais.

Diminuir os custos e aumentar a eficiência - principalmente no que se refere aos horários de manutenção, ao progresso da frota ou aos horários agendados.

Uma comunicação facilmente compreensível entre a organização e os departamentos podem ser visualizados no formato visual.

Secure Managing records - As mudanças geológicas são registradas pelos sistemas GIS que são confiáveis ​​para documentar mudanças.

Gerenciando geograficamente - entender o que é e o que ocorrerá em um espaço geográfico, portanto, ajudará a planejar um curso de ação.

Essas são algumas das vantagens que não só poderia fornecer o uso da tecnologia SIG, mas também pode ser uma ótima decisão para usá-la.

O GIS confiou em modificações feitas em muitos tipos diferentes de sistemas GIS:

  • Geografia
  • Cartografia
  • Fotogrametria
  • Sensoriamento remoto
  • Levantamento
  • Geodésia
  • Engenharia Civil
  • Estatisticas
  • Ciência da Computação
  • Pesquisa de operações
  • Inteligência artificial
  • Demografia, e muitos outros ramos ou tipos de SIG.

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mata atlantica

Mapeamento de áreas e ações prioritárias da Mata Atlântica.

Até 15 de janeiro, o Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ) e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) recebeu a colaboração de profissionais que atuam em organizações da sociedade civil, governo e empresas para a construção do Mapa das Áreas e Ações Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade Brasileira – Bioma Mata Atlântica.
Por meio do link www.ipe.org.br/areasprioritarias foi possível acessar um formulário para avaliar o impacto do atual mapa de áreas prioritárias da Mata Atlântica e construir um novo documento.
O objetivo é que o documento sirva como fonte de informação para profissionais e tomada de decisões para a conservação socioambiental do bioma. As organizações participantes terão os devidos créditos inseridos na pesquisa e no resultado final do mapa, que terá acesso livre. Essa, que é a segunda atualização do mapa, deve se encerrar em 2018. A primeira ocorreu em 2007.
Os trabalhos estão sendo desenvolvidos pelo IPÊ, por meio de uma parceria com o MMA e com o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), no contexto da Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável Brasil-Alemanha.
O processo recebe apoio da Iniciativa Internacional de Proteção do Clima (IKI), do Ministério Federal do Meio Ambiente e Proteção da Natureza, Construção e Segurança Nuclear (BMUB) da Alemanha.
Obs: O link do formulário não aceita mais inscrições.
Fonte: FGV

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IBGE atualiza mapas políticos das regiões brasileiras

Versão abrange os 5.570 municípios brasileiros e traz informações acerca dos limites geográficos estaduais e internacionais, do sistema rodoviário e das feições hidrográficas do Brasil.

O IBGE acaba de atualizar a versão dos mapas políticos das regiões brasileiras. A última atualização foi realizada em 2009. Produzidos para serem impressos no tamanho A0 (1,18 metro de largura por 84,1 cm de altura), os mapas estão disponíveis a partir de hoje, em formato PDF, aqui.

O mapa abrange os 5.570 municípios brasileiros e traz informações acerca dos limites geográficos estaduais e internacionais, do sistema rodoviário e das feições hidrográficas do Brasil, além de símbolos que permitem identificar portos, aeroportos e municípios conforme o tamanho da população.

Para a produção da versão 2017 dos mapas, o IBGE utilizou informações da Base Cartográfica Contínua do Brasil, ao milionésimo – uma plataforma digital com a representação cartográfica do país, atualizada regularmente. Os dados usados são referentes a 2016.

Mapas Políticos Regionais
Os Mapas Políticos Regionais são mapas murais de cada uma das cinco regiões do
Brasil, que contemplam os limites estaduais e internacionais, as sedes de todos os
municípios de cada estado, os principais elementos do sistema de transportes e as
feições hidrográficas.
Mapa Mural é a publicação com escala de maior detalhamento possível que cobre todo o
território da unidade representada em dimensões manuseáveis.
Os mapas políticos regionais proporcionam uma visão geral e integrada dos
aspectos políticos e geográficos de cada região, com diversas possibilidades de uso como
atividades escolares, gestão pública e privada, planejamentos diversos e logística.
Os mapas foram produzidos a partir da Base Cartográfica Contínua do Brasil, ao
milionésimo, BCIM – versão 2016.
As informações cartográficas retratadas nos mapas políticos regionais são
classificadas conforme as seguintes categorias:
 Hidrografia – corpos d’água, ilhas, recifes e áreas sujeitas

As informações cartográficas retratadas nos mapas políticos regionais são classificadas conforme as seguintes categorias:

• Hidrografia – corpos d’água, ilhas, recifes e áreas sujeitas à inundação

• Sistema de transportes – rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos

• Localidades – todos os municípios do país, classificados em cinco níveis, segundo a quantidade de habitantes

• Limites – internacionais (caráter informativo) e estaduais

• Mar Territorial

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Ceperj lança novo mapa alterando a Região Metropolitana do Rio de Janeiro

Representação gráfica inclui municípios de Rio Bonito e Cachoeiras de Macacu

A Região Metropolitana do Rio de Janeiro tem nova composição. E a Fundação Ceperj (Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro) produziu o novo mapa oficial do Estado, incorporando à RMRJ os municípios de Rio Bonito e Cachoeiras de Macacu, que já está disponibilizado no portal www.ceperj.rj.gov.br.

Popularmente conhecida como Grande Rio, a RMRJ foi instituída pela Lei Complementar nº 20, de 1º de julho de 1974, após a fusão dos antigos estados do Rio de Janeiro e da Guanabara, unindo as então regiões metropolitanas do Grande Rio Fluminense e da Grande Niterói. É a segunda maior área metropolitana do Brasil, terceira da América do Sul e 20ª maior do mundo, de acordo com o Censo 2010.

Os municípios de Rio Bonito e Cachoeiras de Macacu  pertenciam à Região das Baixadas Litorâneas. Foi com a Lei Complementar nº 158, de 26 de dezembro de 2013, que as duas cidades foram incorporadas pela RMRJ.  Agora, compõem  essa região os seguintes municípios: Rio de Janeiro, Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Japeri, Magé, Maricá, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Paracambi,Queimados, São Gonçalo, São João de Meriti, Seropédica, Tanguá, Itaguaí, Rio Bonito e Cachoeiras de Macacu, “com vistas à organização, ao planejamento e à execução de funções públicas e serviços de interesse metropolitano ou comum”.

Desde a fusão dos antigos estados do Rio de Janeiro e da Guanabara, a RMRJ passou por várias alterações, sendo todas elas registradas em mapas elaborados sob a responsabilidade de técnicos da Coordenadoria de Geociências do Centro de Estatísticas, Estudos e Pesquisas (Ceep). Além da produção cartográfica, essa diretoria da Fundação Ceperj também acompanha, mensalmente, a economia do Estado, fornecendo subsídios ao gestor público para tomada de decisões.

De acordo com alguns historiadores, a região onde hoje se localiza Rio Bonito teria sido visitada por homens de Américo Vespúcio quando aportaram na região de Cabo Frio, por volta de 1504. Numa outra versão, o território teria sido desbravado por sete capitães portugueses, no início do século XVIII. O nome deve-se ao fato de um belo riacho que atravessava a região ter impressionado esses militares, que lutaram na expulsão dos franceses da Baía de Guanabara. Os registros mais antigos sobre Cachoeiras de Macacu datam do final do século XVI, quando os primeiros exploradores subiram o rio Macacu,  após a expulsão dos franceses do Rio de Janeiro.

Segundo o Censo 2010, Rio Bonito tinha uma população de 55.551 habitantes, enquanto  em Cachoeiras de Macacu o total era de 54.273 pessoas. Com a incorporação das duas cidades pela Região Metropolitana do Rio de Janeiro, esses homens e mulheres poderão usufruir de benefícios em serviços de saneamento básico, transporte coletivo, e nas áreas de saúde, educação e segurança.

 FonteL: http://www.ceperj.rj.gov.br/noticias/Mar_14/27/novo_mapa.html

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atlas IBGE

O IBGE lança hoje a versão WEB do Atlas Geográfico das Zonas Costeiras e Oceânicas do Brasil.

Em parceria com a Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), a nova versão é voltada para estudantes e o público em geral, e contém informações sobre os oceanos e o litoral brasileiro, as dimensões histórica, demográfica, econômica, social, cultural e natural. Clique aqui para acessar o aplicativo.

De forma interativa, a versão digital do Atlas tem todas as informações da versão física, publicada em 2011. O objetivo é incentivar a sociedade a pensar, conhecer e valorizar o uso racional da biodiversidade e dos recursos minerais e energéticos presentes nas águas oceânicas, solo e subsolo marinhos, que constituem parte fundamental do desenvolvimento socioeconômico e da sustentabilidade ambiental do país em consonância ao ODS 14 “Vida no Mar” que trata da conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.

Aplicativo permite navegação em ambiente interativo

A nova versão dá ao usuário acesso ao conjunto de mais de 120 mapas editorados e também às bases de dados. Também é permitido fazer download e consulta aos dados geográficos, estatísticos, além de analisar os mapas, podendo fazer navegação, alteração da escala de visualização, visualização e exportação de tabelas e arquivos gráficos, personalização do mapa, gerar imagens e salvar o ambiente de estudo.

Fonte: IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia

 

O Atlas é estruturado em sete temas. O mar na história do Brasil ressalta a questão da expansão colonial portuguesa e a importância do mar na organização do espaço brasileiro. O Mapa geopolítico do Brasil aborda a posição relativa do Brasil no Atlântico e na América do Sul, explicitando os seus limites do Mar territorial, Zona contígua e Zona econômica exclusiva.

Ponta do Seixas, em João Pessoa (PB), é o extremo leste do Brasil
Foto: Marco Antônio de Carvalho Oliveira

 

A Evolução geológica dos oceanos detalha a origem e a estrutura tectônica atual das bacias oceânicas, assim como alguns resultados das últimas pesquisas na plataforma continental brasileira, além da questão do potencial de seus recursos minerais. As Características oceanográficas apresentam um quadro geral dos fenômenos oceanográficos no Atlântico, fundamentais ao entendimento das questões ambientais, costeiras e marinhas, no Brasil.

O tema Ecossistemas costeiros e marinhos ressalta a diversidade de ambientes costeiros e marinhos brasileiros, com particular relevância das áreas para conservação e uso sustentável de ecossistemas. A Diversidade de aspectos do litoral brasileiro apresenta mapas de 14 áreas de detalhe da costa brasileira, abrangendo diferentes ambientes e quatro mapas das ilhas oceânicas, e da distribuição de áreas urbanizadas no litoral brasileiro.

Por fim, o capítulo Questões transversais no estudo dos ambientes costeiros e oceânicos trata de vários temas socioeconômicos e sua relação com esses ambientes, abrangendo questões populacionais, turismo, balneabilidade, recursos pesqueiros, estrutura portuária, logística do petróleo e áreas de preservação e proteção ambiental.

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Go Field Collector

No APP Field Colector você coleta as coordenadas de seu ponto de campo.

Equipes de campo se vêem obrigadas a levar vários itens para registro de cada dado de seu trabalho, como cadernos, planilhas impressas, canetas, lápis, câmeras fotográficas, calculadoras, bússolas, GPS, entre outros. O uso do GO FIELD COLLECTOR em seu celular ou tablet permite a TOTAL PRATICIDADE do trabalho sem a necessidade de levar qualquer outro item.

PRATICIDADE
É FUNDAMENTAL

No APP Field Colector você coleteta as coordenadas de seu ponto de campo, descreve o local e tira fotos, tudo em um mesmo tablet ou celular, on line ou off line.

Pode-se Salvar automaticamente todas as informações coletadas na nuvem e analisar seu trabalho pelo go field collector web. No sistema você pode selecionar os melhores pontos, as melhores fotos e mesmo editar a descrição feita em campo.

Uma das funcionalidades é a produção de fichas de campo automaticamente, para o seu relatório de trabalho. Tudo organizado por missão e assim pode-se Eliminar horas de trabalho em escritório, depois de voltar do campo.

INFORMAÇÕES
ORGANIZADAS

Esqueça as folhas pautadas do caderno, as planilhas em folhas impressas e as dezenas de post-its. No GO FIELD COLLECTOR os dados são inseridos em fichas digitais, com campos exclusivos para os tipos de dados e automaticamente organizados em conjuntos para cada missão. O recurso de buscas de qualquer dado registrado permite versatilidade no trabalho e em seu planejamento.

FOTOS ASSOCIADAS
AO PONTO COLETADO

A máquina fotográfica e a caderneta de campo são substituídas pelo uso do GO FIELD COLLECTOR. Para cada ponto registrado o sistema pode associar até 4 fotos, capturadas com a câmera do dispositivo móvel. Estas fotos, assim como as anotações de campo, ficam associadas às coordenadas do ponto visitado e prontas para serem salvas na nuvem e produzirem o seu relatório de campo em poucos minutos.

TRANSMISSÃO DE DADOS
PARA A NUVEM

A versatilidade do GO FIELD COLLECTOR permite o envio dos dados coletados e registrados para a nuvem de forma segura e automática. O envio dos dados é feito no momento em que você tiver uma conexão com a internet. Se estiver off line, o seu trabalho poderá ser feito normalmente e com toda segurança. Os dados irão para a nuvem quando a conexão for restaurada.

TODOS OS SEUS DADOS SOBRE
MAPAS DO GOOGLE

O GO FIELD COLLECTOR se completa com a versão WEB. Acessando o site do sistema, você terá em sua conta, todas as suas missões de campo com seus respectivos dados coletados, organizados e acessíveis, sobre a base do GOOGLE MAPS. Neste ambiente você poderá visualizar, analisar e editar toda a sua produção de campo e também se planejar para o próximo dia de trabalho.

RELATÓRIOS COMPLETOS, CUSTOMIZADOS E PRONTOS

Com o GO FIELD COLLECTOR, o trabalho que era feito antes de forma manual para a produção de fichas de campo e relatórios, passa a ser automático. No ambiente WEB, você seleciona os pontos desejados, edita os textos digitados em campo, escolhe a ordem das fotos ou pode adicionar novas fotos, insere a sua logomarca e então gera o seu relatório de campo. Tudo em poucos minutos!

Fonte: https://www.gofieldcollector.com.br/

#coletadecampo #geoprocessamento #gis #sig #arcgis #qgis #giscursos #analiseambiental #analisederisco

 

 

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Algumas fontes de dados GRATUITOS para SIG!

Os especialistas em GIS precisam atualizar constantemente seus dados para a criação de mapas e análises de dados espaciais. Essas fontes de dados gratuitos fornecem tudo o que um usuário de GIS precisa para com imagens de satélite,  dados de elevação, fotografias aéreas, informações hidrográficas e  informações ambientais, limites administrativos, estradas, dados populacionais e etc,  manter atualizado seus dados para a Criação de Mapas e análise de dados espaciais

1 – OpenStreetMapData

O projeto OpenStreetMap coleta uma incrível quantidade de dados geográficos e torna disponível para o mundo gratuitamente. Mas os dados brutos do OpenStreetMap são difíceis de usar. No site da OpenStreetMapData você encontrará alguns desses dados pré-processados e formatados para facilitar o uso.

 O pré-processamento inclui a remoção ou reparação de dados errados e a montagem de diferentes partes dos dados em um todo utilizável. Os dados são formatados em Shapefiles para fácil utilização nas aplicações SIG usuais.

 Este site oferece muitos conjuntos de dados na escala mundial pronto para download, como polígonos terrestres, polígonos de água, litorais, dados do corpo de água e mais …

 Para fazer o download gratuito dos dados clique aqui!

2 – Natural Earth Data

 O Natural Earth Data é um conjunto de dados de domínio público oferecido nas escalas 1: 10m, 1: 50m e 1: 110 milhões. Com dados vetoriais e raster bem integrados, com os dados do Natural Earth Data você pode criar uma variedade de mapas visualmente bem elaborados e agradáveis com softwares SIG.

 O Natural Earth Data foi construído através de uma colaboração de muitos voluntários e é apoiada pela NACIS (Sociedade Norte-Americana de Sociedade Cartográfica) e é gratuito para uso em qualquer tipo de projeto. Os temas de dados estão disponíveis em três níveis de detalhe. Para cada escala, os temas são listados nas páginas de categorias Culturais, Físicas e Raster.

 Para fazer o download gratuito dos dados clique aqui!

3 – DIVA – GIS Data

 DIVA-GIS é um programa de computador gratuito para mapeamento e análise de dados geográficos (um sistema de informação geográfica (SIG).

 O site DIVA-GIS fornece dados espaciais gratuitos para todo o mundo que você pode usar em qualquer programa SIG. Você pode baixar os dados do nível do país para qualquer país do mundo: limites administrativos, estradas, ferrovias, altitude, cobertura do território, densidade populacional. Você também pode baixar dados climáticos globais, dados de ocorrências de espécies, DEM e imagens de satélite de alta resolução.

 Para fazer o download gratuito dos dados clique aqui! 

4 – EarthExplorer

A ferramenta EarthExplorer (EE)  do Serviço Geológico do Estados Unidos (USGS) fornece aos usuários a capacidade de consultar, pesquisar e solicitar imagens de satélite, fotografias aéreas e produtos cartográficos de várias fontes. Além dos dados das missões Landsat e de uma variedade de outros provedores de dados, a EE agora fornece acesso aos produtos MODIS das missões Terra e Aqua da NASA e aos produtos ASTER de nível 1B nos Estados Unidos e Territórios da missão ASTER da NASA . Os usuários registrados da EE têm acesso a mais recursos que os usuários convidados.

 Para fazer o seu cadastro e o download gratuito dos dados clique aqui!

5 – SimpleGeo Public Spaces

 Se você quiser colocar suas mãos em mais de 21 MILHÕES de pontos de interesse que cobrem 63 países, a SimpleGeo entrega os seus dados configurados para você em um único arquivo. O arquivo tem de cerca de 2 GB no formato .ZIP e são disponibilizados sob a licença CC0, esses dados se tornam seus – grátis e claro – para fazer o que quiser.

 Para fazer o download gratuito dos dados clique aqui!

6 – Sentinel Satellite Data

 O satélite Sentinel da Agência Espacial Européia é no momento o possuidor da maior resolução espacial disponível para o público gratuitamente. Uma cena após a outra, os dados foram lançados em uma interface de usuário chamada Sentinels Scientific Data Hub.

 Esta versão do Sistema de Hub de Dados suporta a disseminação do acesso de dados do ESA Copernicus Sentinels. Ele fornece uma interface de usuário gráfica básica para permitir o acesso e o download de dados interativos e uma poderosa Interface de Programação de Aplicativos, que permite aos usuários acessar os dados através de seus próprios programas de computador, scripts ou aplicativos.

 Para fazer o download gratuito dos dados clique aqui!

7 – FAO GeoNetwork

O FAO GeoNetwork fornece acesso à mapas interativos, imagens de satélite e bases de dados espaciais mantidos pela FAO e seus parceiros. O objetivo é melhorar o acesso e o uso integrado de dados e informações espaciais.

 Os mapas, incluindo os derivados de imagens de satélite, são ferramentas comunicacionais efetivas e desempenham um papel importante no trabalho de vários tipos de usuários: tomadores de decisão, especialistas em SIG e analistas espaciais.

 Para fazer o download gratuito dos dados clique aqui!

 8 – Global Map

O Global Map, produzido pelo Comitê Diretivo Internacional sobre o Mapeamento Global, é um conjunto de camadas SIG consistentes que cobrem o globo inteiro em uma resolução de 1 km, incluindo: transporte, elevação, drenagem, vegetação, limites administrativos, cobertura terrestre, uso do solo e centros populacionais.

 Para fazer o download gratuito dos dados clique aqui!

9 – Open Topography

A OpenTopography facilita o acesso da comunidade a dados de topografia, topografia e ferramentas de alta resolução, bem como ferramentas e recursos relacionados. Os conjuntos de dados hospedados pela OpenTopography estão disponíveis em formato de nuvem de pontos (LiDAR) para download e processamento (por exemplo, criação de MDEs personalizados). Além disso, produtos de dados derivados, como quadros e sobreposições de imagem do Google Earth, também estão disponíveis.

 Para fazer o download gratuito dos dados clique aqui!

10 – UNEP Environmental Data Explorer

 O Environmental Data Explorer é a fonte autorizada de conjuntos de dados utilizados pelo UNEP (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente)  e seus parceiros no relatório do Global Environment Outlook (GEO) e outras avaliações ambientais integradas. Sua base de dados online contém mais de 500 variáveis diferentes, como estatísticas nacionais, sub-regionais, regionais e globais ou como conjuntos de dados geoespaciais (mapas), abrangendo temas como Água Doce, População, Florestas, Emissões, Clima, Desastres, Saúde e PIB.

 Para fazer o download gratuito dos dados clique aqui!

11 – NEO Earth Observations (NASA)

 Aqui você pode navegar e baixar imagens e dados dos satélite da constelação do Sistema de Observação Terrestre da NASA. Mais de 50 conjuntos de dados globais diferentes são representados diariamente, semanalmente e mensalmente, e as imagens estão disponíveis em vários formatos, incluindo JPEG, PNG, Google Earth e GeoTIFF.

 Para fazer o download gratuito dos dados clique aqui!

12 – CGIAR – CSI

 O GeoPortal CGIAR-CSI fornece dados de elevação digital SRTM 90m para todo o mundo. Os dados de elevação digital SRTM, produzidos pela NASA originalmente, são um grande avanço no mapeamento digital do mundo e proporcionam um grande avanço na acessibilidade de dados de elevação de alta qualidade para grandes porções dos trópicos e outras áreas do mundo em desenvolvimento.

 Para fazer o download gratuito dos dados  clique aqui!

13 – Terra Populus

O Terra Populus integra dados do recenseamento populacional de todo o mundo com dados ambientais globais, permitindo que os usuários obtenham conjuntos de dados personalizados que incorporem dados de múltiplas fontes em uma única estrutura coerente.

 O Terra Populus inclui microdados para mais de 80 países e dados agregados da população para mais de 80 países. Inclui também o uso do solo / cobertura do solo e dados climáticos.

 Para fazer o download gratuito dos dados clique aqui!

14 – Socioeconomic Data and Applications Center (SEDAC)

 O Centro de Dados e Aplicações Socioeconômicas da NASA (SEDAC) operado pelo CIESIN coletou e acompanhou cuidadosamente dados populacionais e de fronteira para mais de 13 milhões de unidades administrativas subnacionais, um aumento de 31 vezes em relação à versão 3. Foram obtidos dados aprimorados para mais de 100 países, incluindo muitas nações das pequenas ilhas. Grids de contagem de população e densidade, área de terra, área de água e indicadores de qualidade de dados estão disponíveis para download gratuito.

 Para fazer o download gratuito dos dados clique aqui!

15 – HydroSHEDS

HydroSHEDS é um produto de mapeamento que fornece informações hidrográficas para aplicativos de escala regional e global em um formato consistente. Ele oferece um conjunto de dados georreferenciados (vetor e raster) em várias escalas, incluindo redes de rios, limites das bacias hidrográficas, direções de drenagem e acumulações de fluxo. HydroSHEDS baseia-se em dados de elevação de alta resolução obtidos durante um voo do ônibus espacial para a missão de topografia de radar de transferência da NASA (SRTM).

 Para fazer o download gratuito dos dados clique aqui!

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Secretaria de Estado do Ambiente e Instituto Estadual do Ambiente avançam com o Cadastro Ambiental Rural no Rio de Janeiro

A Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) lançam na quarta-feira (24) o Módulo de Análise do Cadastro Ambiental Rural, o CAR. O evento contará com a presença do ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho.

O Cadastro Ambiental Rural (CAR) é um registro público eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rurais com a finalidade de integrar as informações ambientais referentes à situação das Áreas de Preservação Permanente (APP), das áreas de Reserva Legal, das florestas e dos remanescentes de vegetação nativa, das Áreas de Uso Restrito e das áreas consolidadas das propriedades e posses rurais do país.

Instituído pela Lei Federal nº 12.651/2012, no âmbito do Sistema Nacional de Informação sobre Meio Ambiente (SINIMA), o CAR constitui a base de dados estratégica para controle, monitoramento e combate ao desmatamento de florestas e demais formas de vegetação nativa do Brasil, bem como para planejamento ambiental e econômico dos imóveis rurais.

Após o envio das informações por parte dos proprietários e posseiros rurais, o cadastro passa por análise, validação e aprovação dos dados apresentados. As informações analisadas e validadas irão também subsidiar a elaboração de políticas públicas, nortear as ações do Programa de Regularização Ambiental – PRA, dimensionar o desafio de produção de mudas dos hortos florestais estaduais, trazer informações ambientais relevantes que auxiliem a gestão das Unidades de Conservação e principalmente implementar a Lei Federal n°12.651/12 (“Novo Código Florestal”) em áreas de interesse especial do Estado.

Somente no estado do Rio de Janeiro já foram realizados cerca de 37.500 cadastros, que começaram a ser validados no dia 16 de maio.  Os números mostram um avanço no território fluminense, que foi conseguido por meio de parcerias formalizadas pelo Inea com os comitês de bacias hidrográficas e com o Ministério do Meio Ambiente.

O Inea também firmou Acordos de Cooperação com 23 municípios fluminenses para auxiliar os pequenos proprietários rurais  nas inscrições e nas respostas às demandas da validação.

A Gissoluções, desenvolve projetos de levantamento para planejamento ambiental, informações ambientais relevantes que auxiliem a gestão das Unidades de Conservação e base de dados estratégica para controle, monitoramento para cadastro de imóveis rurais inclusive.

Veja o site: www.gissolucoes.com.br

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