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snap

Curso PDI (Sensoriamento remoto) Sentinel com SNAP/ESA.

A Agência Espacial Europeia, entidade responsável pelo programa Sentinel-2, desenvolveu um aplicativo para processamento de imagens chamado SNAP, que pode gerar composição colorida, mosaico e classificação de imagens.

O programa é freeware (gratuito) e funciona muito bem para o Sentinel mas também para outros satélites como landsat, alos palsar, rapid eye, spot, world view e etc.

O programa faz a leitura de diversos formatos, facilitando o trabalho do usuário. É uma ferramenta bem completa para quem precisa trabalhar com projetos em PDI.A arquitetura SNAP é ideal para o processamento e análise de observação da terra devido às seguintes inovações tecnológicas: Extensibilidade, Portabilidade, Plataforma Rich Client Modular, Abstração de Dados Generic EO, Gerenciamento de Memória em Mosaicos e uma Estrutura de Processamento Gráfico.

Destaques dos recursos:
Arquitetura comum para todas as caixas de ferramenta;
Exibição de imagem e navegação muito rápidas até mesmo de imagens de giga-pixel;
Graph Processing Framework (GPF): para criar cadeias de processamento definidas pelo usuário;
O gerenciamento avançado de camadas permite adicionar e manipular novas sobreposições, como imagens de outras bandas, imagens de servidores WMS ou arquivos de formas ESRI;
Definições ricas de região de interesse para estatísticas e vários gráficos;
Definição e sobreposição de bitmask fáceis;
Aritmética de banda flexível usando expressões matemáticas arbitrárias;
Projeção precisa e orto-retificação para projeções comuns de mapas,;
Geocodificação e retificação usando pontos de controle de solo;
Download automático do SRTM DEM e seleção de blocos;
Biblioteca de produtos para digitalização e catalogação de arquivos grandes eficientemente;
Suporte a processadores multithreading e multi-core;
Visualização integrada da WorldWind;

Perguntas Freqüentemente Feitas pelo SNAP

O SNAP usa as seguintes tecnologias:

Plataforma NetBeans – estrutura de aplicativo de desktop;
Install4J – construtor de instalação multi-plataforma;
GeoTools – biblioteca de ferramentas geoespaciais;
GDAL – leitura / gravação de formatos de dados geoespaciais raster e vetoriais;
Jira – rastreador de problemas;
Git – sistema de controle de versão, hospedado pelo GitHub.

A GISCursos apresenta o curso PDI (Sensoriamento remoto) Sentinel com SNAP/ESA.
O curso abordará aspectos gerais do Snap ESA.

Data: 13 a 17 de Maio.
Matriculas e pagamento do curso:
Na pagina do site: http://www.giscursos.com.br/curso_sensori.html
Ou no Link do pagseguro: https://pag.ae/7UQqkYoEm

Onde é realizado: GISCursos
Tijuca Office Center – Rua Conde de Bonfim 120/713
Contato: 2136893796 / 21 988549132 WhatsApp

As Principais ferramentas que serão abordadas:
Introdução ao Processamento Digital de Imagem e seus aspectos;
Historia do Sensoriamento Remoto ;
Espectroeletromagnético ;
Noções de cores;
Sistema RGB;
Composição Falsa-cor ;
Sistemas de imageamento;
Satélites e imagens disponíveis gratuitamente ;
Correções radiométricas e geométricas;
Resolução espacial, radiométricas e geométricas ;
Registro de Imagens;
Processamento Digital de Imagens ;
Histograma, brilho e contraste ;
Transformações Multi-espectrais.

Serão analisadas imagens do satélite Sentinel 2 no espectro visível (Resolução de 10 m) para classificação do uso da terra conforme o 3º Inventário de Emissões Antrópicas de Gases de Efeito Estufa Diretos e Indiretos do Estado de São Paulo: EMISSÕES E REMOÇÕES DO SETOR DE USO DA TERRA, MUDANÇA DO USO DA TERRA E FLORESTAS.

A princípio serão classificadas duas imagens de satélite, uma base com data de aquisição 16/11/2018, e outra atual com data de aquisição 06/03/2019. Lembrando que outras imagens podem ser selecionadas a medida que o banco de dados da ESA (European Space Agengy) seja atualizado. Os mapas com as diferentes classes de vegetação nativa identificadas nas imagens de satélite serão entregues em versão Shapefile em escala 1:50.000.

Considerando que o item 4.4.1 Supressão da vegetação nativa considera a opção de uso do Landsat 8, que possui resolução de 30 m, propomos a utilização das bandas infravermelho do Sentinel 2 com resolução de 20 m em conjunto com as do espectro visível. Tal medida aumenta o grau de identificação das diferentes classes considerando sua reflectância.

As classes propostas para composição dos mapas são: FNM (Floresta Primária em Área não Manejada), FM (Floresta Primária em Área Manejada), Fsec (Floresta Secundária) GNM (Campo Primário em Área não Manejada) GM (Campo Primário em Área Manejada) Gsec (Campo com Vegetação Secundária) seguindo a orientação do item 4.4.1 Supressão da vegetação nativa.

 

Quem é o Professor:

hugo

Hugo Kussama

Atualmente cursando Doutorado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Com Mestrado e Graduação em Geologia pela UFRJ, com ênfase na área de Mapeamento Geológico, Geologia Estrutural e Geoprocessamento(ARCGIS). Possuo experiência em Meio Ambiente, Geoprocessamento e Geotecnia.
Atuando, desde 2013 como consultor ambiental na Gayatree em licenciamentos e estudos ambientais, atuando em linhas de transmissão, rodovias e empreendimentos imobiliários. Na área de Geotecnia trabalha com sondagens para mineração e, mais recentemente, fez  parte da equipe de Acompanhamento Técnico da Obra (ATO) nos três túneis do projeto Porto Maravilha na cidade do Rio de Janeiro.

 

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7 novos recursos do LandViewer que você não deve perder

Em Nosolosig já falamos várias vezes da plataforma criada pela EOS Dados Analytics, destacando a sua velocidade e simplicidade para acessar imagens Landsat 8 ou comentando sobre algumas de suas ferramentas . As numerosas atualizações feitas nos últimos meses permitiram expandir o catálogo de imagens de satélite e introduzir mais ferramentas de análise, além de outras funções. Vamos ver agora 7 novas funções no LandViewer que você não deve perder, de acordo com os criadores da ferramenta:

Uma plataforma abrangente para pesquisar e analisar imagens

No final de 2018, o espaço livre e os dados transportados por via aérea disponíveis para exploração, análise e descarregue LandViewer incluiu imagens do Sentinel-2 e Sentinel-1 da ESA, Landsat 8 e missões anteriores NASA-USGS, MODIS, CBERS-4 e NAIP. Agora, após a adição de imagens comerciais de alta resolução da Airbus, SpaceWill e SI Imaging Services, essa ampla seleção de dados de observação da Terra é ainda maior.

LandViewer tornou-se uma plataforma única, além de abrir dados de origem pode ser explorado dados de negócios com cobertura global, revisita curtos e resoluções espaciais até 40 cm. O catálogo actual inclui imagens de Pléiades 1a / 1b, SPOT 5, local local 6 e 7, em adição KOMPSAT-2, 3, 3A, SuperView, Gaofen 1, 2 e Ziyuan-3. Comparado com imagens de alta resolução de outros navegadores, LandViewer oferece benefícios como visualização gratuita, o cálculo automático do preço área selecionada e transporte rápido de imagens de armazenamento EOS Cloud Storage em 3 dias úteis.

Observações de longo prazo com análise de séries temporais

A grande quantidade de dados disponíveis, como imagens do Sentinel-2 que são atualizadas semanalmente e dados históricos do Landsat, facilitou muito o monitoramento de alterações por longos períodos de tempo. Mas, quanto tempo é necessário para selecionar e processar vários anos de dados de satélite para obter uma perspectiva multitemporal? Você nunca saberá porque a nova análise de séries temporais analisará todos esses dados de sensoriamento remoto para você e oferecerá os resultados em um gráfico que seja fácil de interpretar.

Gráfico de séries temporais do Sentinel-2 criado para campos agrícolas no estado do Kansas
Gráfico de séries temporais do Sentinel-2 criado para campos agrícolas no estado do Kansas

 

Basta selecionar uma área de interesse (AOI), um conjunto de dados de satélite e um período de tempo entre 1 mês e 10 anos. O algoritmo escolherá todas as imagens com um mínimo de nebulosidade e calculará o NDVI, NDWI ou NDSI em alguns instantes. Por defeito, o gráfico de séries de tempo contém linhas (representando o min., Max., Média e DE) que pode ser escondido ou se for caso disso, e quando ele vê um pico invulgar ou uma queda nos valores, pode exibir uma cena satélite que representa essa seção da curva para estabelecer a causa. Os resultados podem ser baixados como uma imagem (.png) ou como um arquivo .csv com o qual trabalhar no Excel.

Melhoria da análise da vegetação com novos índices espectrais

Todos os interessados ​​em uma análise mais detalhada da cobertura vegetal ficarão encantados com os novos índices espectrais LandViewer: SAVI, EVI, ARVI, GCI, SIPI e NBR. Estes podem complementar a análise geral do NDVI, fazendo correções para a influência da atmosfera, o efeito da topografia ou o brilho do solo, dependendo da densidade da vegetação, clima e elevação na área de interesse. Por sua vez, o índice NBR é projetado para destacar áreas queimadas versus vegetação saudável; enquanto a diferença entre os valores de NBR antes de um incêndio e depois de um incêndio pode ser aplicada para estimar a gravidade do incêndio.

Análise SAVI com dados do Sentinel-2 de uma região agrícola árida no Egito (à esquerda)
Análise SAVI com dados do Sentinel-2 de uma região agrícola árida no Egito (à esquerda)

 

O uso simultâneo de vários índices permite conhecer melhor a saúde das plantas e ajuda a identificar precocemente a vegetação estressada ou infectada.

Nova legenda e cálculo de área

Outro novo recurso do LandViewer, a legenda do índice, é projetado para resolver o problema de interpretar resultados de índice, um problema comum para novos usuários. Agora, ao aplicar um índice espectral no território selecionado, o usuário pode ver uma legenda detalhada em que cada classe marcada com cor contém uma breve descrição. Por exemplo, no cálculo do NDVI, ele identificará e destacará áreas com “vegetação densa”, “vegetação moderada”, “vegetação esparsa”, “terreno aberto” ou “sem vegetação”.

Área calculada
Área calculada

Outro recurso recentemente adicionado que economiza tempo é que agora a área de cada zona incluída na legenda do índice espectral é calculada automaticamente, em metros quadrados e em porcentagem.

Múltipla área de interesse

E não se esqueça da área reforçada de interesse (AOI), que permite a carga maciça de vários AOIs e acelera o trabalho para permitir a visualização simultânea e salto rápido entre AOIs em um mapa para procurar imagens ou subscrição de novas cenas apresentam.

Análise de zona avançada

Ao introduzir a função de clustering, os especialistas em sensoriamento remoto e os desenvolvedores de software da EOS levaram a análise espaço-temporal do LandViewer para um nível mais alto. Graças a esse recurso, os usuários podem realizar classificações não supervisionadas com base em dados de satélite de áreas de até 200 quilômetros quadrados em até 19 clusters (ou zonas). Esse processo envolve a configuração de parâmetros personalizados (tamanho / número de zonas) e a espera de alguns momentos até que o LandViewer crie uma imagem raster com áreas marcadas em cores e uma camada vetorial que realce os limites. Ambos os resultados podem ser baixados.

Clustering in Land Viewer
Clustering in Land Viewer

 

Esta análise escalável pode fornecer informações relacionadas à agricultura, silvicultura, monitoramento costeiro e outros setores. Por exemplo, um agricultor pode usar o mapeamento de cores de áreas no campo com base nos valores de NDVI para navegação de campo e gerenciamento de culturas precisos.

De imagens estáticas a animações interessantes

Não esqueça que, além das informações dos dados espectrais contidos nos pixels das imagens de satélite, ver esses pixels é divertido. Com isso em mente, o LandViewer introduziu o recurso Time-Lapse Animation, que permite que jornalistas e usuários de mídias sociais criem histórias animadas divertidas e as compartilhem na Internet. Cada GIF pode conter até 300 cenas, para as quais índices ou combinações de bandas foram aplicadas.

Timelapse construção do aeroporto de Istambul
Construção de timelapse do aeroporto de Istambul (Tuquía)

Desde o destacamento de glaciares até a construção de novos estádios, as imagens de satélite contêm muitas informações que vale a pena ver e compartilhar com a ajuda do LandViewer .

Este é um artigo da EOS Data Analytics , criadores do LandViewer.

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Sub-bacia hidrográfica atingida pelo desastre em Brumadinho

 

Sub-bacia hidrográfica do rio Paraopeba (atingida pela Vale)
A bacia hidrográfica do rio Paraopeba esta situada a sudeste do Estado de Minas Gerais, abrangendo uma área de 13.643 km². O rio tem suas nascentes ao sul do município de Cristiano Otoni e tem como seus principais afluentes os rios Águas Claras, Macaúbas, Betim, Camapuã e Manso. Ele é um dos mais importantes tributários do rio São Francisco, percorrendo aproximadamente 510 km até a sua foz no lago da represa de Três Marias, no município de Felixlândia.

Figura 1: Sub-bacia do rio Paraopeba
Fonte: CIBAPAR, 2009

A bacia do Paraopeba possui uma área que corresponde a 2,5% da área total do Estado de Minas Gerais. Aproximadamente 1,4 milhões de pessoas vivem na bacia, em 48 municípios de paisagens, culturas, economias e realidades sócio-econômicas e ambientais muito diversas. (CIBAPAR, 2009)

http://www.revistaespacios.com/a11v32n04/113204112.html

Cursos de geoprocessamento (Sistemas de Informações Geográficas) com cursos de ArcGis e QGIS para Análise Ambiental, Análise de Riscos para o meio ambiente, Bacias Hidrográficas, Mapeamento e Fotogrametria com Drone, PDI ( Sensoriamento Remoto) Mobilidade Urbana, entre outros. Consulte-nos!

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Onde Estamos: Rua Conde de Bonfim 120/713 – Tijuca – Rio de Janeiro

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images

Equipe de Drones não consegue ajudar em Brumadinho/MG

Equipe de Drones de BH, se mobilizou para ajuda nas buscas de vítimas e até sobreviventes perdidos, mas a falta de uma coordenação para este tipo de serviço, que hoje seria muito interessante não permitiu que realizassem esta ajuda, pois uma tecnologia nova como esta seria essencial.
Sabe-se que os bombeiros com seus helicópteros estão em vôo, mas acreditamos que junto a eles e a defesa civil, poderia ser feito um trabalho integrado, com o vôo de drones estabelecido a uma altura compatível abaixo ao vôo dos helicópteros com orientação pelos bombeiros para a localização em lugares que o vôo mais próximo dos helicópteros não permita ter uma identificação clara de corpos e animais. Hoje inclusive já existe no mercado Drones que podem fazer alguns tipos de vôo para auxiliar o resgate inclusive à noite.
Momentos como este em que toda a ajuda é necessária, inclusive com o uso de novas tecnologias como por exemplo o uso de #Drones, precisa-se ser pensada por órgãos como os bombeiros e a defesa civil como integrar estes recursos!

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O Mapeamento e processamento de imagens é um recurso novo e importante para o uso em Sistemas de Informações Geográficas
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Captura de Tela 2018-06-18 às 13.54.10

A Importância do Sistema de Informação Geográficas para as empresas.

O Sistema de Informação Geográfica (Geographic Information System – GIS) é uma tecnologia em processo de desenvolvimento, dificultando assim, uma definição que satisfaça a todos os envolvidos com o seu desenvolvimento, com as suas aplicações e usos e até mesmo com o marketing dessa ferramenta, que muitos consideram como ciência.
De acordo com a empresa líder mundial nessa tecnologia – GIS – a Environmental Systems Research Institute – ESRI, em seu manual de Melhores Práticas GIS – Ensaio de Geografia e GIS, de 2008 – tomar decisões baseadas na geografia é fundamental para o pensamento humano, uma vez que se usa esse conhecimento para um simples caso de ir até uma loja ou para um grande evento de lançamento de um equipamento em local preciso.
Um sistema de informação geográfica é uma ferramenta tecnológica para compreender a geografia e tomar decisões inteligentes (GETIS, 2008).

De acordo com a Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT (2010), o principal objetivo do GIS é a geração de informações espaciais tais como mapas, tabelas, relatórios, estatísticas, gráficos e outros, proporcionando condições mais satisfatórias de visualização, entendimento e suporte à tomada de decisões e reduzindo a subjetividade no processo de interpretação dos dados. Isso é possível considerando-se sua capacidade de integração e suas múltiplas alternativas de apresentação das informações aos usuários, o que potencializa a capacidade de abstração e simulação de resultados. No entanto, a utilização eficiente deste tipo de tecnologia requer o conhecimento de suas potencialidades e limitações, bem como dos passos necessários para sua implantação e utilização, de modo a obter o máximo de resultados possíveis.
O Sistema de Informação Geográfica organiza dados geográficos de forma que uma pessoa que lê um mapa pode selecionar os dados necessários para um projeto ou tarefa específica. Um mapa temático tem uma tabela de conteúdos que permite ao leitor adicionar camadas de informações para uma base cartográfica de localidades do mundo real. Com uma capacidade de combinar uma variedade de conjuntos de dados em um número infinito de formas, o GIS é uma ferramenta útil para quase todos os campos do conhecimento, da arqueologia à zoologia e também para a logística.

O GIS é um sistema de informação geográfica projetado para capturar, modelar, armazenar, manipular, atualizar, analisar, mapear dados espaciais, com as informações georreferenciadas, otimizando processos, através da implantação de um projeto que envolve hardware, software, dados geográficos e recursos humanos (GETIS, 2008).
Novas tecnologias, tais como sistemas de posicionamento global (GPS), sistemas de satélites multissensores, desenvolvimento da fotografia digital, integram com sistemas de informações geográficas, permitindo o armazenamento e gerenciamento eficiente desses dados como parte do conjunto das geoinformações disponíveis nos últimos anos (BLASCHKE; KUX, 2005).

Com o GIS, problemas de localização (pontos comerciais, fábricas, fornecedores, centro de distribuição, entre outros), roteamento de veículos, análise de sistemas logísticos, estão sendo resolvidos mais facilmente, em conjunto com outras variáveis, sendo que no roteamento de veículos tornou-se fundamental, pois permite ao usuário visualizar as rotas que foram geradas a partir de um algoritmo. Além dessas possibilidades, podem-se
identificar como possíveis de desenvolvimento, aquelas relacionadas com os sistemas de informação, controle do fluxo de mercadorias, controle de estoques, arranjo físico do armazenamento, manuseio de produtos, disponibilização de informações para os clientes on-line, entre outros. (ROCHA, 2008).
Mennecke (1997) discute que o GIS integrado a outras tecnologias formam uma ferramenta essencial para diminuir ou eliminar os gargalos da logística e do transporte. Essas tecnologias fornecem aplicações úteis para os gestores desenvolverem estratégias para reduzir os desperdícios, seja com pessoal, custos com combustíveis, tempo, rotas, proporcionando um melhor atendimento ao cliente (LAPALME et al., 1992; KUNZE, 1993, apud MENNECKE, 1997).
Alguns benefícios dessa poderosa ferramenta são destacados por Breternitz (2001, p. 39):

• aumenta nosso conhecimento acerca dos
recursos disponíveis em uma dada área
geográfica;
• facilita a formulação e a avaliação de
diferentes estratégias alternativas,
respondendo a questões do tipo “what if”
relativas a políticas, análises e distribuição
de recursos;
• reduz o tempo gasto para preparação de
relatórios, gráficos e mapas, o que melhora
a eficácia da informação geográfica usada
em análise de políticas e avaliação de
opções de planejamento;
• melhora o planejamento de futuras
pesquisas, por disponibilizar os dados já
existentes e estabelecer linhas mestras
para coleta, armazenagem e processamento
dos novos dados a serem capturados;
• melhora o tempo de resposta aos pedidos
de informações gerados por gerentes e
planejadores, por tornar as informações
mais acessíveis;
• produz novas informações pela sua
capacidade de manipular dados
anteriormente disponíveis, graças à
capacidade de manipulação de dados via
computador;
• facilita o desenvolvimento de modelos
dinâmicos para apoio ao planejamento;
• permite uma utilização mais adequada dos
recursos humanos disponíveis para coleta e
análise de dados – já se viu que os custos
desses recursos são altos – pela eliminação
de redundâncias e sobreposições de dados e
esforços.

Com a plataforma GIS integrada, é possível criar, servir e explorar o conhecimento geográfico nas aplicações logísticas, gerenciando a complexidade das informações no processo de entrada (criar), compilando essas informações com a utilização do GIS (servir), tornando a informação acessível para a tomada de decisão (explorar – com informações que auxiliam o entedimento do porquê e não apenas do como), gerando um fluxo de trabalho mais produtivo. Esta plataforma integrada é uma poderosa ferramenta para a tomada de decisão logística, apresentando dados com grande impacto, comunicação de mudanças (rotas, por exemplo), projeta as tendências (congestionamento, por exemplo), aumentando a produtividade com a otimização dos fluxos de trabalho (BORBA, 2011).

O conhecimento dos Sistemas de Informações Geográficas (SIG) é uma habilidade cada vez mais procurada em indústrias, e em todos os setores da economia desde que  as empresas entendam bem a sua utilidade.
A Especialização, oferecida pela GISCursos por exemplo com o uso do ArcGIS ou do Quantum GIS (QGIS) , ensinará as habilidades necessárias para usar com sucesso o software GIS em um ambiente profissional.
A capacitação em nossos cursos  proporcionará analisar seus dados espaciais, usar técnicas de cartografia para comunicar seus resultados em mapas e colaborar com colegas em campos dependentes de SIG/GIS. No projeto final da GISCursos, o  aluno criará uma peça de portfólio de GIS de qualidade profissional usando uma combinação de identificação e coleta de dados, desenvolvimento de mapa analítico e técnicas de análise espacial.
Na noss empresa GISSoluções, todas as empresas que necessitem contratar projetos de geoprocessamento terá todo o apoio no processo decisório em qualquer setor da economia que estiver inserido.

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gis

O que é SIG?

GIS é um sistema que pretende capturar, armazenar, gerenciar, manipular, analisar, os dados geográficos.

O termo GIS raramente usado para ciência da informação geográfica (Geociências) se relaciona com o sistema acadêmico que estuda os sistemas de informação GIS . É um vasto domínio dentro da disciplina acadêmica mais ampla da Geo-informática. O que vai além de um SIG é uma infraestrutura de dados espaciais, um conceito que não possui limites tão limitantes.

O sistema de informação GIS é um caso particular de sistemas de informação em que o banco de dados inclui observações sobre recursos, atividades ou eventos espacialmente detalhados, que são definidos no espaço como pontos, linhas ou áreas.

Um sistema de informação geográfica (GIS) gerencia dados sobre essas áreas, pontos e linhas, ajudando assim na recuperação de informações de dados.

O sistema de informação GIS já influenciou a maioria de nós em algumas das outras maneiras, sem que nós o reconheçamos. Se você já usou um programa de mapeamento da Internet para encontrar instruções, parabéns, você usou pessoalmente o GIS!

A última cadeia de supermercados na esquina aparentemente estava localizada usando GIS, portanto, ajudou na determinação do local mais efetivo para atender a demanda do cliente.

Abaixo estão os usos básicos do SIG:

Usos do SIG

Mapeamento de dados: a função primária de um sistema de informação SIG é apresentar uma representação visual de dados. Assim, o GIS mostra a coleta de dados e, em seguida, o representa no formato de mapa visual.

Análise de proximidade: uma análise de proximidade é um procedimento analítico que ajuda na determinação da relação entre um determinado local e outros locais, bem como pontos que estão em conexão uns com os outros de alguma forma. Várias organizações empresariais também usam Análise de Proximidade para identificar sites adequados para estabelecimentos comerciais.

Buffering: o buffer é a técnica usualmente usada com análise de proximidade para mostrar a esfera de influência de um determinado ponto. O buffer não é apenas útil para construir uma zona em torno de uma determinada característica geográfica para além disso, mas também para investigação usando o método de sobreposição.

Localizar Clusters: um cluster pode envolver membros onde uma distância entre eles é decididamente menor do que uma determinada quantidade ou áreas em que os pontos são densos, mais significativos do que um nível específico.

Encontrar o mais próximo: um procedimento que é usado para medir as distâncias dentro de um ponto e a borda de um elemento particular que define como um polígono usando pontos vetoriais.

Análise de localização: o melhor método para classificar um local para uma nova tomada local. O procedimento que se desenvolveu a partir de abordagens teóricas pode ser usado para explicar as condições detectadas em um algoritmo para identificar locais ótimos.

Ferramenta GIS:

Os aplicativos GIS são ferramentas que permitem aos usuários não só criar consultas interativas ou pesquisas criadas pelo usuário, mas também permitir a análise de informações espaciais, editar dados em mapas e apresentar os resultados de todas essas operações.

Abaixo está a lista de ferramentas de GIS usadas mais comumente, elas são:

  • Superposição e proximidade
  • Superfícies
  • Estatísticas espaciais e não espaciais
  • Gerenciamento de tabela
  • Seleção e extração

Abaixo estão as vantagens do GIS que, portanto, são úteis -

As principais vantagens do SIG são as seguintes:

Melhora a tomada de decisões – as decisões são mais acessíveis devido à informação particular e completa apresentada sobre um ou mais locais.

Diminuir os custos e aumentar a eficiência - principalmente no que se refere aos horários de manutenção, ao progresso da frota ou aos horários agendados.

Uma comunicação facilmente compreensível entre a organização e os departamentos podem ser visualizados no formato visual.

Secure Managing records - As mudanças geológicas são registradas pelos sistemas GIS que são confiáveis ​​para documentar mudanças.

Gerenciando geograficamente - entender o que é e o que ocorrerá em um espaço geográfico, portanto, ajudará a planejar um curso de ação.

Essas são algumas das vantagens que não só poderia fornecer o uso da tecnologia SIG, mas também pode ser uma ótima decisão para usá-la.

O GIS confiou em modificações feitas em muitos tipos diferentes de sistemas GIS:

  • Geografia
  • Cartografia
  • Fotogrametria
  • Sensoriamento remoto
  • Levantamento
  • Geodésia
  • Engenharia Civil
  • Estatisticas
  • Ciência da Computação
  • Pesquisa de operações
  • Inteligência artificial
  • Demografia, e muitos outros ramos ou tipos de SIG.

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Go Field Collector

No APP Field Colector você coleta as coordenadas de seu ponto de campo.

Equipes de campo se vêem obrigadas a levar vários itens para registro de cada dado de seu trabalho, como cadernos, planilhas impressas, canetas, lápis, câmeras fotográficas, calculadoras, bússolas, GPS, entre outros. O uso do GO FIELD COLLECTOR em seu celular ou tablet permite a TOTAL PRATICIDADE do trabalho sem a necessidade de levar qualquer outro item.

PRATICIDADE
É FUNDAMENTAL

No APP Field Colector você coleteta as coordenadas de seu ponto de campo, descreve o local e tira fotos, tudo em um mesmo tablet ou celular, on line ou off line.

Pode-se Salvar automaticamente todas as informações coletadas na nuvem e analisar seu trabalho pelo go field collector web. No sistema você pode selecionar os melhores pontos, as melhores fotos e mesmo editar a descrição feita em campo.

Uma das funcionalidades é a produção de fichas de campo automaticamente, para o seu relatório de trabalho. Tudo organizado por missão e assim pode-se Eliminar horas de trabalho em escritório, depois de voltar do campo.

INFORMAÇÕES
ORGANIZADAS

Esqueça as folhas pautadas do caderno, as planilhas em folhas impressas e as dezenas de post-its. No GO FIELD COLLECTOR os dados são inseridos em fichas digitais, com campos exclusivos para os tipos de dados e automaticamente organizados em conjuntos para cada missão. O recurso de buscas de qualquer dado registrado permite versatilidade no trabalho e em seu planejamento.

FOTOS ASSOCIADAS
AO PONTO COLETADO

A máquina fotográfica e a caderneta de campo são substituídas pelo uso do GO FIELD COLLECTOR. Para cada ponto registrado o sistema pode associar até 4 fotos, capturadas com a câmera do dispositivo móvel. Estas fotos, assim como as anotações de campo, ficam associadas às coordenadas do ponto visitado e prontas para serem salvas na nuvem e produzirem o seu relatório de campo em poucos minutos.

TRANSMISSÃO DE DADOS
PARA A NUVEM

A versatilidade do GO FIELD COLLECTOR permite o envio dos dados coletados e registrados para a nuvem de forma segura e automática. O envio dos dados é feito no momento em que você tiver uma conexão com a internet. Se estiver off line, o seu trabalho poderá ser feito normalmente e com toda segurança. Os dados irão para a nuvem quando a conexão for restaurada.

TODOS OS SEUS DADOS SOBRE
MAPAS DO GOOGLE

O GO FIELD COLLECTOR se completa com a versão WEB. Acessando o site do sistema, você terá em sua conta, todas as suas missões de campo com seus respectivos dados coletados, organizados e acessíveis, sobre a base do GOOGLE MAPS. Neste ambiente você poderá visualizar, analisar e editar toda a sua produção de campo e também se planejar para o próximo dia de trabalho.

RELATÓRIOS COMPLETOS, CUSTOMIZADOS E PRONTOS

Com o GO FIELD COLLECTOR, o trabalho que era feito antes de forma manual para a produção de fichas de campo e relatórios, passa a ser automático. No ambiente WEB, você seleciona os pontos desejados, edita os textos digitados em campo, escolhe a ordem das fotos ou pode adicionar novas fotos, insere a sua logomarca e então gera o seu relatório de campo. Tudo em poucos minutos!

Fonte: https://www.gofieldcollector.com.br/

#coletadecampo #geoprocessamento #gis #sig #arcgis #qgis #giscursos #analiseambiental #analisederisco

 

 

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fereramentas de geoprocessamento

Ferramentas de análise da morfodinâmica

O monitoramento e análise do comportamento dinâmico dos processos ambientais são trabalhos considerados atualmente, muito importantes. Para realizá-los com mais eficiência e qualidade, é preciso sempre utilizar escalas adequadas para alcançar o detalhamento necessário, exigido pela temática da pesquisa. Outros aspectos a considerar são o tempo de acompanhamento do processo e a precisão empregada.
Existem muitas metodologias e, frequentemente, novos equipamentos, instrumentos e tecnologias que são empregados para trabalhos de pesquisa em várias áreas do conhecimento e no acompanhamento de processos naturais. A produção e a utilização dessas ferramentas comuns também se orientam na necessidade de atender os objetivos de aplicações inerentes às temáticas específicas de cada uma dessas áreas de conhecimento.
Para acompanhar o comportamento dos processos ambientais hoje,é indispensável o uso de sistemas globais de posicionamento (GPS); sensoriamento remoto com as imagens; o geoprocessamento empregando bancos de dados e sistemas geográficos de informação (SGI) ou (SIG).
No caso das praias por exemplo, estabelecer comparações entre suas áreas ao longo do tempo e a criação de mapas, com o emprego de imagens de satélite e geoprocessamento é também um procedimento eficiente e usual, para mapear e responder onde, como e quanto a praia aumentou em área por deposição ou diminuiu por erosão.
A cada dia, instrumentos e equipamentos antigos são aperfeiçoados ou aparecem novos. As novas tecnologias permitem aprimorar a qualidade dos resultados obtidos. Além disso, são criadas novas aplicações, visando atender a demanda de melhor conhecer os fenômenos naturais ou induzidos pela ação humana.
Softwares como o ArcGIS, o Quantum GIS, Spring software livre desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) entre outros são importantes para o auxílio ao levantamento e a pesquisa.
Venha para a GISCursos e capacite-se em Geoprocessamento com cursos presenciais totalmente práticos com nossos profissionais, todos a nível mestres e doutores em diversas áreas.

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DIG_geoprocessamento

DIG: uma proposta de disseminação do Geoprocessamento para estudantes e profissionais da Geografia.

O projeto tem por objetivo apoiar, incentivar e desenvolver atividades de ensino do Geoprocessamento no âmbito das Geociências, envolvendo a realização de cursos de capacitação (presenciais e à distância) de professores e alunos. A metodologia utilizada para atender os objetivos, consiste na elaboração de apostilas e/ou tutoriais sobre o programa Quantum GIS, a plataforma de ArcGIS online, entre outras. Os materiais didáticos (apostilas e vídeo-aulas) ficam disponíveis em uma plataforma de ensino à distância, viabilizada por uma parceria entre a GISCURSOS e a DIG-UERJ, que permitiram a utilização de seu site online (http://www.giscursos.com.br/online) onde foi criado um curso de Geotecnologias aplicadas ao ensino fundamental e(ou) médio.

Como apoio à disseminação do conteúdo do projeto e de divulgação dos cursos, criou-se um Blog (http://www.diguerj.wordpress.com), onde também são postados artigos contendo conceitos e novidades. Portanto, o projeto vem conseguindo resultados importantes na disseminação da geotecnologia entre alunos da licenciatura e professores formados, seguindo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) em Geografia.

Para o presente curso, é necessário o preenchimento de um formulário, onde os alunos inscritos dirão suas informações e seus níveis de conhecimento em informática e em geoprocessamento. Logo após, os alunos serão submetidos à uma avaliação dos coordenadores do curso para então serem, efetivamente, inscritos. As turmas terão o limite de 20 alunos inscritos, e o curso terá a duração de aproximadamente 1 mês, e é inteiramente grátis.

O link do formulário para pré-inscrição é: https://goo.gl/1FTli1

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IMB lança nova ferramenta de estatísticas georreferenciadas

Está disponível no Portal Sieg a nova ferramenta de Estatísticas Georreferenciadas desenvolvida pelo pesquisador em geoprocessamento Bernard Silva de Oliveira, da Gerência de Cartografia e Geoprocessamento do Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (IMB), da Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan).

Antes da reformulação, a ferramenta já possibilitava ao usuário consultar indicadores municipais do Banco de Dados Estatísticos (BDE), mantido e atualizado pelo IMB, e a partir desta consulta, permitir o download de um arquivo georreferenciado que pode ser utilizado em softwares de Sistema de Informação Geográfica (SIG), além da visualização e do download das tabelas.

Com a nova ferramenta, o usuário passa a contar com uma plataforma de mapas interativos, onde é possível não só baixar o arquivo georreferenciado, mas também visualizar e imprimir um mapa com o indicador escolhido.

Esta novidade possibilita ao cidadão o acesso facilitado a mapas com os principais indicadores municipais disponíveis para o Estado de Goiás, o que antes só era possível para usuários com conhecimentos específicos em geoprocessamento.

As Estatísticas Georreferenciadas podem ser acessadas a partir do Portal Sieg ou por este link.

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