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Drone muda de forma para passar por lugares estreitos

Drone que encolhe

Drone muda de forma para passar por lugares estreitos

Se você quer fazer filmes para o Youtube mas tem medo de quebrar seu precioso drone fazendo-o voar em lugares estreitos, esta pode ser a solução que você estava procurando.

Inspirado na forma como as corujas ajustam suas asas para voar silenciosamente por entre as árvores, este robô aéreo é capaz de alterar seu perfil em pleno voo.

Ajustando seus braços, nos quais são fixadas as hélices, ele consegue reduzir drasticamente sua envergadura, podendo então voar por lugares apertados sem exigir que o controlador humano seja um ás de pilotagem – o drone encolhe os braços sozinho ao detectar uma passagem muito estreita.

Valentin Riviere e seus colegas da Universidade Aix-Marseille, na França, batizaram seu drone de Quad-Morphing, um quadricóptero morfológico.

Asa bioinspirada abre, trava e fecha sem usar energia

Redação do Site Inovação Tecnológica –  04/04/2018

Asa bioinspirada abre, trava e fecha sem uso de energia

Asa da tesourinha (Dermaptera), com sua incrível capacidade de dobra. [Imagem: Jakob Faber/ETH Zurich]
 

Asa biomimética

Todos conhecem o origami como a arte japonesa das dobraduras em papel, mas existem exemplos de origami também no mundo natural. A asa de uma tesourinha, por exemplo, é uma ilustração perfeita: seu elaborado desenho é muito mais engenhoso do que qualquer estrutura feita pelo homem.

Quando aberta, a asa da tesourinha torna-se 10 vezes maior do que quando fechada – uma das mais altas taxas de dobraduras no reino animal. A grande área da asa permite que o inseto voe, enquanto sua forma compacta, quando as asas se retraem, permite que a criatura se infiltre pelo subsolo sem danificar as asas.

O design da asa desse inseto tem outro recurso exclusivo: Em seu estado aberto, a asa “trava”, permanecendo rígida sem necessidade de força muscular para garantir estabilidade. Igualmente, com apenas um “clique”, a asa se dobra completamente, novamente sem atuação muscular.

Agora, a equipe do professor André Studart, um brasileiro que atualmente trabalha no Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, na Suíça, conseguiu criar uma estrutura artificial que funciona sob o mesmo princípio – o pesquisador é natural de Brasília e se formou em Ciência e Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de São Carlos, no interior de São Paulo.

André afirma que o modelo artificial biomimético poderá ter diversos usos, dos robôs e drones, à eletrônica de vestir e até na exploração espacial.

Mola de dupla função

A análise da asa da tesourinha mostrou que, se a asa operasse no princípio clássico do origami – usando dobras rígidas e retas com uma soma angular de 360 graus em suas interseções – o inseto só seria capaz de dobrar sua asa até um terço de seu tamanho. O fator crucial no projeto da asa do inseto são suas dobras elásticas, que podem funcionar de forma dupla, como uma mola extensora ou rotacional.

As juntas das asas artificiais foram feitas de camadas de um biopolímero elástico especial, a resilina, cuja disposição e espessura determinam o tipo de mola. Em alguns casos, as funções de extensão e rotação são combinadas na mesma junta.

As funções de mola nas dobras de conexão foram programadas no material para permitir que ele faça movimentos de extensão ou rotacional, imitando o modelo biológico.

Asa bioinspirada abre, trava e fecha sem uso de energia

Este é um dos modelos biomiméticos construídos pela equipe. [Imagem: Jakob Faber/ETH Zurich]

Eletrônica de vestir e velas solares

Os protótipos mostraram que essas estruturas de origami bioinspiradas, com travamento automático, economizam espaço, peso e energia, já que não requerem atuadores ou estabilizadores adicionais.

Uma aplicação potencial seria na eletrônica dobrável, das peles eletrônicas aos aparelhos de vestir. As viagens espaciais também têm a ganhar com esse projeto: Velas solares para satélites ou sondas espaciais poderiam ser transportadas dentro de um espaço muito pequeno e, em seguida, desfraldadas até seu tamanho total já no espaço.

 

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=asa-bioinspirada-abre-trava-fecha-sem-usar-energia&id=010180180404#.WyEPF6knaL4

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gis

O que é SIG?

GIS é um sistema que pretende capturar, armazenar, gerenciar, manipular, analisar, os dados geográficos.

O termo GIS raramente usado para ciência da informação geográfica (Geociências) se relaciona com o sistema acadêmico que estuda os sistemas de informação GIS . É um vasto domínio dentro da disciplina acadêmica mais ampla da Geo-informática. O que vai além de um SIG é uma infraestrutura de dados espaciais, um conceito que não possui limites tão limitantes.

O sistema de informação GIS é um caso particular de sistemas de informação em que o banco de dados inclui observações sobre recursos, atividades ou eventos espacialmente detalhados, que são definidos no espaço como pontos, linhas ou áreas.

Um sistema de informação geográfica (GIS) gerencia dados sobre essas áreas, pontos e linhas, ajudando assim na recuperação de informações de dados.

O sistema de informação GIS já influenciou a maioria de nós em algumas das outras maneiras, sem que nós o reconheçamos. Se você já usou um programa de mapeamento da Internet para encontrar instruções, parabéns, você usou pessoalmente o GIS!

A última cadeia de supermercados na esquina aparentemente estava localizada usando GIS, portanto, ajudou na determinação do local mais efetivo para atender a demanda do cliente.

Abaixo estão os usos básicos do SIG:

Usos do SIG

Mapeamento de dados: a função primária de um sistema de informação SIG é apresentar uma representação visual de dados. Assim, o GIS mostra a coleta de dados e, em seguida, o representa no formato de mapa visual.

Análise de proximidade: uma análise de proximidade é um procedimento analítico que ajuda na determinação da relação entre um determinado local e outros locais, bem como pontos que estão em conexão uns com os outros de alguma forma. Várias organizações empresariais também usam Análise de Proximidade para identificar sites adequados para estabelecimentos comerciais.

Buffering: o buffer é a técnica usualmente usada com análise de proximidade para mostrar a esfera de influência de um determinado ponto. O buffer não é apenas útil para construir uma zona em torno de uma determinada característica geográfica para além disso, mas também para investigação usando o método de sobreposição.

Localizar Clusters: um cluster pode envolver membros onde uma distância entre eles é decididamente menor do que uma determinada quantidade ou áreas em que os pontos são densos, mais significativos do que um nível específico.

Encontrar o mais próximo: um procedimento que é usado para medir as distâncias dentro de um ponto e a borda de um elemento particular que define como um polígono usando pontos vetoriais.

Análise de localização: o melhor método para classificar um local para uma nova tomada local. O procedimento que se desenvolveu a partir de abordagens teóricas pode ser usado para explicar as condições detectadas em um algoritmo para identificar locais ótimos.

Ferramenta GIS:

Os aplicativos GIS são ferramentas que permitem aos usuários não só criar consultas interativas ou pesquisas criadas pelo usuário, mas também permitir a análise de informações espaciais, editar dados em mapas e apresentar os resultados de todas essas operações.

Abaixo está a lista de ferramentas de GIS usadas mais comumente, elas são:

  • Superposição e proximidade
  • Superfícies
  • Estatísticas espaciais e não espaciais
  • Gerenciamento de tabela
  • Seleção e extração

Abaixo estão as vantagens do GIS que, portanto, são úteis -

As principais vantagens do SIG são as seguintes:

Melhora a tomada de decisões – as decisões são mais acessíveis devido à informação particular e completa apresentada sobre um ou mais locais.

Diminuir os custos e aumentar a eficiência - principalmente no que se refere aos horários de manutenção, ao progresso da frota ou aos horários agendados.

Uma comunicação facilmente compreensível entre a organização e os departamentos podem ser visualizados no formato visual.

Secure Managing records - As mudanças geológicas são registradas pelos sistemas GIS que são confiáveis ​​para documentar mudanças.

Gerenciando geograficamente - entender o que é e o que ocorrerá em um espaço geográfico, portanto, ajudará a planejar um curso de ação.

Essas são algumas das vantagens que não só poderia fornecer o uso da tecnologia SIG, mas também pode ser uma ótima decisão para usá-la.

O GIS confiou em modificações feitas em muitos tipos diferentes de sistemas GIS:

  • Geografia
  • Cartografia
  • Fotogrametria
  • Sensoriamento remoto
  • Levantamento
  • Geodésia
  • Engenharia Civil
  • Estatisticas
  • Ciência da Computação
  • Pesquisa de operações
  • Inteligência artificial
  • Demografia, e muitos outros ramos ou tipos de SIG.

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atlas IBGE

O IBGE lança hoje a versão WEB do Atlas Geográfico das Zonas Costeiras e Oceânicas do Brasil.

Em parceria com a Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), a nova versão é voltada para estudantes e o público em geral, e contém informações sobre os oceanos e o litoral brasileiro, as dimensões histórica, demográfica, econômica, social, cultural e natural. Clique aqui para acessar o aplicativo.

De forma interativa, a versão digital do Atlas tem todas as informações da versão física, publicada em 2011. O objetivo é incentivar a sociedade a pensar, conhecer e valorizar o uso racional da biodiversidade e dos recursos minerais e energéticos presentes nas águas oceânicas, solo e subsolo marinhos, que constituem parte fundamental do desenvolvimento socioeconômico e da sustentabilidade ambiental do país em consonância ao ODS 14 “Vida no Mar” que trata da conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.

Aplicativo permite navegação em ambiente interativo

A nova versão dá ao usuário acesso ao conjunto de mais de 120 mapas editorados e também às bases de dados. Também é permitido fazer download e consulta aos dados geográficos, estatísticos, além de analisar os mapas, podendo fazer navegação, alteração da escala de visualização, visualização e exportação de tabelas e arquivos gráficos, personalização do mapa, gerar imagens e salvar o ambiente de estudo.

Fonte: IBGE, Diretoria de Geociências, Coordenação de Geografia

 

O Atlas é estruturado em sete temas. O mar na história do Brasil ressalta a questão da expansão colonial portuguesa e a importância do mar na organização do espaço brasileiro. O Mapa geopolítico do Brasil aborda a posição relativa do Brasil no Atlântico e na América do Sul, explicitando os seus limites do Mar territorial, Zona contígua e Zona econômica exclusiva.

Ponta do Seixas, em João Pessoa (PB), é o extremo leste do Brasil
Foto: Marco Antônio de Carvalho Oliveira

 

A Evolução geológica dos oceanos detalha a origem e a estrutura tectônica atual das bacias oceânicas, assim como alguns resultados das últimas pesquisas na plataforma continental brasileira, além da questão do potencial de seus recursos minerais. As Características oceanográficas apresentam um quadro geral dos fenômenos oceanográficos no Atlântico, fundamentais ao entendimento das questões ambientais, costeiras e marinhas, no Brasil.

O tema Ecossistemas costeiros e marinhos ressalta a diversidade de ambientes costeiros e marinhos brasileiros, com particular relevância das áreas para conservação e uso sustentável de ecossistemas. A Diversidade de aspectos do litoral brasileiro apresenta mapas de 14 áreas de detalhe da costa brasileira, abrangendo diferentes ambientes e quatro mapas das ilhas oceânicas, e da distribuição de áreas urbanizadas no litoral brasileiro.

Por fim, o capítulo Questões transversais no estudo dos ambientes costeiros e oceânicos trata de vários temas socioeconômicos e sua relação com esses ambientes, abrangendo questões populacionais, turismo, balneabilidade, recursos pesqueiros, estrutura portuária, logística do petróleo e áreas de preservação e proteção ambiental.

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Go Field Collector

No APP Field Colector você coleta as coordenadas de seu ponto de campo.

Equipes de campo se vêem obrigadas a levar vários itens para registro de cada dado de seu trabalho, como cadernos, planilhas impressas, canetas, lápis, câmeras fotográficas, calculadoras, bússolas, GPS, entre outros. O uso do GO FIELD COLLECTOR em seu celular ou tablet permite a TOTAL PRATICIDADE do trabalho sem a necessidade de levar qualquer outro item.

PRATICIDADE
É FUNDAMENTAL

No APP Field Colector você coleteta as coordenadas de seu ponto de campo, descreve o local e tira fotos, tudo em um mesmo tablet ou celular, on line ou off line.

Pode-se Salvar automaticamente todas as informações coletadas na nuvem e analisar seu trabalho pelo go field collector web. No sistema você pode selecionar os melhores pontos, as melhores fotos e mesmo editar a descrição feita em campo.

Uma das funcionalidades é a produção de fichas de campo automaticamente, para o seu relatório de trabalho. Tudo organizado por missão e assim pode-se Eliminar horas de trabalho em escritório, depois de voltar do campo.

INFORMAÇÕES
ORGANIZADAS

Esqueça as folhas pautadas do caderno, as planilhas em folhas impressas e as dezenas de post-its. No GO FIELD COLLECTOR os dados são inseridos em fichas digitais, com campos exclusivos para os tipos de dados e automaticamente organizados em conjuntos para cada missão. O recurso de buscas de qualquer dado registrado permite versatilidade no trabalho e em seu planejamento.

FOTOS ASSOCIADAS
AO PONTO COLETADO

A máquina fotográfica e a caderneta de campo são substituídas pelo uso do GO FIELD COLLECTOR. Para cada ponto registrado o sistema pode associar até 4 fotos, capturadas com a câmera do dispositivo móvel. Estas fotos, assim como as anotações de campo, ficam associadas às coordenadas do ponto visitado e prontas para serem salvas na nuvem e produzirem o seu relatório de campo em poucos minutos.

TRANSMISSÃO DE DADOS
PARA A NUVEM

A versatilidade do GO FIELD COLLECTOR permite o envio dos dados coletados e registrados para a nuvem de forma segura e automática. O envio dos dados é feito no momento em que você tiver uma conexão com a internet. Se estiver off line, o seu trabalho poderá ser feito normalmente e com toda segurança. Os dados irão para a nuvem quando a conexão for restaurada.

TODOS OS SEUS DADOS SOBRE
MAPAS DO GOOGLE

O GO FIELD COLLECTOR se completa com a versão WEB. Acessando o site do sistema, você terá em sua conta, todas as suas missões de campo com seus respectivos dados coletados, organizados e acessíveis, sobre a base do GOOGLE MAPS. Neste ambiente você poderá visualizar, analisar e editar toda a sua produção de campo e também se planejar para o próximo dia de trabalho.

RELATÓRIOS COMPLETOS, CUSTOMIZADOS E PRONTOS

Com o GO FIELD COLLECTOR, o trabalho que era feito antes de forma manual para a produção de fichas de campo e relatórios, passa a ser automático. No ambiente WEB, você seleciona os pontos desejados, edita os textos digitados em campo, escolhe a ordem das fotos ou pode adicionar novas fotos, insere a sua logomarca e então gera o seu relatório de campo. Tudo em poucos minutos!

Fonte: https://www.gofieldcollector.com.br/

#coletadecampo #geoprocessamento #gis #sig #arcgis #qgis #giscursos #analiseambiental #analisederisco

 

 

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car

Secretaria de Estado do Ambiente e Instituto Estadual do Ambiente avançam com o Cadastro Ambiental Rural no Rio de Janeiro

A Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) lançam na quarta-feira (24) o Módulo de Análise do Cadastro Ambiental Rural, o CAR. O evento contará com a presença do ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho.

O Cadastro Ambiental Rural (CAR) é um registro público eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rurais com a finalidade de integrar as informações ambientais referentes à situação das Áreas de Preservação Permanente (APP), das áreas de Reserva Legal, das florestas e dos remanescentes de vegetação nativa, das Áreas de Uso Restrito e das áreas consolidadas das propriedades e posses rurais do país.

Instituído pela Lei Federal nº 12.651/2012, no âmbito do Sistema Nacional de Informação sobre Meio Ambiente (SINIMA), o CAR constitui a base de dados estratégica para controle, monitoramento e combate ao desmatamento de florestas e demais formas de vegetação nativa do Brasil, bem como para planejamento ambiental e econômico dos imóveis rurais.

Após o envio das informações por parte dos proprietários e posseiros rurais, o cadastro passa por análise, validação e aprovação dos dados apresentados. As informações analisadas e validadas irão também subsidiar a elaboração de políticas públicas, nortear as ações do Programa de Regularização Ambiental – PRA, dimensionar o desafio de produção de mudas dos hortos florestais estaduais, trazer informações ambientais relevantes que auxiliem a gestão das Unidades de Conservação e principalmente implementar a Lei Federal n°12.651/12 (“Novo Código Florestal”) em áreas de interesse especial do Estado.

Somente no estado do Rio de Janeiro já foram realizados cerca de 37.500 cadastros, que começaram a ser validados no dia 16 de maio.  Os números mostram um avanço no território fluminense, que foi conseguido por meio de parcerias formalizadas pelo Inea com os comitês de bacias hidrográficas e com o Ministério do Meio Ambiente.

O Inea também firmou Acordos de Cooperação com 23 municípios fluminenses para auxiliar os pequenos proprietários rurais  nas inscrições e nas respostas às demandas da validação.

A Gissoluções, desenvolve projetos de levantamento para planejamento ambiental, informações ambientais relevantes que auxiliem a gestão das Unidades de Conservação e base de dados estratégica para controle, monitoramento para cadastro de imóveis rurais inclusive.

Veja o site: www.gissolucoes.com.br

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SPRING

Software do INPE conquista mais de 200 mil usuários

O SPRING, software livre desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), ultrapassou em setembro de 2014 a marca de 200 mil usuários e continua registrando  downloads  para seus interessados.

Destinado a aplicações de sensoriamento remoto e mapeamento, o SPRING é o software livre de informação geográfica mais utilizado no Brasil por pesquisadores e estudantes.  O sistema também é utilizado por milhares de usuários da Colômbia, Estados Unidos, Espanha, Argentina, Portugal, França, México, Peru, Índia, Venezuela, Itália, Chile e Alemanha, entre outros países.

Com funções de processamento de imagens, análise espacial, modelagem numérica de terreno e consulta a bancos de dados espaciais, o SPRING pode ser utilizado em áreas diversas como agricultura, gestão ambiental, estudos de florestas, geografia, geologia, planejamento urbano e regional.

A GISCursos realiza capacitação em SPRING presencial, de Introdução ao Processamento Digital de Imagens (PDI) com prática no software SPRING.

Com introdução teórica breve  e totalmente prática com projetos reais, o curso apresenta as funções de processamento de imagens, análise espacial, modelagem numérica de terreno e consulta a bancos de dados espaciais no software SPRING. Através do ambiente desenvolvido por nossos mestres docentes, o aluno completa as etapas do curso e produz seus próprios produtos cartográficos.

O curso de Introdução ao PDI – Prática com SPRING foi programado para um total de no mínimo 10 horas de estudo, sem contar os acessos aos conteúdos complementares (artigos, tutoriais, webinars, etc.).

Mais informações: www.giscursos.com.br

 

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gisAndroid

Aplicativos de GIS interessantes para Android.

Top 5 aplicativos de GIS que não podem faltar no seu Android.

5 aplicativos que não podem faltar no seu celular Android.

1. QGIS: criar, editar, visualizar, analisar e publicar informação geoespacial. É praticamente o software QGIS completo, adaptado para dispositivos móveis.
QGIS
2. QField for QGIS: combina um design minimalista com sofisticada tecnologia para obter dados a partir do campo para o escritório de uma forma confortável e fácil. Desencadeia todo o poder do QGIS styling para trazer seus mapas personalizados para o campo, recolher atributos para recursos com widgets editar configurados como listas de valores, caixas, texto livre ou fotos tiradas com a câmera do dispositivo. QField é um projeto open source, que podem ser encontrado na internet.
Qfield for QGIS
3. Colletor for ArcGIS: utilize mapas em qualquer lugar para verificar seus dados, fazer observações e responder por eventos. Você irá melhorar a eficiência da sua mão-de-obra em campo e a precisão do seu GIS. Com o Colletor você pode coletar e atualizar dados utilizando o mapa ou GPS; baixar mapas no seu dispositivo e trabalhar offline; coletar pontos, linhas, áreas e dados relacionados; preencher os formulários de mapa dinâmicos de fácil uso; anexar fotos  e muito mais.
Colletor for ArcGIS
4. MapIt – Coletor de dados SIG: uma ferramenta desenvolvida para a coleta de dados para Sistemas de Informação Geográfica (SIG) com base em GPS ou mapas. É uma ferramenta SIG móvel utilizada para coleta de dados no campo por profissionais da área ambiental ou que utilizam outros tipos de dados geográficos. O MapIt torna a coleta de dados para os SIG uma tarefa fácil, rápida e mais eficiente.
MapIt
5. Mappt – Solução GIS Móvel: poderosa solução SIG móvel para Android fácil de usar e que foge da dependência tradicional dos pacotes pré-existentes para desktop. Usado em mais de 100 países, em indústrias que vão de educação a agricultura, mineração e defesa. Construído de forma agnóstica e interoperável. Essa flexibilidade dá aos usuários a confiança de uma aplicação robusta que consegue lidar com todo o tipo de ambiente de trabalho – incluindo áreas remotas, uma vez que o também funciona offline.
MapptVeja nossa pagina no facebook.

Consulte-nos para capacitação em Geoprocessamento:
Rua Conde de Bonfim 120/713.
Tijuca- Tijuca Office Center
Tel: 213687-3976/ 3576-0691/98854-9132 WhatsApp.

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Google-Earth-Enterprise-se-tornará-de-código-aberto-a-partir-de-março-370x185

Google Earth Entreprise terá codigo aberto a partir de março.

O futuro do Google Earth Enterprise será aberto.

O anúncio de 30 de janeiro passado marca o início de um novo marco para a GEE. Os recursos do GEE Server, Fusion e Portable serão abertos e disponíveis para a comunidade global de desenvolvedores.

Um resultado muito importante é que o suporte ao produto, de parceiros da Google e da comunidade de código aberto, continuará para o GEE, incluindo melhorias que inevitavelmente serão disponibilizadas.

Um exemplo é a empresa Thermopylae Sciences & Technology, que trabalha em estreita colaboração com a Equipe de Produtos do Google Maps e desde o anúncio de descontinuidade do GEE não parou, testando as últimas atualizações do Google, comunicando bugs e incubando formas inovadoras de manter o GEE funcional para novos usuários.

Com o código aberto do GEE, surge agora a oportunidade de desenvolver novos recursos e conectar outros componentes, o que revitalizará o ecossistema de tecnologia geoespacial e garantirá que padrões amplamente utilizados, como o KML, continuem suportados pelas plataformas da Google e de outros fornecedores.

Mais oportunidades de negócios

O Google Enterprise propicia um ambiente privado com dados corporativos estratégicos, que ficam ‘separados’ dos demais dados abertos na internet, tudo isso em uma plataforma web com acessibilidade para os diversos membros de uma instituição pública ou privada, de maneira fácil e rápida.

O GEE de código aberto é uma boa notícia para todos os tipos de usuários, desde curiosos até empresas, mas principalmente para os governos, que podem ter agora uma plataforma corporativa aberta para integrar seus dados.

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IBGE disponibiliza o novo Mapa Político do Brasil versão 2016.

IBGE disponibiliza novo Mapa Político do Brasil, que traz  uma representação cartográfica de todo o território brasileiro, com limites estaduais e internacionais, feições hidrográficas, pontos extremos, principais localidades pertinentes à escala, sistemas viário e ferroviário e principais edificações.

O Mapa Político do Brasil está disponível aqui.

Elaborado a partir da base cartográfica contínua do Brasil, que utiliza a escala 1:1.000.000 (onde 1 cm = 10 km), esse mapa é referência para geração de outros mapas em diversas publicações do IBGE, como o Atlas Geográfico Escolar, o Atlas do Censo Demográfico 2010, o Anuário Estatístico Brasileiro e o Brasil em Números, entre outras.

O IBGE produz o Mapa Político do Brasil desde 1940. Sua primeira edição utilizava a escala 1:6.500.000, mas a partir de 1950 esse escala foi padronizada em 1:5.000.000.

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GEOPROCESSAMENTO E MOBILIDADE URBANA

O curso da GISCursos de Geoprocessamento e Mobilidade urbana, visa capacitar os alunos no entendimento da lógica de mobilidade, através da identificação dos elementos relevantes de modo a produzir mapas e relatórios que subsidiem o planejamento e gestão municipal. O curso visa aprofundar o uso de geotecnologias, assim como os conceitos necessários para bem usá-las.

O curso busca fornecer subsídios a estudantes e profissionais das áreas de geografia, planejamento de transporte, engenharia de transporte, cartografia, administração pública, arquitetura, planejamento urbano, segurança pública, ensino, geomarketing, dentre outras.  Veja abaixo do poster o conteúdo programático. Faça sua matricula no site da GISCursos ou neste link: https://goo.gl/XW4QWJ

Curso de Geoporcessamento
Poster Mobilidade Urbana
Conteúdo Programático

- Escolha dos Dados de Infraestrutura de Mobilidade Urbana

  • Dados georreferenciados
  • Dados tabulares
  • Dados primários

- Caminhos e Métodos de Coleta dos dados

  • Fontes e repositórios de dados
  • Procedimentos de coleta

- Tratamento e Análise dos dados

  • Filtrando os dados de interesse
  • Edição gráfica e alfanumérica

- Preparação dos mapas

  • Noções de cartografia temática
  • Combinação de temas
  • Organização dos elementos (Grade, legenda e escala)

- Preparação de relatório

  • Como estruturar relatórios
  • Como fazer a leitura dos mapas e descrevê-los no relatório
  • O que apresentar em tabelas, gráficos e mapas.

 

 

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