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A Importância do Sistema de Informação Geográficas para as empresas.

O Sistema de Informação Geográfica (Geographic Information System – GIS) é uma tecnologia em processo de desenvolvimento, dificultando assim, uma definição que satisfaça a todos os envolvidos com o seu desenvolvimento, com as suas aplicações e usos e até mesmo com o marketing dessa ferramenta, que muitos consideram como ciência.
De acordo com a empresa líder mundial nessa tecnologia – GIS – a Environmental Systems Research Institute – ESRI, em seu manual de Melhores Práticas GIS – Ensaio de Geografia e GIS, de 2008 – tomar decisões baseadas na geografia é fundamental para o pensamento humano, uma vez que se usa esse conhecimento para um simples caso de ir até uma loja ou para um grande evento de lançamento de um equipamento em local preciso.
Um sistema de informação geográfica é uma ferramenta tecnológica para compreender a geografia e tomar decisões inteligentes (GETIS, 2008).

De acordo com a Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT (2010), o principal objetivo do GIS é a geração de informações espaciais tais como mapas, tabelas, relatórios, estatísticas, gráficos e outros, proporcionando condições mais satisfatórias de visualização, entendimento e suporte à tomada de decisões e reduzindo a subjetividade no processo de interpretação dos dados. Isso é possível considerando-se sua capacidade de integração e suas múltiplas alternativas de apresentação das informações aos usuários, o que potencializa a capacidade de abstração e simulação de resultados. No entanto, a utilização eficiente deste tipo de tecnologia requer o conhecimento de suas potencialidades e limitações, bem como dos passos necessários para sua implantação e utilização, de modo a obter o máximo de resultados possíveis.
O Sistema de Informação Geográfica organiza dados geográficos de forma que uma pessoa que lê um mapa pode selecionar os dados necessários para um projeto ou tarefa específica. Um mapa temático tem uma tabela de conteúdos que permite ao leitor adicionar camadas de informações para uma base cartográfica de localidades do mundo real. Com uma capacidade de combinar uma variedade de conjuntos de dados em um número infinito de formas, o GIS é uma ferramenta útil para quase todos os campos do conhecimento, da arqueologia à zoologia e também para a logística.

O GIS é um sistema de informação geográfica projetado para capturar, modelar, armazenar, manipular, atualizar, analisar, mapear dados espaciais, com as informações georreferenciadas, otimizando processos, através da implantação de um projeto que envolve hardware, software, dados geográficos e recursos humanos (GETIS, 2008).
Novas tecnologias, tais como sistemas de posicionamento global (GPS), sistemas de satélites multissensores, desenvolvimento da fotografia digital, integram com sistemas de informações geográficas, permitindo o armazenamento e gerenciamento eficiente desses dados como parte do conjunto das geoinformações disponíveis nos últimos anos (BLASCHKE; KUX, 2005).

Com o GIS, problemas de localização (pontos comerciais, fábricas, fornecedores, centro de distribuição, entre outros), roteamento de veículos, análise de sistemas logísticos, estão sendo resolvidos mais facilmente, em conjunto com outras variáveis, sendo que no roteamento de veículos tornou-se fundamental, pois permite ao usuário visualizar as rotas que foram geradas a partir de um algoritmo. Além dessas possibilidades, podem-se
identificar como possíveis de desenvolvimento, aquelas relacionadas com os sistemas de informação, controle do fluxo de mercadorias, controle de estoques, arranjo físico do armazenamento, manuseio de produtos, disponibilização de informações para os clientes on-line, entre outros. (ROCHA, 2008).
Mennecke (1997) discute que o GIS integrado a outras tecnologias formam uma ferramenta essencial para diminuir ou eliminar os gargalos da logística e do transporte. Essas tecnologias fornecem aplicações úteis para os gestores desenvolverem estratégias para reduzir os desperdícios, seja com pessoal, custos com combustíveis, tempo, rotas, proporcionando um melhor atendimento ao cliente (LAPALME et al., 1992; KUNZE, 1993, apud MENNECKE, 1997).
Alguns benefícios dessa poderosa ferramenta são destacados por Breternitz (2001, p. 39):

• aumenta nosso conhecimento acerca dos
recursos disponíveis em uma dada área
geográfica;
• facilita a formulação e a avaliação de
diferentes estratégias alternativas,
respondendo a questões do tipo “what if”
relativas a políticas, análises e distribuição
de recursos;
• reduz o tempo gasto para preparação de
relatórios, gráficos e mapas, o que melhora
a eficácia da informação geográfica usada
em análise de políticas e avaliação de
opções de planejamento;
• melhora o planejamento de futuras
pesquisas, por disponibilizar os dados já
existentes e estabelecer linhas mestras
para coleta, armazenagem e processamento
dos novos dados a serem capturados;
• melhora o tempo de resposta aos pedidos
de informações gerados por gerentes e
planejadores, por tornar as informações
mais acessíveis;
• produz novas informações pela sua
capacidade de manipular dados
anteriormente disponíveis, graças à
capacidade de manipulação de dados via
computador;
• facilita o desenvolvimento de modelos
dinâmicos para apoio ao planejamento;
• permite uma utilização mais adequada dos
recursos humanos disponíveis para coleta e
análise de dados – já se viu que os custos
desses recursos são altos – pela eliminação
de redundâncias e sobreposições de dados e
esforços.

Com a plataforma GIS integrada, é possível criar, servir e explorar o conhecimento geográfico nas aplicações logísticas, gerenciando a complexidade das informações no processo de entrada (criar), compilando essas informações com a utilização do GIS (servir), tornando a informação acessível para a tomada de decisão (explorar – com informações que auxiliam o entedimento do porquê e não apenas do como), gerando um fluxo de trabalho mais produtivo. Esta plataforma integrada é uma poderosa ferramenta para a tomada de decisão logística, apresentando dados com grande impacto, comunicação de mudanças (rotas, por exemplo), projeta as tendências (congestionamento, por exemplo), aumentando a produtividade com a otimização dos fluxos de trabalho (BORBA, 2011).

O conhecimento dos Sistemas de Informações Geográficas (SIG) é uma habilidade cada vez mais procurada em indústrias, e em todos os setores da economia desde que  as empresas entendam bem a sua utilidade.
A Especialização, oferecida pela GISCursos por exemplo com o uso do ArcGIS ou do Quantum GIS (QGIS) , ensinará as habilidades necessárias para usar com sucesso o software GIS em um ambiente profissional.
A capacitação em nossos cursos  proporcionará analisar seus dados espaciais, usar técnicas de cartografia para comunicar seus resultados em mapas e colaborar com colegas em campos dependentes de SIG/GIS. No projeto final da GISCursos, o  aluno criará uma peça de portfólio de GIS de qualidade profissional usando uma combinação de identificação e coleta de dados, desenvolvimento de mapa analítico e técnicas de análise espacial.
Na noss empresa GISSoluções, todas as empresas que necessitem contratar projetos de geoprocessamento terá todo o apoio no processo decisório em qualquer setor da economia que estiver inserido.

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gis

O que é SIG?

GIS é um sistema que pretende capturar, armazenar, gerenciar, manipular, analisar, os dados geográficos.

O termo GIS raramente usado para ciência da informação geográfica (Geociências) se relaciona com o sistema acadêmico que estuda os sistemas de informação GIS . É um vasto domínio dentro da disciplina acadêmica mais ampla da Geo-informática. O que vai além de um SIG é uma infraestrutura de dados espaciais, um conceito que não possui limites tão limitantes.

O sistema de informação GIS é um caso particular de sistemas de informação em que o banco de dados inclui observações sobre recursos, atividades ou eventos espacialmente detalhados, que são definidos no espaço como pontos, linhas ou áreas.

Um sistema de informação geográfica (GIS) gerencia dados sobre essas áreas, pontos e linhas, ajudando assim na recuperação de informações de dados.

O sistema de informação GIS já influenciou a maioria de nós em algumas das outras maneiras, sem que nós o reconheçamos. Se você já usou um programa de mapeamento da Internet para encontrar instruções, parabéns, você usou pessoalmente o GIS!

A última cadeia de supermercados na esquina aparentemente estava localizada usando GIS, portanto, ajudou na determinação do local mais efetivo para atender a demanda do cliente.

Abaixo estão os usos básicos do SIG:

Usos do SIG

Mapeamento de dados: a função primária de um sistema de informação SIG é apresentar uma representação visual de dados. Assim, o GIS mostra a coleta de dados e, em seguida, o representa no formato de mapa visual.

Análise de proximidade: uma análise de proximidade é um procedimento analítico que ajuda na determinação da relação entre um determinado local e outros locais, bem como pontos que estão em conexão uns com os outros de alguma forma. Várias organizações empresariais também usam Análise de Proximidade para identificar sites adequados para estabelecimentos comerciais.

Buffering: o buffer é a técnica usualmente usada com análise de proximidade para mostrar a esfera de influência de um determinado ponto. O buffer não é apenas útil para construir uma zona em torno de uma determinada característica geográfica para além disso, mas também para investigação usando o método de sobreposição.

Localizar Clusters: um cluster pode envolver membros onde uma distância entre eles é decididamente menor do que uma determinada quantidade ou áreas em que os pontos são densos, mais significativos do que um nível específico.

Encontrar o mais próximo: um procedimento que é usado para medir as distâncias dentro de um ponto e a borda de um elemento particular que define como um polígono usando pontos vetoriais.

Análise de localização: o melhor método para classificar um local para uma nova tomada local. O procedimento que se desenvolveu a partir de abordagens teóricas pode ser usado para explicar as condições detectadas em um algoritmo para identificar locais ótimos.

Ferramenta GIS:

Os aplicativos GIS são ferramentas que permitem aos usuários não só criar consultas interativas ou pesquisas criadas pelo usuário, mas também permitir a análise de informações espaciais, editar dados em mapas e apresentar os resultados de todas essas operações.

Abaixo está a lista de ferramentas de GIS usadas mais comumente, elas são:

  • Superposição e proximidade
  • Superfícies
  • Estatísticas espaciais e não espaciais
  • Gerenciamento de tabela
  • Seleção e extração

Abaixo estão as vantagens do GIS que, portanto, são úteis -

As principais vantagens do SIG são as seguintes:

Melhora a tomada de decisões – as decisões são mais acessíveis devido à informação particular e completa apresentada sobre um ou mais locais.

Diminuir os custos e aumentar a eficiência - principalmente no que se refere aos horários de manutenção, ao progresso da frota ou aos horários agendados.

Uma comunicação facilmente compreensível entre a organização e os departamentos podem ser visualizados no formato visual.

Secure Managing records - As mudanças geológicas são registradas pelos sistemas GIS que são confiáveis ​​para documentar mudanças.

Gerenciando geograficamente - entender o que é e o que ocorrerá em um espaço geográfico, portanto, ajudará a planejar um curso de ação.

Essas são algumas das vantagens que não só poderia fornecer o uso da tecnologia SIG, mas também pode ser uma ótima decisão para usá-la.

O GIS confiou em modificações feitas em muitos tipos diferentes de sistemas GIS:

  • Geografia
  • Cartografia
  • Fotogrametria
  • Sensoriamento remoto
  • Levantamento
  • Geodésia
  • Engenharia Civil
  • Estatisticas
  • Ciência da Computação
  • Pesquisa de operações
  • Inteligência artificial
  • Demografia, e muitos outros ramos ou tipos de SIG.

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Go Field Collector

No APP Field Colector você coleta as coordenadas de seu ponto de campo.

Equipes de campo se vêem obrigadas a levar vários itens para registro de cada dado de seu trabalho, como cadernos, planilhas impressas, canetas, lápis, câmeras fotográficas, calculadoras, bússolas, GPS, entre outros. O uso do GO FIELD COLLECTOR em seu celular ou tablet permite a TOTAL PRATICIDADE do trabalho sem a necessidade de levar qualquer outro item.

PRATICIDADE
É FUNDAMENTAL

No APP Field Colector você coleteta as coordenadas de seu ponto de campo, descreve o local e tira fotos, tudo em um mesmo tablet ou celular, on line ou off line.

Pode-se Salvar automaticamente todas as informações coletadas na nuvem e analisar seu trabalho pelo go field collector web. No sistema você pode selecionar os melhores pontos, as melhores fotos e mesmo editar a descrição feita em campo.

Uma das funcionalidades é a produção de fichas de campo automaticamente, para o seu relatório de trabalho. Tudo organizado por missão e assim pode-se Eliminar horas de trabalho em escritório, depois de voltar do campo.

INFORMAÇÕES
ORGANIZADAS

Esqueça as folhas pautadas do caderno, as planilhas em folhas impressas e as dezenas de post-its. No GO FIELD COLLECTOR os dados são inseridos em fichas digitais, com campos exclusivos para os tipos de dados e automaticamente organizados em conjuntos para cada missão. O recurso de buscas de qualquer dado registrado permite versatilidade no trabalho e em seu planejamento.

FOTOS ASSOCIADAS
AO PONTO COLETADO

A máquina fotográfica e a caderneta de campo são substituídas pelo uso do GO FIELD COLLECTOR. Para cada ponto registrado o sistema pode associar até 4 fotos, capturadas com a câmera do dispositivo móvel. Estas fotos, assim como as anotações de campo, ficam associadas às coordenadas do ponto visitado e prontas para serem salvas na nuvem e produzirem o seu relatório de campo em poucos minutos.

TRANSMISSÃO DE DADOS
PARA A NUVEM

A versatilidade do GO FIELD COLLECTOR permite o envio dos dados coletados e registrados para a nuvem de forma segura e automática. O envio dos dados é feito no momento em que você tiver uma conexão com a internet. Se estiver off line, o seu trabalho poderá ser feito normalmente e com toda segurança. Os dados irão para a nuvem quando a conexão for restaurada.

TODOS OS SEUS DADOS SOBRE
MAPAS DO GOOGLE

O GO FIELD COLLECTOR se completa com a versão WEB. Acessando o site do sistema, você terá em sua conta, todas as suas missões de campo com seus respectivos dados coletados, organizados e acessíveis, sobre a base do GOOGLE MAPS. Neste ambiente você poderá visualizar, analisar e editar toda a sua produção de campo e também se planejar para o próximo dia de trabalho.

RELATÓRIOS COMPLETOS, CUSTOMIZADOS E PRONTOS

Com o GO FIELD COLLECTOR, o trabalho que era feito antes de forma manual para a produção de fichas de campo e relatórios, passa a ser automático. No ambiente WEB, você seleciona os pontos desejados, edita os textos digitados em campo, escolhe a ordem das fotos ou pode adicionar novas fotos, insere a sua logomarca e então gera o seu relatório de campo. Tudo em poucos minutos!

Fonte: https://www.gofieldcollector.com.br/

#coletadecampo #geoprocessamento #gis #sig #arcgis #qgis #giscursos #analiseambiental #analisederisco

 

 

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fereramentas de geoprocessamento

Ferramentas de análise da morfodinâmica

O monitoramento e análise do comportamento dinâmico dos processos ambientais são trabalhos considerados atualmente, muito importantes. Para realizá-los com mais eficiência e qualidade, é preciso sempre utilizar escalas adequadas para alcançar o detalhamento necessário, exigido pela temática da pesquisa. Outros aspectos a considerar são o tempo de acompanhamento do processo e a precisão empregada.
Existem muitas metodologias e, frequentemente, novos equipamentos, instrumentos e tecnologias que são empregados para trabalhos de pesquisa em várias áreas do conhecimento e no acompanhamento de processos naturais. A produção e a utilização dessas ferramentas comuns também se orientam na necessidade de atender os objetivos de aplicações inerentes às temáticas específicas de cada uma dessas áreas de conhecimento.
Para acompanhar o comportamento dos processos ambientais hoje,é indispensável o uso de sistemas globais de posicionamento (GPS); sensoriamento remoto com as imagens; o geoprocessamento empregando bancos de dados e sistemas geográficos de informação (SGI) ou (SIG).
No caso das praias por exemplo, estabelecer comparações entre suas áreas ao longo do tempo e a criação de mapas, com o emprego de imagens de satélite e geoprocessamento é também um procedimento eficiente e usual, para mapear e responder onde, como e quanto a praia aumentou em área por deposição ou diminuiu por erosão.
A cada dia, instrumentos e equipamentos antigos são aperfeiçoados ou aparecem novos. As novas tecnologias permitem aprimorar a qualidade dos resultados obtidos. Além disso, são criadas novas aplicações, visando atender a demanda de melhor conhecer os fenômenos naturais ou induzidos pela ação humana.
Softwares como o ArcGIS, o Quantum GIS, Spring software livre desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) entre outros são importantes para o auxílio ao levantamento e a pesquisa.
Venha para a GISCursos e capacite-se em Geoprocessamento com cursos presenciais totalmente práticos com nossos profissionais, todos a nível mestres e doutores em diversas áreas.

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DIG_geoprocessamento

DIG: uma proposta de disseminação do Geoprocessamento para estudantes e profissionais da Geografia.

O projeto tem por objetivo apoiar, incentivar e desenvolver atividades de ensino do Geoprocessamento no âmbito das Geociências, envolvendo a realização de cursos de capacitação (presenciais e à distância) de professores e alunos. A metodologia utilizada para atender os objetivos, consiste na elaboração de apostilas e/ou tutoriais sobre o programa Quantum GIS, a plataforma de ArcGIS online, entre outras. Os materiais didáticos (apostilas e vídeo-aulas) ficam disponíveis em uma plataforma de ensino à distância, viabilizada por uma parceria entre a GISCURSOS e a DIG-UERJ, que permitiram a utilização de seu site online (http://www.giscursos.com.br/online) onde foi criado um curso de Geotecnologias aplicadas ao ensino fundamental e(ou) médio.

Como apoio à disseminação do conteúdo do projeto e de divulgação dos cursos, criou-se um Blog (http://www.diguerj.wordpress.com), onde também são postados artigos contendo conceitos e novidades. Portanto, o projeto vem conseguindo resultados importantes na disseminação da geotecnologia entre alunos da licenciatura e professores formados, seguindo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) em Geografia.

Para o presente curso, é necessário o preenchimento de um formulário, onde os alunos inscritos dirão suas informações e seus níveis de conhecimento em informática e em geoprocessamento. Logo após, os alunos serão submetidos à uma avaliação dos coordenadores do curso para então serem, efetivamente, inscritos. As turmas terão o limite de 20 alunos inscritos, e o curso terá a duração de aproximadamente 1 mês, e é inteiramente grátis.

O link do formulário para pré-inscrição é: https://goo.gl/1FTli1

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IMB lança nova ferramenta de estatísticas georreferenciadas

Está disponível no Portal Sieg a nova ferramenta de Estatísticas Georreferenciadas desenvolvida pelo pesquisador em geoprocessamento Bernard Silva de Oliveira, da Gerência de Cartografia e Geoprocessamento do Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (IMB), da Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan).

Antes da reformulação, a ferramenta já possibilitava ao usuário consultar indicadores municipais do Banco de Dados Estatísticos (BDE), mantido e atualizado pelo IMB, e a partir desta consulta, permitir o download de um arquivo georreferenciado que pode ser utilizado em softwares de Sistema de Informação Geográfica (SIG), além da visualização e do download das tabelas.

Com a nova ferramenta, o usuário passa a contar com uma plataforma de mapas interativos, onde é possível não só baixar o arquivo georreferenciado, mas também visualizar e imprimir um mapa com o indicador escolhido.

Esta novidade possibilita ao cidadão o acesso facilitado a mapas com os principais indicadores municipais disponíveis para o Estado de Goiás, o que antes só era possível para usuários com conhecimentos específicos em geoprocessamento.

As Estatísticas Georreferenciadas podem ser acessadas a partir do Portal Sieg ou por este link.

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Aplicativos de GIS interessantes para Android.

Top 5 aplicativos de GIS que não podem faltar no seu Android.

5 aplicativos que não podem faltar no seu celular Android.

1. QGIS: criar, editar, visualizar, analisar e publicar informação geoespacial. É praticamente o software QGIS completo, adaptado para dispositivos móveis.
QGIS
2. QField for QGIS: combina um design minimalista com sofisticada tecnologia para obter dados a partir do campo para o escritório de uma forma confortável e fácil. Desencadeia todo o poder do QGIS styling para trazer seus mapas personalizados para o campo, recolher atributos para recursos com widgets editar configurados como listas de valores, caixas, texto livre ou fotos tiradas com a câmera do dispositivo. QField é um projeto open source, que podem ser encontrado na internet.
Qfield for QGIS
3. Colletor for ArcGIS: utilize mapas em qualquer lugar para verificar seus dados, fazer observações e responder por eventos. Você irá melhorar a eficiência da sua mão-de-obra em campo e a precisão do seu GIS. Com o Colletor você pode coletar e atualizar dados utilizando o mapa ou GPS; baixar mapas no seu dispositivo e trabalhar offline; coletar pontos, linhas, áreas e dados relacionados; preencher os formulários de mapa dinâmicos de fácil uso; anexar fotos  e muito mais.
Colletor for ArcGIS
4. MapIt – Coletor de dados SIG: uma ferramenta desenvolvida para a coleta de dados para Sistemas de Informação Geográfica (SIG) com base em GPS ou mapas. É uma ferramenta SIG móvel utilizada para coleta de dados no campo por profissionais da área ambiental ou que utilizam outros tipos de dados geográficos. O MapIt torna a coleta de dados para os SIG uma tarefa fácil, rápida e mais eficiente.
MapIt
5. Mappt – Solução GIS Móvel: poderosa solução SIG móvel para Android fácil de usar e que foge da dependência tradicional dos pacotes pré-existentes para desktop. Usado em mais de 100 países, em indústrias que vão de educação a agricultura, mineração e defesa. Construído de forma agnóstica e interoperável. Essa flexibilidade dá aos usuários a confiança de uma aplicação robusta que consegue lidar com todo o tipo de ambiente de trabalho – incluindo áreas remotas, uma vez que o também funciona offline.
MapptVeja nossa pagina no facebook.

Consulte-nos para capacitação em Geoprocessamento:
Rua Conde de Bonfim 120/713.
Tijuca- Tijuca Office Center
Tel: 213687-3976/ 3576-0691/98854-9132 WhatsApp.

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IBGE lança Atlas Nacional Digital do Brasil 2016 com mapas interativos e caderno temático sobre indígenas

O IBGE lança hoje (27/06/2016) o Atlas Nacional Digital do Brasil 2016. Trata-se de um atlas que incorpora, em ambiente interativo, as informações contidas no Atlas Nacional do Brasil Milton Santos, publicado em 2010, acrescidas de 170 mapas com informações demográficas, econômicas e sociais atualizadas e um caderno temático sobre a população indígena no Brasil. Com isso, faz um mapeamento inédito sobre a localização dessa população dentro e fora das Terras Indígenas, segundo dados do Censo Demográfico 2010.

Este Atlas revela as profundas transformações ocorridas na geografia brasileira, acompanhando as mudanças observadas no processo de ocupação do território nacional na contemporaneidade, e se estrutura em torno de quatro grandes temas: o Brasil no mundo; Território e meio ambiente; Sociedade e economia; e Redes geográficas.

Além do recurso ao texto escrito, o Atlas utiliza mapas, tabelas e gráficos, o que permite um amplo cruzamento de dados estatísticos e feições geográficas que tornam flexível e abrangente a seleção de informações, permitindo o entendimento aproximado da diversidade demográfica, social, econômica, ambiental e cultural do imenso território brasileiro.

Este lançamento inaugura a política do IBGE de divulgação anual do Atlas Nacional Digital do Brasil.

Clique aqui para ter acesso ao Atlas Nacional Digital do Brasil 2016.

Aplicativo permite navegação em ambiente interativo

O Atlas Nacional Digital do Brasil 2016 é uma aplicação de análise geográfica, voltada para usuários que desejam ter acesso somente ao conjunto de mapas e também para os que possuem um conhecimento mais avançado quanto à busca de informações geográficas on line.

Ao usuário é permitido ter acesso a todas as páginas da publicação, podendo fazer download e consultar os seus dados geográficos, estatísticos e seus metadados (informações sobre o dado). A aplicação possibilita também analisar os 780 mapas do Atlas em um ambiente interativo, que permite a navegação pelo mapa, alterar a escala de visualização, ver e exportar tabelas e arquivos gráficos, personalizar o mapa superpondo temas de várias fontes, gerar imagens, salvar o ambiente de estudo para posterior análise e abrir um ambiente personalizado de estudo.

Atlas Nacional Digital do Brasil 2016 se estrutura em quatro grandes temas

O Atlas Nacional Digital do Brasil 2016 é estruturado em torno de quatro grandes questões: O Brasil no mundo; Território e meio ambiente; Sociedade e economia; e Redes geográficas.

O eixo temático O Brasil no mundo aborda questões como a desigualdade social, o acesso a informações, as redes geográficas e as fontes energéticas.

A relação entre Território e meio ambiente ressalta as diversas divisões do território brasileiro e traz mapas de relevo, clima, solos, recursos hídricos, vegetação, fauna ameaçada, além de informações sobre riscos ambientais.

O tema Sociedade e economia aborda a dinâmica geográfica, a urbanização, a desigualdade social, saúde, educação, saneamento, cidadania e espaço econômico.

O eixo das Redes geográficas considera os sistemas e as redes – geodésicas, cartográficas, viárias, aéreas, comunicação e energia – como componentes da logística territorial e, portanto, da localização geográfica das atividades econômicas no Brasil, constituindo condição básica para o escoamento da produção, a circulação humana e, hoje em dia, para o desenvolvimento sustentável, uma vez que alavancam grande parte das formas de ocupação e de uso dos recursos naturais, reestruturando continuamente o território nacional.

Caderno Temático faz mapeamento inédito sobre a população indígena

O aprimoramento do Censo Demográfico 2010, no que se refere à base territorial, permitiu a espacialização dos indígenas em escalas geográficas diferenciadas. Foram analisadas as características sociodemográficas dentro e fora das Terras Indígenas, de forma a dar maior visibilidade a esse segmento populacional, o que permitiu mapear estas informações.

O Censo 2010 mostrou que 517,4 mil indígenas (57,7% do total desta população) viviam nas Terras Indígenas oficialmente reconhecidas na época de sua realização. As regiões Norte (73,5%) e Centro-Oeste (72,5%) possuíam os maiores percentuais. Roraima era o estado com o maior percentual (83,2%) e o Rio de Janeiro detinha a menor proporção (2,8%).

75,0% dos indígenas souberam informar sua etnia

No Brasil, 75,0% das pessoas que se declararam indígenas souberam informar o nome da etnia ou povo ao qual pertenciam. As etnias mais representativas, segundo as unidades da federação, revelaram características determinantes de possíveis padrões de distribuição espacial de algumas delas, como os Xavantes, que estavam entre os mais numerosos em todos os estados da região Centro-Oeste, e os Guarani Kaiowá, com penetração em toda região Sul e parte das regiões Sudeste e Centro-Oeste.

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Mais de 30% dos indígenas sabiam falar sua língua de origem

O Censo 2010 identificou 274 línguas indígenas. Em todo o país, 37,4% dos indígenas de 5 anos ou mais de idade falavam uma língua indígena. Dentro das Terras Indígenas esse percentual foi de 57,3%, enquanto fora delas e em áreas urbanas, 9,7% ainda eram falantes, e, nas áreas rurais, 24,6%.

As línguas indígenas eram faladas em maior porcentagem nas regiões Norte, Sul e Centro-Oeste, sendo que as Terras Indígenas localizadas nessa última região alcançaram o percentual mais elevado, 72,4%. O Guarani foi significativo no conjunto das línguas mais faladas nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, o mesmo ocorrendo em relação aos Nhandeva e aos Mbya nas regiões Sudeste e Sul.

Fonte: IBGE

Comunicação Social
27 de junho de 2016

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GEOPROCESSAMENTO E MOBILIDADE URBANA

O curso da GISCursos de Geoprocessamento e Mobilidade urbana, visa capacitar os alunos no entendimento da lógica de mobilidade, através da identificação dos elementos relevantes de modo a produzir mapas e relatórios que subsidiem o planejamento e gestão municipal. O curso visa aprofundar o uso de geotecnologias, assim como os conceitos necessários para bem usá-las.

O curso busca fornecer subsídios a estudantes e profissionais das áreas de geografia, planejamento de transporte, engenharia de transporte, cartografia, administração pública, arquitetura, planejamento urbano, segurança pública, ensino, geomarketing, dentre outras.  Veja abaixo do poster o conteúdo programático. Faça sua matricula no site da GISCursos ou neste link: https://goo.gl/XW4QWJ

Curso de Geoporcessamento
Poster Mobilidade Urbana
Conteúdo Programático

- Escolha dos Dados de Infraestrutura de Mobilidade Urbana

  • Dados georreferenciados
  • Dados tabulares
  • Dados primários

- Caminhos e Métodos de Coleta dos dados

  • Fontes e repositórios de dados
  • Procedimentos de coleta

- Tratamento e Análise dos dados

  • Filtrando os dados de interesse
  • Edição gráfica e alfanumérica

- Preparação dos mapas

  • Noções de cartografia temática
  • Combinação de temas
  • Organização dos elementos (Grade, legenda e escala)

- Preparação de relatório

  • Como estruturar relatórios
  • Como fazer a leitura dos mapas e descrevê-los no relatório
  • O que apresentar em tabelas, gráficos e mapas.

 

 

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GIS-Workstation

Os melhores Componentes do computador para uma estação de trabalho GIS

O ponto focal de uma SIG sólida reside no software … A GISCursos por exemplo tem equipamentos robustos que permitem o aprendizado efetivo e rápido.

… Porque é o que você usa para criar, editar, gerenciar e exibir dados geográficos.

Mas o software GIS precisa ser executado em uma estação de trabalho poderosa GIS. É a espinha dorsal do seu software GIS.

Armazenamento de dados, placas gráficas nítidas, processamento poderoso e dispositivos de entrada e saída – estes componentes GIS são essenciais para um ambiente GIS funcional.

Vamos olhar para as demandas de software GIS sobre hardware:

GIS Workstation Hardware típica

Camadas de dados GIS

Como analista de GIS, você trabalha com um monte de dados – quase tudo geoespacial na natureza.

Você faz tudo com os dados. Você exibir, capturar, editar, compartilhar, visualizar, gerenciar, apagar dados GIS.

Se você estiver no mercado para comprar ou construir uma estação de trabalho GIS a partir do zero … Você está fazendo essencialmente um investimento em sua carreira.

Aqui está o que você deve procurar em uma estação de trabalho GIS ideal:

1. Dual Monitores – Vendo o dobro

Dois monitores

Todo analista GIS gosta de trabalhar com dois monitores. Eu não encontrei uma que não o faz.

O analista eficiente GIS utiliza dois monitores em vez de um único monitor grande. Com a quantidade pesada de multitarefa que você estará fazendo em GIS, você precisa de duas telas para visão ideal e organização de tarefas.

Quando você edita dados GIS, os analistas separar seus visuais GIS e atributos em telas separadas. Mãos para baixo – duas telas bater um único monitor grande.

2. Unidade Central de Processamento (CPU) – Seu Laboratório

CPU GIS Hardware

GIS é pesado CPU. A unidade de processamento central (CPU) é o seu cavalo de trabalho. A CPU é a sua sede para o processamento de dados. Quando você executa um processo de GIS intensivo, o sistema fica totalmente cheio. Overclocking é comum no mundo do GIS e desempenho da CPU reduz.

Os computadores modernos de processamento de múltiplos núcleos de modo que é possível efectuar mais do que uma tarefa ao mesmo tempo. Vários núcleos dividir as tarefas em partes separadas. Enquanto o programa de software são escritos para tirar proveito dos múltiplos núcleos, isso pode aumentar a velocidade geral.

3. Random Access Memory (RAM) – memória temporária

RAM GIS Hardware

Computadores de dados processam dado muito rapidamente. Mas os discos rígidos são muito lento em comparação. Se você ler e escrever todos os seus dados processados ​​diretamente do seu disco rígido, computadores ficaram muito lento porque o disco rígido não podia manter-se com a velocidade do processador.

RAM aborda este problema. RAM é o local onde os dados são armazenados temporariamente que é rápido a ler e escrever. RAM é extremamente rápido e é o melhor lugar para armazenar dados usados ​​com freqüência. Quando os programas de software de GIS estão ativos para espaços de trabalho na memória, os dados são armazenados na memória interna do sistema (RAM).

4. Unidades de Disco Rígido (HDD) – armazenamento permanente

Drive de disco rígido

Os discos rígidos geralmente armazenar dados em discos magnéticos girando como armazenamento secundário. Unidades de disco são usados ​​para transferir grandes blocos de dados e permanece na memória até que seja necessário. Isso depende de rotações por minuto. Os discos rígidos são muito mais barato porque não tem que se mover rapidamente dados como RAM.

Drives de estado sólido são um novo tipo de disco rígido e são muito mais rápidas. A tecnologia que eles usam são como unidades flash sem partes móveis como discos giratórios. Ele depende da quantidade de dados que pode ler / escrever por segundo.

Se você trabalha com LiDAR e outros grandes conjuntos de dados, o seu disco rígido vai encher-se muito rapidamente.

5. Graphics Processing Unit – Visualize mais rápido

Placa de vídeo

A GPU trabalha para exibição GIS e gráficos, tais como zoom e visão panorâmica de um mapa. Uma boa unidade de processamento gráfico torna múltiplos mapas em camadas e simbologia sem problemas. Ele ajuda dos dados de exibição em 3D com facilidade.

Embora muita atenção é colocada na CPU, GPU em última análise, os seus poderes camadas para desenhar no seu monitor de alta resolução. Ao trabalhar com grandes conjuntos de dados como LiDAR e tecido de encomendas, uma boa GPU realmente começa a brilhar para redesenhar, zoom e visão panorâmica de dados.

6. Flash Drives – Breve armazenamento externo

USB Pen Drive GIS

Drives Flash armazenam dados em memória de estado sólido. Basta inserir o seu cartão de memória USB e transferir arquivos como uma brisa.

Eles não têm partes móveis e não exigem poder de reter dados. Drives flash são fáceis de transferir e para trás, eles são muito portátil e estão se tornando uma opção barata para armazenar dados.

7. CD-ROM, DVD e Blu-Ray – External Storage Permanente

DVD GIS extra

CD-ROMs pode ser obsoleto, mas DVDs e discos Blu-Ray ainda estão indo forte (tanto quanto eu sei). Geralmente, CD-ROMs, DVDs e discos Blu-Ray são usados ​​para armazenar dados permanentes. Gravar dados em um disco, esse disco e provavelmente será para sempre inalterada.

Eles são dispositivos de armazenamento removíveis. Ao contrário de flash drives, esses dispositivos utilizam discos giratórios para armazenar dados. Eles são opções baratas para armazenamento de dados, mas são muito mais lentos do que drives flash e discos rígidos.

GIS Computadores pessoais de Opções

Mesmo que você não precisa entender todos os detalhes de hardware do computador, você deve ter alguma compreensão do que acontece nos bastidores.

Os computadores se tornaram baratos. Eles são quase todos os lugares.

Na maioria das vezes, o dispositivo que você vai trabalhar em em GIS é um computador desktop ou laptop comum. O termo computador pessoal (PC) abrange dispositivos como desktops e laptops.

Estes são os tipos mais comuns de computadores que existem hoje:

Desktops

GIS desktop do computador

Um computador de mesa é projetado para ser não-portáteis e sentar-se ao lado da mesa de um. Eles não têm baterias e geralmente têm teclados externos.

Torres incluir os principais componentes de um computador, excluindo o monitor, o teclado e o rato. As estações de trabalho são desktops poderosos com recursos extras, como espaço em disco e placas gráficas.

Laptops

Computador portátil

Laptops são computadores portáteis muitas vezes rodando em baterias. Eles podem ser usados ​​em praticamente qualquer lugar, porque eles têm telas integradas e teclados.

Laptops muitas vezes funcionam com baterias. Em frente do teclado, computadores portáteis têm geralmente um touchpad ou trackball que pode ser usado como um mouse.

Notebooks

Caderno

Em um momento, os notebooks foram versões de laptops em escala reduzida. Eles eram leves, portáteis, telas menores sem unidades de CD-ROM ou DVD. Eles comprometidam desempenho para a portabilidade.

Agora, os termos laptops e notebooks tornaram-se quase sinônimo de muito pouca separação entre os dois tipos de computadores.

Tablets

GIS Tablet

Tablets são computadores ultra portátil. Eles são geralmente mais caros e podem ter o mesmo processamento, memória e disco rígido como computadores portáteis.

Eles são geralmente equipados com um teclado na tela ou stylus tornando-os ideais para ambientes específicos. Os comprimidos podem reconhecer caligrafia e têm teclados virtuais.

Mainframes

Mainframe GIS

Mainframes são computadores centralizadas que suportam numerosas estações de trabalho. As grandes organizações usam mainframes com cada usuário se conectar a um terminal burro.

Centenas de usuários podem ter atualizações de software do servidor central. A computação em nuvem envolve usuários conectar remotamente através de um browser. Aplicações e armazenamento de dados são mantidos em um servidor central.

Servidores

GIS servidor

Os servidores são computadores que suportam múltiplos usuários acessando aplicativos cliente simultaneamente. Ele executa uma instância do software e aceita solicitações de clientes.

Mainframes, servidores de nuvem e minis são exemplos de servidores. Os usuários podem acessar esses servidores e informações é realizada centralmente, onde os usuários podem compartilhar e acessar dados de forma colaborativa.

Como Central Processing Units Trabalho

CPU GIS Hardware

A unidade de processamento central (CPU) tem instruções do sistema operacional (OS). A CPU leva este conjunto de instruções e passa por um ciclo de repetição

Buscar Instrução: Arquivos executáveis ​​são arquivos binários com instruções para a CPU. As cópias do sistema operacional o programa na RAM, em seguida, começa a alimentar as instruções da CPU.

Decodificação: Cada instrução é em números binários – (1 = on e 0 = off). A CPU decodifica as cordas de código binário.

Execução: A CPU executa a operação real. Isso é feito pela Unidade Lógica Aritmética.

Esse ciclo se repete a partir de a busca de instruções.

Lei de Moore em GIS

Na década de 1960, o tamanho dos computadores eram verdadeiros elefantes brancos. Eles eram volumosos, sem a capacidade e sem mobilidade.

Um sujeito com o nome de Gordon Moore observou que o mesmo chip dobraria de tamanho e velocidade a cada 18 meses.

Como um relógio, essa previsão se confirmou e cunhou o termo “Lei de Moore”.

O que o futuro guarda?

A computação quântica? Realidade Virtual GIS?

Conclusão

Nós analisamos alguns dos componentes essenciais de hardware GIS – CPUs, dois monitores, memória RAM, disco rígido e GPUs.

Todos desempenham um papel fundamental na forma como a sua escolha em software GIS será executado.

 

A fonte deste artigo é GISGeography

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